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A rainha Elizabeth disse adeus a outro animal da família real

O último corgi da Rainha Elizabeth, Whisper, morreu em outubro, e ela ficou com apenas seus dois dorgis (uma mistura de bassê-corgi), Candy e Vulcano. Como qualquer observador da realeza sabe, a rainha é tanto amante de cavalos quanto de cães. Mas esses últimos meses foram difíceis para ela. Um de seus cavalos, PH Keston, morreu, confirmou a Polícia Metropolitana de Londres.

Tim Graham/Getty Images

A rainha foi fotografada em toda a monarquia com cavalos. Há aquela famosa imagem em Windsor com Ronald Reagan. Há também uma foto dela a cavalo várias vezes no Trooping the Colour, e até recentemente como seu aniversário de 92 anos no ano passado.

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Cão visita túmulo de melhor amigo todos os dias para dizer adeus

No entanto, isso mudou quando ele foi adotado por Liza McKenzie e sua família.

Foto: Liza McKenzie

“Ele se encaixa tão bem na nossa família”, conta Liza ao The Dodo. Poucos meses depois de abrigarem Barlow, os McKenzies foram procurados para realizarem uma adoção novamente. Um professor da escola infantil adotou uma rata que estava grávida e os bebês recém-nascidos precisavam de um lar. “Nós decidimos pegar os três meninos – Chippy, Dewey e Mud Truck”, explica Liza.

Dos três ratos, Chippy era o mais singular. Ele nasceu sem pelos. Liza não sabia como Barlow reagiria aos ratos ou se  eles teriam medo dele. Neste processo, o rato sem pelos mostrou sua personalidade única. “Desde o início, notei que, enquanto Dewey e Mud Truck pareciam se afastar de Barlow, Chippy sempre ia até ele”, diz.

Barlow parecia compreender que os ratos também eram parte da família. Ele gostava de passar o tempo com eles e, logo, uma bela amizade floresceu.

Barlow e Chippy pareciam ser almas gêmeas. Para um cão que já não possuía qualquer tipo de companheirismo, a relação era incrível e Chippy retribuía seu sentimento. “Eu realmente sabia que Chippy e Barlow eram próximos quando vi como Barlow passava tanto tempo lambendo Chippy como se ele fosse um cachorro-mãe e Chippy fosse seu bebê”, continua Liza.

Foto: Liza McKenzie

Os McKenzies e Barlow se afeiçoaram muito aos três ratos, mas, infelizmente, como a duração da vida dos roedores é de cerca de dois anos, seu tempo juntos seria menor do que eles gostariam.

Dewey foi o primeiro a morrer de velhice e Mud Truck faleceu alguns meses. Após perder seus irmãos, pelo menos Chippy ainda tinha Barlow.

Em pouco tempo, sua saúde também começou a se deteriorar. Durante seu lento declínio, Chippy procurou Barlow para conseguir conforto. O cão estava sempre feliz em ficar ao lado dele.

Chippy era um lutador, mas morreu. Os McKenzies ficaram desolados, mas sabiam que Barlow precisava compreender que seu amigo não estaria mais ali. Então, o cão teve a chance de dizer adeus.

A cena foi tão emocionante, Liza decidiu filmar para manter a recordação: “Senti que era um testemunho tão poderoso do vínculo muito real entre eles e sabia que nunca conseguiria transmitir o modo como Barlow estava reagindo com palavras”, esclarece.

Barlow acompanhou Liza quando Chippy foi enterrado no quintal, perto de seus irmãos. Quando tudo acabou, Barlow continuou no local da grande pedra que sinalizava o túmulo de Chippy. Esse não foi último ato de devoção do cão ao amigo.

Foto: Liza McKenzie

Nos dias seguintes, a cada vez que Barlow saía, ele sempre visitava  Chippy. O amor que Barlow sentia por Chippy não podia acabar, mas ele se transformou. As vigílias do cão no túmulo ficaram menos frequentes com o tempo e, talvez, ele tenha percebido Chippy foi para um lugar que ele não poderia ir.

“Acredito que conseguir processar a morte de Chippy de um modo que ele entendeu, cheirando e lambendo o corpo de Chippy, ajudou-o a passar pelo que os humanos denominam de luto mais rapidamente. Eu me sinto mais em paz sabendo que Barlow entende exatamente onde está o amigo e o que ocorreu com ele”, disse Liza.

Perder um amigo nunca é fácil, e os corações dos McKenzies ainda estão se curando. Entretanto, amor que floresceu na vida curta de Chippy será algo que Barlow e a família carregarão para sempre.

“Ele era um pequeno garoto especial. Nós sentimos falta dele diariamente”, conclui.

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Despedida comovente dos dois melhores amigos
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Pássaro resgatado faz despedida comovente para melhor amigo com câncer

Infelizmente, o refúgio estava com dificuldades e rapidamente ficou superlotado, o que significa que muitos pássaros foram negligenciados. Além disso, o proprietário do local faleceu e todos os animais tiveram que ser realocados novamente.

Os dois melhores amigos
Foto: Danita Morrison

A sorte de Coco e Lucky Lou finalmente mudou quando Danita Morrison, proprietária da Avian Avenue, um fórum online que oferece ajuda para papagaios, soube sobre a situação e visitou a dupla inseparável. Quando ela os viu juntos, assustados com o que estava por vir, ela sabia que tinha que adotar os dois.

Rapidamente, os pássaros se acostumaram com sua nova casa e passaram quase todo o tempo juntos, segundo o The Holidog Times.

“A melhor parte de cuidar de animais juntos é ver seus relacionamentos. Coco é um indivíduo incrivelmente social – ela ainda carrega as cicatrizes dos pássaros que não queriam ser seus amigos. Ela queria tanto ser amiga de outros papagaios e eles a mordiam”, contou Morrison.

Pássaros ao lado um do outro
Foto: Danita Morrison

Porém, Lucky Lou estava sofrendo de câncer de pulmão. A nova tutora estava pronta para dar ao pássaro especial todos os cuidados e atenção de que ele precisava e, juntamente com Coco, se assegurou de que ele nunca mais ficasse triste ou sozinho.

Mesmo durante as visitas ao hospital, os dois pássaros não podiam suportar ficar separados, então Morrison tinha que deixá-los juntos. Seu vínculo era tão incrível que, mesmo durante os períodos difíceis, Coco dançava e beijava seu melhor amigo para fazê-lo se sentir melhor.

Entretanto, depois de meses de luta contra a doença, Lou chegou a um ponto em que não conseguia mais resistir e, infelizmente, faleceu.

Despedida comovente dos dois melhores amigos
Foto: Danita Morrison

Quando estava pronta para se despedi de seu melhor amigo, Coco lentamente se aproximou de Lou, que estava embrulhado em um cobertor com flores. Ela aguardou um pouco e depois se inclinou para lhe dar um último beijo e dizer seu último adeus.

Morrison descreveu o momento emocionante: “Estou agradecida e honrada por ter sido capaz de testemunhar o terno adeus entre dois amigos que encontraram conforto e segurança em minha casa. Nunca esquecerei”.

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Vídeo mostra cena de gatinho tentando acordar a melhor amiga que faleceu

O tutor da gatinha Chuey, que morreu de câncer, permitiu que o amigo Big Boy pudesse se despedir de sua companheira. Quando um animal doméstico morre o ideal é dar a chance para que os outros animais da casa possam dizer adeus, pois quando isso não ocorre, eles não entendem que o amigo se foi e acabam entrando em depressão.

Gatinho laranja cheira e encosta na amiga na tentativa de fazê-la acordar
Gatinha morre e tutor permite que companheiro felino diga adeus (Foto: Reprodução / Youtube)

A cena foi registrada em vídeo pelo tutor. É emocionante e triste ver as tentativas de Big Boy que tenta acordar a amiga, que permanecesse imóvel. Após retirarem Chuey do local, o gatinho cheira o lugar onde a amiga estava e parece entender que jamais irá vê-la de novo.

De acordo com o tutor, após a cena, o gatinho Big Boy está melhor e está aprendendo a viver sem sua companheira.

Veja o vídeo a seguir:

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Jornalismo poético

Adeus

Reprodução | Facebook

Pedro Vera um homem pacato que vivia de forma discreta, era operário de uma fabrica e veio a falecer de um acidente no trabalho. Ele tinha como único companheiro de vida o Zenon um peludinho vira lata; esse da foto. Zenon participou de todo o ritual de sepultamento e ao fim não se afastou da sepultura de seu amigo.

Os funcionários do cemitério o colocaram para fora do portão o afastando de lá, mas ele sempre retornava para onde havia sido enterrado o seu amigo. Depois de muito insistir, finalmente ele conseguiu viver, alias sobreviver no cemitério.

Quando com fome Zenon era flagrado comendo velas e tomando água das sepulturas, já que a principio os funcionários não o alimentavam, com a intenção de que ele fosse embora.

E apesar de todos os obstáculos que enfrentou Zenon, ele conseguiu viver nove anos no cemitério ao lado do túmulo de seu amigo, tornando-se assim muito conhecido na cidade.

Não mais passou fome, pois todos os visitantes interagiam com ele e o alimentavam diariamente.

Um dia porém dois outros peludos atacaram Zenon, e mesmo sendo socorrido pelos funcionários o cãozinho se feriu. Recebeu cuidados e apresentou melhoras, mas alguns dias após a briga Zenon foi encontrado pelos funcionários sem vida, deitado sobre a sepultura do Sr. Pedro Vera, seu amigo e razão de toda a sua vida.

A comoção foi geral, não sabiam que Zenon era tão querido, tão importante para todos eles.

De forma respeitosa o peludinho foi enterrado ao lado do túmulo de seu amigo.

Ainda hoje, garantem os funcionários, é o tumulo mais visitado de todo o cemitério, e alguns ainda juram que ouvem às vezes Zenon latindo e correndo atrás das corujas, como ele brincava quase todas as noites.

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Cadela visita hospital para se despedir de tutor em um último adeus emocionante

Foto: Reprodução / Facebook Michelle Jessen
Foto: Reprodução / Facebook Michelle Jessen

Hospitalizado com o que inicialmente pareceu ser uma simples dor de cabeça, Ryan Jessen, de 33 anos, sofreu uma hemorragia cerebral com danos irreversíveis. Mesmo abalados com a dor e o choque da perda iminente, sua família sabia o quanto sua cadela, a boxer Mollie, significava para Ryan e que ele não gostaria de partir sem vê-la uma última vez.

Respeitando a conexão entre tutor e cão, além da vontade da família que sem dúvida considera Mollie parte deles, a equipe médica do hospital permitiu a entrada da cadela em um momento de muita emoção que foi capturado por Michelle Jessen, irmã de Ryan, e compartilhado em sua conta no Facebook.

Através do vídeo Michelle agradeceu as mensagens de força e apoio que tem recebido e avisou que Mollie ficará com sua família.

Veja o vídeo:

Infelizmente, no dia 30 de novembro, Ryan não resistiu e faleceu.

Fonte: Portal do Dog

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Tutor reúne centenas de pessoas para dizer adeus a cão de 18 anos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Neil Hope
Foto: Neil Hope

Não há dúvidas: os cães têm sido “os melhores amigos das pessoas” há séculos. Quando alguém dá boas-vindas a um cão, o filhote torna-se parte da família. Eles estão sempre lá esperando em casa para aconchegar-se no final de um longo dia e eles podem sentir quando não estamos bem e sempre nos apoiam nesses momentos.

Muitas pessoas fazem qualquer coisa pelos cães e às vezes isso significa proporcionar-lhes um ambiente confortável para falecer. Quando o cão de Mark Woods, Walnut, estava prestes a morrer, ele colocou um apelo nas mídias sociais pedindo que as pessoas se juntassem a ele e ao cão em um último passeio na praia e a resposta foi incrível.

Foto: Neil Hope
Foto: Neil Hope

Centenas de amantes dos animais se juntaram a Mark e Walnut em sua caminhada final. Além disso, quando a companhia Ethical Record Label ouviu falar da história de Marks, eles escreveram a música “Walk with Walnut” durante a noite. Todos os lucros da canção serão doados ao Battersea Dogs and Cats Home, localizado em Londres (Inglaterra), um centro de resgate que cuida de cães e gatos.

O vínculo entre as pessoas e os cães é notável e a devoção de Mark a Walnut é uma inspiração para amantes dos animais em todo o mundo. Centenas de amantes de animais se juntaram a Mark e Walnut em sua caminhada final ao longo da praia.

Foto: Neil Hope
Foto: Neil Hope

Mark carregou Walnut, que esteve com ele desde que era um filhote, na praia em Cornwall porque o cão já não conseguia mais andar sozinho.

Os residentes da praia de Newquay mostraram seu apoio. Mantido confortável em um cobertor quente, Walnut recebeu o carinho de estranhos e crianças pequenas correram para vê-lo.

Foto: Neil Hope
Foto: Neil Hope

Pouco tempo depois após o falecimento de Walnut, Mark postou no Facebook que o cão idoso “partiu muito rápido e em meus braços”.

“As pessoas têm entrado em contato de todo o mundo, Austrália, América, China e Costa Rica, assim como praticamente todos os países da Europa.”, disse.

Foto: Neil Hope
Foto: Neil Hope

Esse é apenas um pequeno exemplo de quão profundo o amor entre os seres humanos e cães pode ser.

A história de Mark e Walnut mostra o grande amor que é compartilhado entre um tutor e seu melhor amigo. Devemos honrar o legado de Walnut, ajudando outros cães e gatos a encontrar um lar definitivo e recebendo-os com o amor e cuidado que merecem, informou o One Green Planet.

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Destaques, Notícias

Em foto comovente, ganso diz adeus a companheira antes de ela ser morta para consumo

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/PETA
Reprodução/PETA

Esta foto tocante de dois gansos dizendo adeus já atingiu mais de 12 milhões de pessoas  no popular site chinês Weibo. E, ao conhecer esta história, é fácil entender porque ela tem feito as pessoas se emocionarem.

Os dois animais passaram todas as suas vidas juntos e eram claramente devotados um ao outro.  Porém, eles foram separados quando a gansa foi dada a um amigo dos tutores para ser morta e consumida.

Quando ela foi amarrada em um saco e colocada na parte de trás de uma motocicleta, o macho tentou desesperadamente libertá-la. Ele gritava alto para ela, sua melhor amiga e alma gêmea, mas, impotente contra os seres humanos, o ganso só podia observar enquanto ela era conduzida para longe. Era evidente que ele estava com o coração partido.

O homem que levou a gansa alegou que ela tinha lágrimas nos olhos antes de ser morta. Após a foto ter  se tornado viral, ele afirma se sentir extremamente culpado e disse que, se soubesse sobre esta ligação especial, teria deixado o casal  “viver até os 100 anos”, informou a PETA.

Reprodução/PETA
Reprodução/PETA

Os gansos são extremamente leais. Eles são companheiros durante toda a vida e são extremamente protetores com seus parceiros e filhos. Porém, na China, quase 300 milhões destes animais são assassinados para a alimentação todos os anos. Nos Estados Unidos, eles são mortos também com o mesmo propósito, inclusive para a produção tenebrosa de foie gras. Além disso,  têm suas penas arrancadas ainda vivos para a produção de travesseiros, almofadas, jaquetas, casacos e edredons.

Se você se comoveu com esta história, pode ajudar deixando de consumir qualquer produto animal e recusando-se a comprar quaisquer itens feitos com animais.

Gansos e patos têm personalidades únicas e a capacidade de experimentar uma  diversas emoções, como mostra este caso trágico. A maior parte das penas dos animais é removida durante os assassinatos. No entanto, as aves utilizadas para reprodução e aquelas criadas para carne e para o foie gras têm suas penas arrancadas repetidamente enquanto ainda estão vivas,

A única maneira de impedir isto e garantir que nenhuma ave sofra para a produção de uma roupa, um travesseiro e outros itens é escolher materiais livres de crueldade e sempre verificar os rótulos dos produtos antes de comprá-los.

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Americano faz viagem de despedida para cadela com câncer terminal

Robert Kugler e sua cadela Bella (Foto: @robkugler/Instagram)
Robert Kugler e sua cadela Bella (Foto: @robkugler/Instagram)

A viagem de despedida do norte-americano Robert Kugler e sua cadela Bella, diagnosticada com câncer terminal, está comovendo a internet. Kugler resolveu dar a sua companheira uma viagem épica, para aproveitar os últimos momentos ao seu lado.

Bella teve que amputar uma das patas por causa do câncer (Foto: @robkugler/Instagram)
Bella teve que amputar uma das patas por causa do câncer (Foto: @robkugler/Instagram)

Em maio de 2015, o americano recebeu a notícia de que Bella, uma fêmea de labrador marrom, de 9 anos, foi diagnosticada com câncer terminal nos ossos. Uma cirurgia de amputação de uma das patas daria mais seis meses de vida, segundo o veterinário. Kugler resolveu aproveitar esse tempo da melhor maneira possível.

Bella teve que amputar uma das patas por causa do câncer (Foto: @robkugler/Instagram)
Bella teve que amputar uma das patas por causa do câncer (Foto: @robkugler/Instagram)

Partindo de Nebraska, estado natal, a dupla percorre os Estados Unidos em uma viagem que já dura 14 meses – muito além do que previa o diagnóstico. Kugler publica as fotos da aventura no Instagram e em seu site.

Bella foi diagnosticada com câncer aos 9 anos. (Foto: @robkugler/Instagram)
Bella foi diagnosticada com câncer aos 9 anos. (Foto: @robkugler/Instagram)

Fonte: G1

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Quando a responsabilidade encontra a tristeza

Divulgação
Divulgação

Minha cachorrinha Mercy ficou cega e uma operação de catarata era complicada por causa da idade dela, pois já é velhinha e me preocupava com os possíveis efeitos colaterais. Mas ela estava tão deprimida por não enxergar que achei que tinha de fazer alguma coisa. Depois de uma cirurgia bem sucedida demorou algum tempo para ela se curar, por causa de complicações, mas estava muito mais feliz por conseguir ver de novo. Cheirar o piso da cozinha é seu hobby predileto, o que ela deixara de fazer quando ficou cega.

Na semana passada ela parou de comer pela manhã e já não ficava cheirando pela cozinha. Então levei-a ao veterinário, que realizou alguns testes e por medida de segurança, receitou um antibiótico. Sabia que Mercy era sensível a remédio, mas o veterinário me assegurou que o medicamento tinha poucas implicações. Infelizmente não foi o que ocorreu com ela e depois de um dia apenas tivemos de suspender a medicação. Nessa ocasião, Mercy estava mais debilitada, por isso decidimos fazer um exame de sangue.

É um milagre que hoje existam esses excelentes métodos de diagnóstico para nossos cães (para nós também), mas às vezes você não quer ouvir o resultado. Depois do exame de sangue tive de esperar e em seguida a veterinária nos chamou na outra sala.

Com lágrimas nos olhos, ela nos informou que Mercy estava com uma deficiência real provocada por um câncer e que esse era o começo do fim. A veterinária estava ciente do que passamos durante o ano e o quanto eu amava minha cachorrinha, e me abraçou.

Agora começamos a aplicar injeções em Mercy: já fiz isto antes e não é nada agradável, mas pelo menos nós a mantemos tranquila enquanto quiser continuar neste mundo. Não sei quando ela morrerá, mas certamente sentirei muito.

Em uma visita recente a veterinária disse-me que em sete anos havia visto somente três pessoas tratarem assim seu animal. As demais simplesmente as colocavam para dormir, mas eu não consigo fazer isto com esta criatura que não está com dor e ainda quer ficar por aqui. Quando isto mudar, daremos o próximo passo.

Uma parte de mim questiona se ela estaria bem se não tivesse feito a cirurgia de catarata ou se fiz alguma coisa errada. Mesmo que ela esteja de fato muito mais feliz por conseguir enxergar, sinto que cometi algum erro em determinado momento. E no fundo, sei também que Mercy teve o melhor dos cuidados desde o dia em que a socorri. Quando decidimos melhorar a qualidade das nossas vidas, assumimos o risco. Isto ensinou-me que, depois de anos de dor, alguns meses de felicidade fazem uma grande diferença. É o que sempre me lembrarei no futuro.

Se um cliente me procura com este problema, digo que depois de amar um animal por mais de uma década, você não pode fazer nada senão lhe dar uma vida ótima que nunca ele teria sem você. É o que digo para mim também.

Agora meu foco é tentar que Mercy coma alguma coisa e quando ela come fico aliviado. Você deveria ver a variedade de alimentos que coloco à sua frente na hora da sua refeição. Nunca sei o que vai interessá-la. Abandonei seu café da manhã costumeiro pelo qual há algumas semanas apenas ela ficava ansiosa. Agora ofereço um leve brunch de qualquer coisa que ela irá aceitar e depois tentamos o juntar. Ela fica mais animada a comer quando estamos cozinhando, de modo que agora aprendi uma nova profissão – chef gourmet de cachorrinhos.

Há uma tristeza geral em toda a casa, mas sei que temos de seguir em frente na vida. Na verdade gostaria que o mundo parasse e eu pudesse ajudá-la na sua transição para o próximo plano. Nunca acreditei em paraíso ou inferno, mas saber que poderia um dia ver meu cãozinho novamente permite-me ter algo a que me apegar e observá-la passando por isto é um inferno, portanto espero que paraíso e inferno existam. Quando encaramos a morte com frequência nos tornamos mais espiritualistas e isso só pode trazer mais paz quando chegar o momento. Mas não importa, você não consegue fugir dos sentimentos que isto implicará.

Tudo o que podemos fazer é desfrutar os momentos preciosos que passamos com alguém quando está pronto para sua última jornada. Ela ainda está por aqui e não sofre, portanto acho que estamos fazendo a coisa certa.

* Tradução de Terezinha Martino

Fonte: Estadão

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Vídeo emocionante mostra os últimos minutos de homem com seu cachorro

 Oden tinha câncer em estado terminal Reprodução/Daily Motion
Oden tinha câncer em estado terminal Reprodução/Daily Motion

O vídeo de cortar o coração narra os últimos momentos de vida de um cachorro com câncer em estado terminal. O curta-metragem Last Minutes with Oden, em português, Últimos Minutos com Oden, consegue emocionar em apenas seis minutos.

Dirigido e editado por Eliot Rausch, o vídeo mostra a despedida entre Oden e seu tutor. O triste momento chamou tanta atenção nas redes sociais que e já foi visto mais de três milhões de vezes.

Além disso, o curta-metragem conquistou o prêmio de melhor vídeo no festival Vimeo Awards, em 2010; assita


Vídeo emocionante mostra últimos momentos de um… por thevideos11

Fonte: R7

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Adeus

O site Petiko publicou recentemente um vídeo chamado “Farewell” (adeus, em português) que retrata a relação e despedida entre um tutor e seu cão. As imagens revelam os laços intensos que podem ser formados entre humanos e animais.

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