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Acipa faz ‘vaquinha’ para pagar ração para animais

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A Acipa (Associação Cidadã de Proteção aos Animais) está fazendo uma vaquinha virtual para conseguir pagar os boletos referentes à compra de ração para o abrigo dos animais. Se o fornecedor não receber, o lote de alimentação do mês que vem ficará bloqueado.

A ONG tem enfrentado inúmeras dificuldades desde sua fundação, por conta da falta de apoio. Na semana passada, o anúncio do encerramento das atividades comoveu a população. O Ministério Público foi acionado pela Acipa para que intervenha na situação.

A entidade afirma que não abandonará os cães do abrigo à própria sorte, mas precisa de ajuda financeira.

As doações podem ser feitas através do link da vaquinha clicando aqui.

Fonte: CGN

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Acipa: história de amor aos animais que está perto do fim

Divulgação
Divulgação

A Acipa (Associação Cidadã de Proteção aos Animais), principal entidade que abriga cães em situação de risco em Cascavel anunciou o fim das atividades. Ainda não se sabe o destino dos 300 animais que estão no local. A ONG (Organização Não Governamental), que iniciou suas atividades em 2007 abrigou mais de 10 mil animais em oito anos com trabalho de vacinação, reabilitação e castração. De acordo com a presidente da entidade, Laurenice Veloso, não é mais possível absorver os custos com ração, pagamento de uma funcionária e impostos.

Laurenice diz que os problemas aumentaram já que para a realização de feiras de adoção em praça pública, agora é necessário pagar R$ 274,74 mensais. “Não temos como continuar”, afirma. A entidade diz não ter mais força para lutar em busca de auxílio do município e a única alternativa é encerrar as atividades oito anos após o início dos trabalhos. A Acipa entrará em contato com a Promotoria Pública do Meio Ambiente para informar a situação atual e pedir para que a Prefeitura assuma a responsabilidade e tutela pelos cerca de 300 cães abrigados no local.

O secretário de Saúde Reginaldo Andrade, disse que a entidade precisa se regularizar para que o Município possa auxiliar com castrações de animais, por exemplo. “Se ela não se prontifica a se regularizar infelizmente não tem o que ser feito”, observa. No mês passado, foi realizada uma reunião com as ONGs que cuidam de animais e foi informado da necessidade de cadastramento.

Sobre a taxa para participar de feiras, o secretário diz que não é possível isentar apenas uma entidade, já que todos os que participam pagam o valor. De acordo com Reginaldo, a entidade tem toda a documentação necessária para fazer o cadastro e se adequar a legislação, mas nunca demonstrou interesse.

A prefeitura entende que se a entidade vai encerrar as atividades é de responsabilidade da Acipa os 300 animais que estão abrigados no local. “A partir do momento em que deu entrada na entidade, ela é responsável”, avalia Reginaldo.

A prefeitura também divulgou nota informando que o setor Zoonoses da Secretaria de Saúde oferece o serviço de castração. No dia 12 de novembro, o setor realizou reunião com ONGs e protetores de animais para esclarecimentos sobre o fluxo de serviço e apresentou propostas de parcerias para abrigar.

A prefeitura diz que uma portaria do Ministério da Saúde editada o ano passado e que tem foco a saúde pública restringe procedimentos relacionados a tratamento, abrigamento e bem estar animal. A legislação prevê que todas as ações estão direcionadas ao controle de doenças transmitidas ao homem, sendo que a castração só pode ser realizada pela Secretaria de Saúde nas áreas de risco epidemiológico para zoonoses.

Segundo a nota, o Município de Cascavel estará realizando as castrações em forma de gestão compartilhada com a Secretaria do Meio ambiente para poder contemplar os casos de animais abandonados intermediado por ONGs e que não se encaixam nos critérios do Ministério da Saúde.

Fonte: CGN

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Justiça condena mulher acusada de abandonar cadela em Cascavel (PR)

Maltratar animais domésticos ou deixar de prestar os mínimos cuidados é crime. A Justiça condenou, na tarde desta sexta-feira (26), a dona de casa Geneci Martins de Lima a pagar multa por tratar com descaso Dora, uma cadela da raça cocker.

Em julho de 2008, Dora foi encontrada abandonada e recolhida pela Acipa (Associação Cidadã de Proteção ao Animal), uma ONG que cuida de animais em situação de risco.

Segundo Laurenice Veloso, presidente da entidade, o animal estava com sarna, foi tratado e colocado para adoção. Lima adotou Dora, mas em março do ano passado ligou para a entidade dizendo que o animal estava com feridas em todo o corpo e pediu um acompanhamento. Uma voluntária foi ao local e recolheu a cadela, que apresentava quadro de infecção generalizada.

“Na verdade ela nos ligou porque queria que nós recolhêssemos a Dora novamente”, diz Veloso. Segundo ela, a cachorra foi encontrada amarrada com uma pequena corda do lado de fora da residência. Além de recolher o animal, a ONG decidiu processar Lima.

Recuperada, Dora –hoje com quatro anos– está hoje na casa da presidente da Acipa e será encaminhada para uma nova adoção. “Eu não a levo para o abrigo porque lá vai ser muito estressante. Ela já sofreu demais”, declara Veloso.

Ela disse também que quer ingressar com uma nova ação contra a agressora cobrando o ressarcimento dos R$ 960 que a entidade gastou com o tratamento veterinário de Dora.

Além de condenar a dona de casa a pagar multa, a juíza Jaqueline Allieve, do Juizado Especial Criminal, sentenciou que, em caso de reincidência, a mulher será julgada pela Justiça comum. Se ela deixar de pagar a multa imposta pelo Judiciário, a pena poderá ser convertida em prisão de até 15 dias.

A multa estabelecida foi de R$ 465, valor dividido em três parcelas de R$ 155. A reportagem não conseguiu falar com Geneci Martins de Lima sobre o assunto.

Histórico

Além dos caso de Dora, a Acipa formalizou outras quatro denúncias por maus-tratos em Cascavel. A audiência de uma delas está marcada para o dia 11 de março. Trata-se da acusação contra dois estudantes de veterinária de uma faculdade particular, que teriam agredido violentamente uma cachorra na garagem da casa onde eles moram, segundo a entidade.

“Era uma cadela que amamentava, mas a gente não conseguiu encontrar os cachorrinhos”. Segundo a denúncia feita à ONG por uma colega de curso e vizinha dos supostos agressores, os dois rapazes se irritaram pelo fato de a cadela ter entrado na garagem da casa e a espancaram com um cabo de vassoura.

Em maio do ano passado, um casal foi condenado a pagar R$ 965 por abandonar um cachorro que acabou morrendo.

*Com informações de Folha Online




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Conselho do Meio Ambiente nega ajuda a ONG

O Conselho Municipal de Meio Ambiente negou o pedido da Acipa (Associação Cidadã de Proteção aos Animais) de recursos para o pagamento das vacinas dos animais. Os voluntários não sabem como pagarão as despesas da ONG (Organização Não-Governamental).

A imunização dos animais abrigados é um dos itens exigidos em um processo de seleção que a Acipa participa. Se escolhia, a entidade receberá doações regulares de ração para os cachorros abrigados, o que ajudaria nas contas.

Sem dinheiro para bancar as doses, os voluntários da associação recorreram ao conselho para vacinar os 125 animais. “Estávamos confiantes de que conseguiríamos. Pediram até para que apresentássemos orçamentos”, afirma Laurenice Veloso, voluntária da Acipa. O menor valor encontrado foi de R$ 2.350.

O que mais revoltou os voluntários foi a aprovação do conselho da compra de três veículos. “O dinheiro do fundo não pode comprar as vacinas, mas pode comprar três carros de passeio?”, questiona a voluntária.
A informação que a associação recebeu é de que o repasse só poderá ser feito depois de firmado um convênio com a Secretaria de Meio Ambiente. Para isso, é necessária a elaboração de um plano de trabalho, que precisa ser aprovado pelo Executivo e pelo Legislativo. “Infelizmente, é um trâmite demorado, não podemos esperar muito tempo”.

Outra preocupação é com o pagamento do aluguel da nova sede da entidade, para a qual se mudou quinta-feira. “Dessa forma corremos o risco de ficar sem dinheiro até para o aluguel. Teremos de fazer uma ‘vaquinha’ entre os associados”. O aluguel custa R$ 500.

A associação pede a ajuda da comunidade para conseguir vacinar os animais e permanecer na disputa pela vaga no projeto Adotar é Tudo de Bom. “Precisamos de 260 doses de antirrábica e de V11, podem ser marcas nacionais”, pede Laurenice.

Segundo Elmo Rowe Júnior, representante da Secretaria de Meio Ambiente no conselho, o repasse só poderá ser feito com a inclusão da Acipa na Lei Orçamentária. “Como estão sugerindo, não tem como repassar verba para a ONG”.

A associação terá de formular o convênio com a Secretaria de Meio Ambiente, que depende de aprovação da Câmara de Vereadores. “O conselho ficou de enviar um pedido de urgência para a Secretaria de Meio Ambiente”, diz Elmo.  Ficou agendada para segunda-feira uma reunião para que a parte legal do convênio já comece a ser providenciada.

A reportagem do Hoje não conseguiu contato com a presidente do conselho, Jussara Hickson.

Fonte: Jornal Hoje

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Gatos e cachorros são tratados como membros da família

Casos de animais abandonados e maltratados são comuns em Cascavel (PR). Na contramão, alguns bichinhos recebem tratamento especial. Carinho e atenção são alguns dos ingredientes que alimentam a relação de donos e animais.

O miado persistente denuncia os xodós da família de Salete Ascari. Há 12 anos o primeiro gato chegou à casa dela e a partir daí esse número só aumentou. “Hoje temos 25 gatos, mas já chegamos a ter 44”, conta Salete.

A lotação máxima do gatil foi alcançada depois que várias gatas entraram no cio ao mesmo tempo. “Tínhamos muitas fêmeas e machos juntos. Nessa época nasceram 20 gatinhos em apenas uma semana. Por isso doamos alguns”.

Salete, que se intitula avó dos gatos, reconhece cada um deles pelo nome que ela mesma escolheu. “Minha filha achou o primeiro na rua e o trouxe para casa. Depois as pessoas começaram a deixar aqui em casa os que encontravam, pois sabiam que nós gostávamos”.

Salete revolta-se quando vê algum animal sendo maltratado. “Fico indignada com isso. Quem pega um animal tem de acolher como se fosse da família”.

Ela afirma que o principal problema é a empolgação com os animais pequenos. “Muitos pegam cachorrinhos pequenos porque são bonitinhos. Depois eles crescem e a pessoa não quer mais. Isso acontece muito com as fêmeas, quando entram no cio, muita gente abandona na rua”.

A família Ascari gasta pelo menos R$ 180 por mês no cuidado com os gatos, que só comem ração, recebem todo o tratamento veterinário necessário e vivem em um gatil que é higienizado duas vezes ao dia. Salete tem ainda dois cachorros.

Adotado
Outro bom exemplo do cuidado com os animais é a adoção. A Acipa (Associação Cidadã de Proteção dos Animais) trata dos animais abandonados e disponibiliza para quem quiser adotar. Por mês, são mais de 50 adoções.

Fátima Cologno, vendedora, recorreu à Acipa para ter um animal de estimação. “Resolvi adotar um cachorro porque perdi o que eu tinha havia pouco tempo e estava sentido muita falta”.

Ela está com Sofia há pouco mais de um mês. “A Sofia é muito bonita. Sempre está fazendo bagunça no meu quintal, abrindo buracos”, conta orgulhosa.

Fátima prefere os animais recolhidos na rua. “Além da Sofia, tenho mais três gatos. Peguei todos na rua. Estavam machucados e eu cuidei deles”.

O amor de Fátima pelos animais é antigo. “Sempre tive animais na minha casa. Gosto de bichos. Quando estou estressado, chego em casa, vejo os meus gatos e esqueço de tudo. Tenho um amor enorme por eles, mesmo não sendo de raça”.

Fonte: Jornal Hoje

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