Destaques, Notícias

Cachorro cuida de filhotes de cervos órfãos resgatados por sua tutora

Foto: Reprodução/Instagram/Bucky’s Porch

Sarge é um cão bastante especial. Desde que passou a conviver com os filhotes de cervos resgatados por sua tutora, a vida desses animais mudou. Órfãos, os cervos foram acolhidos por Sarge, que cuida deles com muita dedicação.

A primeira vez que o cachorro teve contato com um cervo foi há seis anos. Esses animais silvestres vivem, assim como Sarge, em uma fazenda em Ohio, nos Estados Unidos.

Cheryl Stephen, tutora dos animais, relevou ao portal Bored Panda que até mesmo o temperamento de Sarge mudou com a chegada dos cervos. Membro da família há 9 anos, o cachorro era um filhote brincalhão no passado, que adorava morder os dedos dos pés das pessoas. Isso mudou, no entanto, com o convívio com os filhotes resgatados por sua tutora.

Tudo começou quando o primeiro cervo foi levado para a fazenda. “Um amigo da família encontrou um bebê cervo no meio da rodovia. Ele esperou para ver se a mãe apareceria, mas isso nunca aconteceu. Ele sabia que nós amamos animais, então o trouxe para cá”, contou Cheryl.

Desde então, Sarge passou a se comportar como uma babá de cervos. Na fazenda, no entanto, vivem também outros animais, incluindo o boi Bucky, resgatado de um matadouro.

“Os animais aqui não são criados para virar comida. Nós os criamos para serem amados e celebrados, como todos os animais devem ser”, concluiu Cheryl.

Foto: Reprodução/Instagram/Bucky’s Porch
Foto: Reprodução/Instagram/Bucky’s Porch

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Notícias

Onça que ficou cega após ser baleada é acolhida por ONG em Goiás

Merlin foi baleado em 2016, quando vivia em uma reserva ambiental em Pinheiro, no Maranhão


A onça-pintada Merlin, que ficou cega após ser baleada, foi acolhida pelo Instituto NEX, em Corumbá de Goiás (GO) e está se adaptando bem ao novo lar.

“Como o Merlin é deficiente visual, nós ficamos muito preocupados em criar um ambiente em que ele tenha facilidade para se adaptar, mas a onça surpreende a gente. Ele teve uma adaptação espetacular. Ele já está se sentindo em casa”, disse a presidente do instituto, Cristiane Gianne.

Foto: Raul Coimbra/NEX

A onça Merlin vivia em uma reserva ambiental em Pinheiro, no Maranhão, quando foi baleada, em 2016. Após a agressão, o animal foi resgatado pelos bombeiros e levado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de São Luís, onde viveu até quinta-feira (16), dia em que foi transferido para a sede da ONG. As informações são do G1.

“O Cetas cuidou dele, mas lá é um centro de triagem, então, precisava de um lugar para ele ficar. Só que o Cetas ofereceu ele para várias instituições e ninguém quis, justamente porque ele é deficiente”, disse.

O instituto soube da história da onça há anos, mas o transporte do animal é complicado, segundo Cristiane.

“É uma operação cara. Para se ter uma ideia, só a caixa com que trouxe Merlin pesou cerca de 225 kg, com ele dentro. Então, nós precisávamos de patrocínio. E depois de um longo processo, conseguimos um voo de cortesia e conseguimos trazer o Merlin”, disse.

Foto: Raul Coimbra/NEX

Para receber Merlin, a equipe da ONG adaptou um recinto. “Nós pensamos em tudo. Pensamos em fazer um ambiente para que ele circule com facilidade, para que ele possa ir até a gruta. O lago, por exemplo, tem a profundidade para que ele se sinta seguro e para que ele não se afogue”, disse.

Para construir o local, uma campanha chamada “Life Print” foi criada pela ONG Ampara, que vendeu produtos em prol do caso. Várias instituições também ajudaram.

“Os custos para fazer um recinto como o do Merlin, que é de uma área de 130 metros quadrados, não é baixo. É um custo muito alto, e ainda tem os valores de manutenção”, conta.

Foto: Raul Coimbra/NEX

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Bar oferece lar temporário para cães disponíveis para adoção

Desde 2018, quando o bar foi aberto, 70 cachorros já passaram pelo local. O estabelecimento recebe de três a quatro cães por vez


O bar Fido’s Taphouse, em Oregon, nos Estados Unidos, oferece lar temporário para cachorros que esperam por um lar. Para o local são levados animais que seriam mortos em abrigos que usam o sacrifício como forma de lidar com a superlotação.

Reprodução/Hypeness

O bar começou a funcionar em 2018 e, desde então, já ajudou 70 cachorros. O fundador do estabelecimento, Scott Porter, conta que a inspiração para abrir o bar veio dos cafés que abrigam gatos em todo o mundo.

Porter quis fazer por outros cães algo parecido com o que os seus próprios cachorros fizeram por ele. “Meus cachorros me ajudaram a atravessar momentos de depressão severa”, disse Porter. “Eles eram extremamente amáveis e atentos comigo, e entenderam que eu estava passando por tempos difíceis”, completou. As informações são do portal Hypeness.

Reprodução/Hypeness

O bar costuma receber de três a quatro cães por vez. No local foi construído um espaço separado da área de jantar para acomodar os cachorros. Os clientes que frequentam o estabelecimento tem total acesso à ala dos animais, já que o objetivo é que acabem se apaixonando por um deles e adotando-o.

Quando um cliente se interessa por um cachorro, os funcionários do bar pedem que ele aguarde três dias para que os documentos da adoção sejam providenciados e para confirmar que a pessoa não decidiu levar o cão para casa apenas por conta de um impulso gerado pelo consumo de bebida alcoólica.

Reprodução/Hypeness


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Hospitais veterinários oferecem abrigo gratuito a cães desabrigados pelos incêndios

Foto: Stephen Lam/Reuters
Foto: Stephen Lam/Reuters

Hospitais veterinários estão oferecendo assistência gratuita em toda a Califórnia para animais domésticos que foram deslocados ou atingidos pelos incêndios que avançam em todo o estado. Na segunda-feira à tarde (28), mais de uma dúzia de incêndios foram contabilizados queimando na região. O Getty Fire, em Los Angeles, e o Kincade Fire, no condado de Sonoma, já expulsaram milhares de famílias de suas casas.

“Em emergências e catástrofes, a VCA (rede de hospitais veterinários que esta oferecendo ajuda) está aqui para oferecer aos tutores e aos animais uma alternativa rápida e um espaço seguro e confortável para deixar seus companheiros peludos e saberem que seus animais domésticos serão bem cuidados”, disse o Dr. Todd Lavender, Presidente da VCA Animal Hospitals and Petcare Services. “Com vários incêndios em todo o estado, todos os hospitais da VCA na Califórnia estão ampliando a hospedagem gratuita para que as famílias possam se concentrar na emergência”.

A assistência de hospedagem é oferecida com base no espaço disponível para as vítimas dos incêndios florestais em todos os hospitais da Califórnia. Os tutores podem localizar um hospital mais próximo de sua residência por meio do site da VCA.

Devido à extensão das ordens de evacuação e impactos do fogo, a disponibilidade de hospedagem pode ser limitada em algumas instalações das clínicas. Desta forma, as famílias são fortemente encorajadas a ligar com antecedência e confirmar se há espaço disponível.

A central dos hospitais veterinários está monitorando de perto os incêndios florestais em todo o estado e seu impacto nas famílias que possuem animais domésticos para poder acolher da melhor forma aqueles que necessitarem e proverem os recursos adequados.

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Loja de conveniência abre as portas para cão em situação de rua durante a onda de calor

Foto: Adolfo Pazzi Ahumada
Foto: Adolfo Pazzi Ahumada

Recentemente, em um dia de calor escaldante e quente no norte do México, Adolfo Pazzi Ahumada testemunhou o amor em sua forma mais pura.

Depois de perceber que ele estava sem leite em casa, Ahumada decidiu enfrentar o clima de 40°C para fazer uma rápida parada no mercado local. Quando ele chegou, viu uma cena muito bonita se desenrolando bem na sua frente.

“Um cachorro em situação de rua estava sendo alimentado e recebendo água do balconista do mercado”, disse Ahumada ao The Dodo. “Então eu vi que eles deixaram o cachorro entrar”.

Quando Ahumada entrou na loja, ele decidiu perguntar ao funcionário sobre o cachorro. Ahumada contou que conversa foi assim:

“Ele esteve aqui nos últimos dias. Suspeitamos que ele tenha sido deixado para trás por seu tutor. Ele veio até nós para pedir ajuda”, disse o funcionário a Ahumada. “Nós só poderíamos fornecer-lhe comida, água e alguns brinquedos da loja que pagamos com o nosso dinheiro.”

Mas a bondade da loja não termina aí.

Foto: Adolfo Pazzi Ahumada
Foto: Adolfo Pazzi Ahumada

“Nós o deixamos entrar porque a temperatura lá fora está realmente, muito quente, um inferno. Nós nos sentimos mal por ele ter sido abandonado, mas ele parece mais feliz aqui dentro da loja, onde é mais fresco“, disse o funcionário.

Espreitando um dos corredores, Ahumada observou o ato acontecendo em primeira mão, o animal descansando no ambiente fresco do ar condicionado.

O cachorro abandonado e sozinho encontrara pessoas que se importavam.

No tempo que ele esteve lá, o cão mostrou bondade e gratidão aos funcionários e clientes em troca. A loja espera que talvez um cliente considere adequado adotá-lo e leva-lo para casa. O que seria perfeito.

Foto: Google Maps
Foto: Google Maps

Incapaz de ser essa pessoa, Ahumada pagou seu leite e comprou um petisco para o cachorro aproveitar depois do cochilo – descansando, assegurou-se que o filhote estava em segurança e recebia carinho até o dia de encontrar sua nova família chegar.

“Eu me senti mal pelo que o cachorro passou”, disse Ahumada. “Mas ele agora está recebendo o amor que ele merece.”

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Shopping abriga cachorros abandonados para protegê-los do frio

Um shopping em Istambul, na Turquia, decidiu abrigar cachorros abandonados para protegê-los do frio. O inverno na cidade é rigoroso e a ajuda do estabelecimento tem sido primordial para esses animais, que correm o risco de morrer de hipotermia na rua.

Foto: ARZU INAN

A cidade é conhecida pelo bom tratamento que dá aos cachorros e gatos abandonados. Os cães que passaram a ficar dentro do shopping conseguiram abrigo após entrarem, por conta própria, no local. Ao invés de serem expulsos do local, eles foram acolhidos e receberam tapetes de papelão e cobertores para dormir em frente às lojas.

Como se não bastasse a acolhida que o shopping deu aos animais, a loja de roupas femininas Penti levou vários cães para dentro de seu estabelecimento, dando-lhes ainda mais conforto. Uma foto que mostra três cães dentro da loja, enquanto um cliente faz compras, viralizou nas redes sociais e comoveu internautas. As informações são do portal Pawpulous.

O gerente da loja Penti, Arzu Inan, e o proprietário de um café, Selçuk Bayal, que deu abrigo a 12 gatos, afirmaram à mídia local que nem a possível desaprovação de alguns clientes os impediu de ajudar os animais.

Foto: ALI ÇELIK
Foto: SELÇUK BAYAL

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Cães abandonados ganham roupinhas e casinhas em posto de combustíveis em Campinas (SP)

Três cães em situação de rua foram acolhidos por um posto de combustíveis em Campinas, no interior de São Paulo.

Os animais receberam roupinhas e casinhas para que fiquem protegidos do frio. O caso foi relatado por uma moradora de Americana (SP), que passava por Campinas no último domingo (9) quando se deparou com os cães no posto. As informações são do Portal de Americana.

Fotos: Reprodução/Facebook

O caso aconteceu no bairro Parque São Martinho, na Avenida São José dos Campos e foi flagrado pela terapeuta Cristiane Renata.

“Eu estava na fria madrugada de domingo abastecendo o carro quando pude constatar o amor, respeito e zelo pelos animais que existe por eles neste posto”, conta ela.

“São três cães, todos com roupas de frio e cada um com sua casinha. Parabéns a todos do posto”, publicou a terapeuta no Facebook.


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Jornalismo cultural, Notícias

Ibama diz que Centros de Triagem de Animais Silvestres permanecerão em funcionamento em MG

Por David Arioch

Os centros de triagens são um alento para animais silvestres no Brasil (Foto: Cetas-MG)

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirmou novamente esta semana que os Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Montes Claros e Juiz de Fora permanecerão em funcionamento.

A superintendência do Ibama de Minas Gerais está buscando parceria com órgão ambiental estadual para minimizar o custeio das atividades desenvolvidas nos centros de triagem, e que não serão cobertas pelo governo federal, assim evitando que as duas unidades encerrem as atividades.

Os centros de triagens são um alento para animais silvestres no Brasil, seja animais resgatados de cativeiro em situação de maus-tratos ou até mesmo animais atropelados ou vítimas não fatais de caçadores. Quando os animais estão aptos para viver na natureza, mais tarde eles são destinados às unidades de conservação.

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Gato acolhe e abraça novos gatinhos que chegam em abrigo

Benny foi covardemente abandonado quando era apenas um recém-nascido. Ellen Carozza, uma técnica veterinária, o resgatou das ruas e o adotou, levando-o para seu abrigo particular, onde mantém centenas de animais salvos.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Quando resgatado, Benny estava doente. Ele passou por um longo processo de recuperação envolvendo medicação adequada, alimentação balanceada e a aplicação de injeções contra doenças.

Ellen afirma que, mesmo doente, Benny era um amorzinho. “Ele tinha tanto amor para dar que se tornou o pai adotivo de todos os outros animais do abrigo”, diz.

A veterinária costuma levar gatinhos recém-resgatados para casa de modo a cuidar deles até que estejam grandes e fortes o suficientes para serem encaminhados para outras famílias.

E Benny leva seu papel muito a sério ao lidar com os filhotes.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Certo dia, Ellen trouxe Winnie para casa. A pequena nasceu com apenas metade do peso normal de um gatinho. Benny não perdeu tempo e já embrulhou Winnie em seus braços, carregando-a de amor, calor e proteção!

“Quando os gatinhos não estão com Benny, eles ficam aconchegados em uma mãe artificial com um batimento cardíaco simulado para o conforto do filhote”, observa Carozza. “Mas algo artificial não ronrona. Não limpa você. Não ajuda você a ser um gato. Benny preenche essas lacunas.”

“O papel de Benny é conforto e socialização”, disse Ellen. “Ser capaz de aconchegar-se contra outro gato e não contra um bicho de pelúcia faz maravilhas para o bem-estar mental deles.”

“Ele fica muito deprimido quando não temos gatinhos. Eu gosto de pensar que ele está nos devolvendo o favor que lhe fizemos há alguns anos “, disse Ellen.

Reprodução / Razões Para Acreditar

Fonte: Razões Para Acreditar

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Vereadora propõe substituir zoológico por santuário para animais

A vereadora Ana Rita Tavares (PMB) propôs que o zoológico de Salvador, na Bahia, seja substituído por um santuário para acolher animais vítimas de violência.

Foto: Pixabay

A parlamentar apresentou um projeto de lei na Câmara por meio do qual explica que o zoológico daria lugar para um espaço para o “pós-operatório de cães e gatos castrados, que vivem nas ruas ou sob a guarda de pessoas carentes, [e que também serviria] de santuário onde os animais poderão exercer seus instintos e sua natureza selvagem”.

Ana Rita defende os animais e, por isso, é contra locais que os mantenham presos, tratando-os como meras atrações ao público. As informações são do portal Bahia Notícias.

Segundo a parlamentar, não há mais espaço para “a cultura do aprisionamento de animais, retirando-se de sua condição natural de liberdade”.

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Família de galagos.
Histórias Felizes

Família de galagos é acolhida por homem na África do Sul

Ao se mudar para sua nova casa na África do Sul, um homem percebeu que não estava sozinho. Ao olhar para o alto das madeiras com acesso ao telhado, Riaan Nysschens percebeu que estava vivendo com um grupo de pequenos primatas conhecidos como galagos.

Família de galagos.
Foto: Riaan Nysschens

“São quatro adultos. Eu os vejo todas as noites saindo da casa para buscar alimentos”, disse Nysschens. “Recentemente, comecei a ouvir o rangido dos filhotes.”

Nysschens sempre tinha visto seus pequenos colegas de casa de longe, mas um dia isso mudou. Tudo começou quando ele estava trabalhando em seu computador em casa, no início do mês passado, quando um som inesperado atingiu seus ouvidos.

“Eu ouvi alguns rangidos vindo do sofá”, disse Nysschens. “Fui investigar e encontrei um filhote deitado no chão.”

Família de galagos.
Foto: Riaan Nysschens

Um dos galagos tinham, evidentemente, caído do ninho perto do teto e felizmente teve a queda acolchoada junto ao sofá.

Nysschens, enquanto isso, podia ouvir a mãe preocupada com seu filhote se movendo freneticamente acima de suas cabeças.

Família de galagos.
Foto: Riaan Nysschens

 

Após verificar se o animal caído estava bem, Nysschens pensou em qual seria a melhor maneira de ajuda-lo.

“O filhote não se intimidou nem um pouco. Foi a primeira vez que o vi de perto e era a coisinha mais preciosa, parecia uma pessoa em miniatura”, disse ele. “Mas eu não tinha certeza do que eu poderia fazer, pois não queria que a mãe se incomodasse que eu o pegasse e o colocasse de volta no ninho”.

Ainda assim, Nysschens sabia que precisava tentar.

Família de galagos.
Foto: Riaan Nysschens

Sabendo que ele estava sendo observado atentamente de cima, Nysschens fez o seu melhor para passar para a mãe galago que as suas intenções eram as melhores para a família de primatas.

“Eu coloquei o filhote em cima do balcão da cozinha para a mamãe ver”, disse ele. E, com certeza, ela viu.

E então, o filhote estava de volta ao lugar onde pertencia. “Eles são realmente preciosos”, disse Nysschens.

Família de galagos.
Foto: Riaan Nysschens

Para ele, ajudar os animais era seu dever como ser humano e como um bom companheiro de casa. Afinal, eles estavam morando lá primeiro.

“Eu aprecio cada momento”, disse Nysschens. “Eu estou no espaço deles e devo respeita-los. Eu adoro poder observar esses pequenos animais e dar uma mãozinha quando eles precisam. Sou verdadeiramente abençoado por dividir a casa com eles.”

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Cadelinha é abandonada com bilhete e algumas moedas

Fotos: Reprodução/Não Acredito

A mexicana Naly Ramírez, que já salvou centenas de animais, se emocionou quando, ao abrir a porta de casa, se deparou com uma cachorrinha e uma carta explicando o porquê do pequeno animal estar ali.

A cachorra foi abandonada em uma caixa, na porta de Naly. A carta mostrava que tinha sido escrita por uma criança. Veja na íntegra:

Fotos: Reprodução/Não Acredito

“Olá, me chamo Jazmín e essa é Cristalita. Eu tive que deixá-la em sua porta porque me disseram que você cuida de animais que não têm casa, e ela já não vai ter uma casa porque meus pais não a querem, porque ela não é de raça. Como minha mãe e meu pai iam colocá-la na rua, é melhor que eu a deixe com você, para que ela não passe frio e tenha comida. Eu não pude cuidar dela, tenho só 7 anos e não me dão muita mesada para sua comida. Cuida bem dela, por favor, te deixo 8 pesos. Diga a ela que a amo.”

Naly acolheu o animal, pensando na dor de Jasmín ao ter que abandoná-la. Ela cuidará de Cristalita até a cachorrinha estar bem o suficiente para ser adotada.

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