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Animais selvagens desnutridos são espancados por adestrador de Hollywood

Estas são apenas alguns abusos de Sidney Yost, adestradores de animais de Hollywood e proprietário da Amazing Animals Productions, para a realização de filmes conhecidos.

Foto: Facebook/Sid Yost

Isso é apenas o começo. Desde que Yost iniciou sua empresa em 2001, ele abusou repetidamente dos animais, não apenas fisicamente, como os mantendo em condições insalubres e sem cuidados médicos adequados. Em três anos, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) acusou Yost de pelo menos 40 violações de bem-estar animal.

Em um dos piores casos, a negligência de Yost ameaçou a vida de uma criança e resultou na morte de um animal.

“Yost ameaçou repetidamente a vida dos animais, levando-os para eventos ao vivo e exibições de TV e, em um evento público, uma criança pequena foi mordida por um lobo chamado Nova”, disse Debbie Metzler, especialista em segurança de animais selvagens da PETA Foundation, para The Dodo.

Mesmo assim, Yost permaneceu na indústria durante anos, treinando animais para filmes populares de Hollywood como “Get Out”, “The Hunger Games”, “12 Years a Slave”, “The Butler” e “Ant-Man”.

Isso só mudou recentemente, quando o USDA penalizou  Yost com uma multa de US $ 30.000 e revogou sua licença permanentemente. Isso o proíbe de  ter contato, fornecer ou exiber animais novamente.

“O USDA construiu um caso ao longo de muitos anos de violências realmente flagrantes. Está no sistema judicial há anos. É uma música para os ouvidos da PETA que o USDA finalmente tenha revogado sua licença”, ressaltou Metzler.

Foto: Facebook/Sid Yost

Infelizmente, ele ainda pode ser contratado como consultor ou coordenador de uma produção de Hollywood e não teve que entregar nenhum dos animais, explicou Metzler. “Esperamos que as produções vejam a luz e [reconheçam] que precisam parar de contratar este conhecido abusador de animais”, observou  Metzler.

Embora Yost tenha perdido sua licença, ele não é o único que usa métodos abusivos para treinar animais para filmes de Hollywood. Na realidade, a prática é onipresente na indústria do entretenimento, de acordo com Metzler,  mas,  raramente o USDA age para fechar uma instalação.

Em 2015, investigadores da PETA descobriram que Michael Hackenberger, co-proprietário do Bowmanville Zoo, em Ontário, no Canadá, e um treinador de filmes populares como “Life of Pi”, repetidamente chicoteou um tigre apavorante durante o treinamento. Em outro vídeo, ele se vangloriava de bater em lobos e tigres e disse que gostava de acertá-los na e face  e “esculpir minhas iniciais na lateral deles”.

Em 2017, ativistas descobriram  animais – incluindo a coruja que estrelou os filmes de “Harry Potter” – vivendo em condições terríveis na Birds & Animals Unlimited (BAU), uma empresa pertencente ao treinador de animais Gary Gero, que fornece animais para filmes, televisão e propagandas.

O que preocupa Metzler e outros ativistas é que muitas produções receberam uma certificação da American Humane, uma organização nacional de bem-estar animal, afirmando que “nenhum animal foi prejudicado” na produção.

Mark Stubis, diretor de comunicação da American Humane, declarou que sua organização aplaude o USDA por agir contra Yost e disse que a certificação de alguns de seus filmes foi negada.

Foto: Facebook/Sid Yost

Porém, Metzler discorda e explica a crueldade da indústria: “Eles não investigam o que ocorre nos bastidores, não investigam as circunstâncias de treinamento, as condições de vida”.

Ela acredita que os adestradores encontram maneiras de esconder seus métodos abusivos enquanto manipulam os animais no set.

“Muitas vezes, os adestradores utilizam materiais como um jornal enrolado e, quando estão treinando, têm um tubo dentro desse jornal. Quando o animal vê esse jornal, eles sentem medo disso e executam os comportamentos que foram treinados para realizar. Mas o abuso acontece fora do set, e Hollywood está apenas começando a conhecer isso”, esclareceu.

Se as pessoas querem ajudar a prevenir o abuso de animais em Hollywood, uma das melhores coisas que podem fazer é boicotar filmes que usam animais vivos. Os consumidores também devem apoiar filmes que usam CGI (imagens geradas por computador).

“Jumanji, Jungle Book, ‘Noah e’ Jurassic World  criaram reinos animais realistas com CGI e isso mostra claramente que é possível fazer grandes filmes na TV sem explorar animais selvagens. Existe uma mudança e Hollywood reconhece que os animais usados em produções são treinados por meio de abusos e vivem em condições fracas, concluiu Metzler.

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Tora foi chicoteada 31 vezes por adestrador
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Tigresa é chicoteada 31 vezes por desobedecer adestrador em circo

Uma tigresa chamada Tora e explorada em um circo foi vista encolhendo-se apavorada enquanto seu adestrador a chicoteava repetidamente, de acordo com imagens de uma investigação secreta.

Tora foi chicoteada 31 vezes por adestrador
Foto: HSUS

Outro clipe mostra os tigres durante uma sessão de treinamento. Um deles olha para o treinador e, vendo o chicote em sua mão, apressa-se de tão aterrorizado.

Essas cenas terríveis parecem ser frequentes no Tigers ShowMe, uma performance itinerante que abusa de tigres e é dirigida por Ryan Easley que atua no Carden Circus e no Shrine Circuses de acordo com a Humane Society dos Estados Unidos (HSUS), que realizou a investigação.

“Ryan Easley utiliza métodos de treinamento arcaicos que envolvem o medo, a força e a punição”, declarou Jay Pratte, especialista em comportamento animal, em comunicado divulgado pela HSUS.

De acordo com os investigadores, Easley chicoteou Tora repetidamente depois que ela o desobedeceu.
“Em minha opinião profissional, os tigres do ShowMe Tigers sofrem de negligência psicológica e trauma diariamente”, disse Pratte.

A investigação foi divulgada quando o circo Ringling Bros. e Barnum & Bailey Circus realizou seu último show. Isso mostra que, embora tenha havido progresso no fim de shows cruéis com animais, ainda há muito trabalho a ser feito.

“Qualquer pessoa que viva com um gato doméstico reconhecerá os sinais de estresse e trauma exibidos pelos tigres de Easley”, disse Lisa Wathne, gerente de vida selvagem em cativeiro da HSUS ao The Dodo.

Tigres explorados em circo
Foto: HSUS

“Dói imaginar que tipo de coerção dolorosa seria necessária para fazer um felino – e muito menos um tigre que pesa centenas de quilos – a pular sobre as patas traseiras”, acrescentou.

Quando não participam de shows, os oito tigres explorados pelo ShowMe são mantidos em confinamento quase constante em suas jaulas de metal, que medem somente quatro pés de largura, quatro de altura e pouco de seis de comprimento. Os dois tigres machos, cada um pesa mais de 500 quilos, compartilham uma jaula de transporte.

“Exceto pelos poucos minutos de cada dia, quando os tigres faziam performances, eles eram mantidos exclusivamente em jaulas de transporte onde se alimentavam, dormiam, andavam, urinavam e defecavam nos aproximadamente 13 metros quadrados de espaço disponível para cada um”, diz o relatório da HSUS.

“Em nenhuma vez, eles tiveram a chance de se exercitar fora das jaulas. Na verdade, a jaula de exercícios dos tigres nunca foi descarregada do trailer”, completou.

Tigres mantidos em pequenas jaulas durante 23 horas por dia
Foto: HSUS

A investigação secreta ocorreu de 28 de dezembro de 2016 a 18 de janeiro de 2017 e acompanhou Easley na sua sede em Hugo, Oklahoma. Em seguida, o mostrou na estrada por nove dias conforme ele e os tigres viajavam com o Carden Circus para cidades em Oklahoma e no Texas.

Tora, que foi chicoteada 31 vezes em menos de dois minutos, sofria de uma ferida não tratada em seu rosto.

Infelizmente, esta não é a primeira vez em que ela enfrenta problemas de saúde: há cinco anos, o USDA, a agência governamental que implementa a Lei de Bem-Estar Animal, acusou Easley por não tratar uma ferida aberta na caixa torácica de Tora.

“Os tigres se encolheram, gemeram de angústia e achataram as orelhas em uma resposta amedrontada por serem chicoteados e atingidos com uma vara, um comportamento típico de tigres traumatizados e abusados. A mera presença dessas ferramentas durante as apresentações evocou sinais clássicos de medo e estresse comportamental”, escreveu a HSUS em seu relatório.

Os felinos eram obrigados a urinar e defecar nas jaulas
Foto: HSUS

Quando não são forçados a suportar as árduas sessões de adestramento, os tigres andam gemendo pelas minúsculas jaulas. Na sede, em Hugo, os tigres tentaram se manter aquecidos, com apenas uma polegada de roupa de cama, durante temperaturas congelantes.

Durante cinco dos 22 dias da investigação, não receberam nada para comer. A HSUS relatou as descobertas para o USDA, exigindo que a agência investigue o caso.

“Embora seja verdade que Ringling está saindo do negócio, outros circos ainda operam e usam métodos desumanos para lidar com animais selvagens”, disse Wayne Pacelle, presidente e CEO da HSUS, em um comunicado.

“Não há nenhuma razão para espancar tigres ou outros animais selvagens para essas performances sem sentido. Todos os circos devem acabar com shows de animais”, concluiu.

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Crueldade: ex-adestrador mantém ursos descartados de circo amordaçados em jaula

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Dmitry Rogulin/TASS

Estas imagens mostram como um ex treinador de animais mantém dois ursos em sua residência após os animais terem sido abandonados por um circo russo.

Pavel Kurya deixa os animais amordaçados em jaulas em sua dacha (uma casa de campo), localizada no distrito de Volgograd Oblast, na Rússia.

Foto: Dmitry Rogulin/TASS

Os ursos, cujos nomes devem ser Egor e Heaven, eram obrigados a realizar performances em um circo antes de a empresa reduzir suas operações em 2014, segundo informações do Daily Mail.

Foto: Dmitry Rogulin/TASS

Kurya levou os mamíferos e argumenta cuidar deles em sua casa desde então. Porém, esta não é uma vida digna para os ursos e o fato de eles serem amordaçados agrava ainda mais o problema. O correto seria transferir os animais para um santuário, onde eles não seriam maltratados e teriam condições mais adequadas para prosperar.

Foto: Dmitry Rogulin/TASS

Acredita-se que os ursos não foram liberados na natureza, em meio a temores de que eles não teriam sido capazes de sobreviver sozinhos, pois viveram em cativeiro.

Foto: Dmitry Rogulin/TASS

Os retratos mostram um dos ursos amordaçados na dacha enquanto o outro se senta em uma cadeira especialmente feita para ele. Há também imagens de Kurya alimentando os animais em suas jaulas.

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Notícias

Justiça aumenta pena para adestrador que maltratou animais

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A Justiça de São Carlos alterou a pena dada ao adestrador E.L.B. acusado de maltratar seis cachorros em janeiro de 2013 após o Promotor do Meio Ambiente Marcos Funari ter recorrido da sentença que condenou o acusado a cumprir pena de um mês de serviços comunitários.

De acordo com a sentença ocorrida na manhã de segunda-feira (25), ele terá que prestar 4 meses e 20 dias de serviços comunitários pela morte de um animal e maus-tratos a outros cinco animais.

O fiscal Rodolfo Tiberio Penela acompanhou audiência representando a Prefeitura Municipal.

Fonte: São Carlos Agora

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Você é o Repórter

Cadela hiperativa resgatada em Santos (SP) precisa de adestrador

Marilia D.G.de Arruda
mariliadearruda@hotmail.com

Em Santos – SP, está acontecendo uma situação que está me deixando sem dormir. Há 2 meses uma cadelinha foi recolhida e adotada por uma amiga de uma querida amiga minha. Essa cadelinha tem cerca de 2 anos, é hiperativa, está sendo muito bem tratada, amada, mas não se adaptou à outra que também foi recolhida há mais de um ano por essas pessoas e está literalmente destruindo as coisas na casa. As pessoas estão em uma situação financeira precária, não podendo dispor de roupas de cama, etc, que a cadelinha destrói, pois faz falta e não podem comprar novamente.

Apesar das dificuldade que a família está atravessando, às duas cadelinhas nada falta. Eles se empenham, mas o que podem é dar alimento, tratamento veterinário, conseguiram castração gratuita que vai ser feita daqui há alguns dias, mas a cadelinha não pára um instante, dia e  noite, e já machucou a que adotaram anteriormente. A situação está terrível, a moça chora direto porque já viu que vão acabar tendo que se desfazer dela, doando a outra pessoa. Isso é até questionável porque ainda não apareceu ninguém querendo ficar com ela de uma forma responsável.

A preferencia da moça é ficar com ela, mas o problema é comportamental, a indicação é de adestramento e ela não tem dinheiro para isso. Ela já está dando florais e nada adianta.

Eu estou apelando para vocês porque, na rede de pessoas que os cerca pode haver algum adestrador na área de Santos -SP, que se disponha a doar um tempinho de trabalho pelo bem desse animal e se sensibilize com a situação, realmente séria, desses seres humanos e não-humanos. A cachorrinha já sofreu abandono nas ruas e o objetivo da tutora é ficar com ela, mas alguma coisa precisa ser feita urgentemente.

Peço encarecidamente que, se possível, consigam e encaminhem um adestrador que possa ajudar esse animal a permanecer com a família.

Contato: O perfil da minha amiga no Facebook é: http://www.facebook.com/profile.php?id=1806540045

Ela é muito amiga da moça que é a tutora da cadelinha. Se conseguirem, entrem em contato com Aline e ela os orientará.

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Adestrador acusado de agredir os próprios cães é condenado por crueldade animal

Por Natalia Cesana  (da Redação)

Adestrador Ryan Matthews ao lado de um cão (Foto: Reprodução/Examiner)

O adestrador de cachorros Ryan Matthews, de 30 anos, acusado de bater nos próprios animais, foi julgado culpado nesta terça-feira (11) por crueldade contra os animais. Pelo crime, ocorrido em Loveland, Colorado (EUA), ele deverá enfrentar 30 dias de prisão mais dois anos em liberdade condicional, segundo informações do jornal Denver Post.

Ao adestrado também não será permitido ter a acesso a qualquer animal durante esses dois anos. Matthews terá ainda que se submeter a uma avaliação da saúde mental e uma investigação pré-sentença.

De acordo com o depoimento de prisão, Matthews empurrou a cabeça de uma cadela da raça pastor belga malinois, de nome Montage, contra a parede. Ele golpeou-a pelo pescoço, dando-lhe um soco no rosto. Montage e Ruca, outro cachorro de Matthews, foram abandonadas na Sociedade Humanitária de Larimer, no Colorado.

Segundo Marcie Willms, porta-voz da Sociedade Humanitária, os cães foram adotados por uma família da região e se adaptaram bem ao novo lar.

Procurado, Matthews não quis comentar o caso.

De acordo com o currículo do treinador, postado em um site de negócios, Matthews passou seis anos na polícia militar do Exército dos EUA, treinando cães a farejar bombas e drogas. Depois que deixou a corporação, ele comprou a Off Leash Dog Training e passou a trabalhar como adestrador.

Várias pessoas elogiaram Matthews e suas habilidades para adestrar cachorros no site da empresa.

O adestrador disse à polícia que nunca chutou ou bateu um cão durante os treinos, mas um de seus funcionários, contactado pela Sociedade Humanitária para relatar sobre os abusos sofridos pela cadela Montage, corroborou as agressões.

Um abaixo-assinado online está tentando pressionar o promotor do caso a dar a Matthews a pena máxima para a acusação originala – crime de crueldade animal agravado. Mas Marcie Willms disse estar satisfeita com a sentença dada.

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Você é o Repórter

Bulldog desaparecido na região do Butantã em SP

Camila Bello
teleogina@hotmail.com

Nome: Argus
Nome: Argus

Deixei meu bulldog inglêes chamado Argus com o adestrador durante a viagem de ano-novo, porém meu cachorro fugiu no domingo (03/01). Minha família inteira está desesperada, não nos conformamos com o ocorrido, precisamos divulgar para o máximo de pessoas possível! Ele fugiu na região do Butantã, mas talvez tenha sido visto perto de Taboão da Serra.

Oferecemos recompensa se necessário.

Ele tem 2 anos de idade, é de coloração bege com o peito branco, tem uma cicatriz na cabeça, também atende por Gordinho!

Conto com  a colaboração de todos!
 
Obrigada!

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Notícias

Cão explorado em reality show agora é “usado” em propagandas

Depois de ser retirado de onde vivia, por seus próprios tutores, para “trabalhar” na televisão, no programa A Fazenda, Max, o cão da raça golden retriver, agora vem sendo explorado de outras maneiras.

“Contratado” por uma fabricante de rações que deu seu nome a um dos produtos, deixa Campinas, onde mora, e percorre o país fazendo propagandas com o adestrador.

Na manhã deste domingo, por exemplo, Max visitou a cidade de Sorocaba, interior de SP, para ser uma das “atrações” promovidas por uma loja especializada em produtos para animais de estimação que comemorava o primeiro ano de atividades na cidade.

De acordo com o adestrador, durante a primeira edição do reality show da TV Record, Max permanecia durante a semana com os participantes e, aos sábados, voltava para a residência do tutor.

Da segunda edição do programa, atualmente no ar, participa um outro cão da mesma raça e mesmo nome, sob responsabilidade da indústria. “Já estamos treinando, inclusive, o Max Junior, para A Fazenda 3. Depois da participação do Max, a comercialização de cães da raça golden retriver aumentou muito”, contou Wulf, adestrador responsável pelo animal.

Com Informações do Jornal Cruzeiro do Sul

Nota da Redação: A comercialização de qualquer animal só cria uma triste realidade – a propagação da mentalidade de que animais são objetos, o abandono de mais e mais bichos nas ruas, o tráfico e o consequente sofrimento de cada espécime. A persistência na raça de um cachorro, feita pela TV Record, e a exploração dos animais durante e após as gravações só traduzem a ambiciosa disputa por audiência que cria a corrida frenética pela aquisição de “cães iguais aos da televisão”.

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