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Motorista estaciona carro para dar água a tatu debilitado em MT

Reprodução/Cláudio Ederson/G1

Um motorista parou seu carro para socorrer um tatu debilitado em Campo Novo do Parecis, a 379 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. A suspeita é que o animal silvestre estivesse fugindo das queimadas que têm destruído áreas de mata no município.

O tatu estava caminhando por uma estrada na zona rural quando foi encontrado por Cláudio Ederson, que, com a ajuda de um amigo, auxiliou o animal.

Imagens mostram o momento em que Cláudio joga água no tatu para refrescá-lo e matar sua sede. O caso aconteceu recentemente e a decisão de intervir surgiu após o motorista perceber que o tatu estava cambaleando na estrada. Fazia um calor intenso no dia.

“Vi que se a gente não parece ali naquela hora para dar água, ele morreria de sede. A mata estava muito distante”, afirmou Cláudio ao G1.

Antes de seguir viagem, a dupla de amigos colocou o animal na entrada de uma fazenda, onde havia mata verde.


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Jovem tira camiseta e coloca em cachorro abandonado que tremia de frio

Reprodução

Comovido com o sofrimento de um cachorro abandonado, um jovem tirou sua camiseta e colocou no animal para aquecê-lo na tarde do último sábado (22) em São Paulo. O ato foi registrado em um vídeo que viralizou nas redes sociais e comoveu os internautas (confira abaixo).

Felipe Paulino, de 33 anos, e seu irmão Fernando Gabriel, de 30 anos, passavam pelo Terminal Jabaquara do metrô por volta das 14h quando se depararam com o cachorro. Sob o guichê da bilheteria, o animal tremia de frio no dia em que São Paulo registrou a temperatura mais baixa do ano.

Moradores de Guarujá, no litoral paulista, os irmãos estavam na capital para fazer compras nas lojas da rua 25 de Março. Os dois encontraram o cão quando se preparavam para embarcar no metrô.

“Eu peguei meu bilhete e comentei com meu irmão que o cachorro estava tremendo de frio e segui. Quando olho para trás vejo meu irmão de frente para o cachorro e pensei que ele iria aprontar alguma coisa. E foi o que aconteceu. Meu irmão colocou a mochila no chão, tirou a jaqueta e a camiseta que ele mais gostava e vestiu o cachorro com ela”, contou Fernando.

Os irmãos cresceram vendo os pais, dona Luzia e Antonio Carlos, ajudar pessoas e animais em situação de rua e, por isso, é impossível para a dupla passar por um animal vulnerável e não se colocar no lugar dele.

“Foi uma coisa simples, não imaginava ter tanta repercussão, não custou nada. Eu tenho um cachorro e meu irmão também. Sempre crescemos com animal. Foi compaixão mesmo, meu irmão se colocou na situação do cachorro. A gente cresceu vendo a nossa mãe ajudando moradores de rua, animais de rua também”, disse Fernando.

Felipe chegou a ser criticado por uma pessoa no momento em que ajudava o cachorro, mas não se importou, pois seu objetivo era um só: amenizar o sofrimento de uma vida inocente.

“Estava muito frio, eu abaixei e comecei a fazer carinho nele, as pessoas olhavam e não faziam nada, uma delas me chamou de louco. Quando voltamos, a gente tentou reencontrar com ele. Se ele estivesse aqui no Guarujá eu teria levado para casa, para um veterinário e tentado encontrar um lar para ele. Foi um gesto simples que viralizou de uma forma muito grande”, contou Felipe.

“Só notícia ruim por causa da pandemia e u”U. Recebi muitas mensagens positivas, é um vídeo que a pessoa se conforta com a cena”, completou.

Nas redes sociais, Felipe publicou o vídeo e disse que, embora aquela fosse a camiseta que ele mais gostava, tinha ficado melhor no cachorro. “Não espere ter tudo para estender a mão. Ajude com o que você tem. Vejo que muitos não ajudam por vergonha ou por se importar com o que vão falar. Eu sei que você já teve o impulso de ajudar, mas na hora travou e pensou que alguém vai falar e depois ficou arrependido. Vai e não ligue pro [sic] que irão falar, só vai falar quem está fazendo menos que você”, escreveu.

Ao fazer a publicação, o rapaz agradeceu pelos comentários e compartilhamentos. “Não tem como mudar o mundo, mas até onde sua mão alcança tem sim”, disse.

No sábado, a cidade de São Paulo registrou 8,2ºC. A temperatura é a menor desde 2013. “No litoral não faz tanto frio assim, quando descemos do ônibus estava uns 11 graus. Uso pouco a rede social e publiquei o vídeo para estimular bons gestos. A gente não resgata animais em casa porque não temos condições. Voltamos pelo Jabaquara e não achamos o cachorro. Queríamos tentar uma adoção para ele”, concluiu Felipe.

Confira o vídeo abaixo:

 

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Uma publicação compartilhada por Alexia Dechamps (@alexiadechamps) em


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Tatuador pinta retrato em aquarela em troca de ração para animais abandonados

Reprodução/Instagram/Pedro News/@tatui.art

O tatuador Pedro Neves, de Petrópolis (RJ), iniciou uma ação através das redes sociais para arrecadar ração para uma ONG de proteção animal.

Em tempos de pandemia, o número de animais abandonados tem aumentado e a quantidade de doações recebidas pelas ONGs só diminui. Por conta da crise financeira, muitas pessoas pararam de doar recursos para as entidades. Além disso, a crise, somada às notícias falsas, também fez o abandono crescer. Mal informados, tutores acreditaram que os cães e gatos podem transmitir coronavírus e, por isso, os jogaram nas ruas, cometendo um crime previsto em lei. A realidade, no entanto, é outra: especialistas e instituições conceituadas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), já explicaram que não há evidências de que animais domésticos contraiam ou transmitem a Covid-19.

Diante deste cenário, Pedro decidiu colocar seu talento a serviço dos animais, ajudando a minimizar os efeitos negativos da crise do coronavírus. Através das redes sociais, ele anunciou o novo projeto.

“Essa última semana foi incrível! Todas as noites, às 21:30, fizemos uma live por dia pintando os cachorros e gatos enviados por vocês. Foi um presente muito grande para quem assistiu e pra quem vai receber essas belezuras quando o coronavírus passar”, escreveu.

“Muita gente se animou e me enviou fotos. Foram mais de 40 imagens e acabei ficando sem condições de ajudar todo mundo. Então tive uma ideia… Analisando a questão complicada das ONGs nesse momento, sem doações e com inúmeros cachorros em suas responsabilidades, resolvi fazer uma ação beneficente!”, completou.

Reprodução/Instagram/Pedro News/@tatui.art

O tatuador se propôs a desenhar um retrato em aquarela no tamanho 15×21 em troca de um saco de ração de 15 kg. Em sua publicação no Instagram, Pedro contou ainda que fechou uma parceria com a loja Rospauth, que vende produtos para animais. Segundo ele, caso 13 pessoas participem da ação solidária, comprando a ração na loja, os sacos de 15 kg serão comercializados com um desconto de 30%, saindo R$ 53,76 cada.

A entidade escolhida para receber a ração é a Dog’s Heaven. “Com 13 pinturas iremos conseguir 200 kg de ração e ajudar pelo menos a @dogsheaven! Existem muitas ONGs em situação complicada e se conseguirmos mais que isso iremos distribuir para outras menores, além de cuidadores individuais. Com a ajuda da minha amiga @anabeatrizmmo iremos distribuir as doações e prestar contas de tudo que for feito por aqui!”, concluiu o tatuador.

Interessados em participar da ação solidária devem contatar Pedro Neves para ter mais informações e enviar a foto do cão ou gato que será transformada em aquarela. O contato pode ser feito por mensagem através do “direct” do Instagram ou pelo e-mail pedro_neves_j@hotmail.com.


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Para evitar abandonos, pet shop doa ração para animais de famílias carentes em MG

Foto: Arquivo Pessoal/Michele Dal’ava

Para evitar abandonos por conta da crise financeira gerada pela pandemia de Covid-19, a proprietária de uma pet shop em Poços de Caldas (MG) decidiu doar ração para animais tutelados por famílias carentes. “Sem dinheiro para comprar a ração do seu amigão? Pegue aqui! Não abandone seu animal”, diz a placa colocada em frente à loja.

“As pessoas quando ficam com fome sabem pedir, sabem onde procurar. Os animais de rua e os que estão sendo abandonados não sabem. Eu gosto muito de animais, então foi o jeito que eu encontrei de ajudar durante a pandemia”, contou ao G1 a proprietária da loja, Michele Dal’Ava.

Michele se inspirou na atitude de uma padaria da cidade, que doou alimentos para as pessoas.

“Abri um saco de ração de gato e um de cachorro, coloquei na porta da loja, e escrevi no quadro que se alguém estivesse sem dinheiro que poderia pegar. Fiz uma coisa bem simples porque minha loja é pequena, mas foi a forma que encontrei de ajudar. Nessa época está aumentado muito o abandono de animais”, disse.

A proprietária da loja não divulgou a iniciativa. Apesar disso, o ato solidário dela teve bastante repercussão.

“Meus clientes estão achando a ideia muito legal e as pessoas que precisam já estão vindo aqui pegar. Eu gostaria de ajudar mais, mas não tenho condições, quem quiser doar ração para ajudar também, nós distribuímos”, afirmou.

Interessados em colaborar, formando uma rede de solidariedade, devem procurar Michele na pet shop, localizada na rua Barão do Campo Místico, no Centro de Poços de Caldas.


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Em quarentena, pessoas usam tempo em casa para dar lar temporário a animais

A quarentena imposta pelo coronavírus fez com que algumas pessoas decidissem oferecer lar temporário para animais abandonados, aproveitando de maneira útil e solidária o tempo em casa.

Como estabelecimentos que abrigam animais estão fechados por conta do isolamento social, voluntários da proteção animal afirmam que o aumento do interesse das pessoas em dar lar temporário aos cães e gatos surgiu em boa hora.

Agnes encontrou um novo lar (Foto: Arquivo pessoal)

“O lar temporário é fundamental para que o animal possa ter um ambiente acolhedor, com atenção a ele, até que uma família o adote em definitivo”, explicou ao G1 a médica veterinária Silvana Mendes.

E foi durante a quarentena que o assessor jurídico Italo Chiodelli, de 29 anos, decidiu se tornar uma dessas pessoas que oferece lar temporário a animais. Com uma rotina atarefada, ele não tinha tempo para isso antes. No entanto, agora que passou a trabalhar em casa com a namorada, a cadela Agnes ganhou um lugar para ficar provisoriamente.

“Nós sempre gostamos muito de animais. Com os dois em home office, pudemos fazer isso”, afirmou. Agnes ficou com o casal por quase um mês, até que foi adotada.

Ítalo contou que a boa ação beneficia não só o animal, mas também quem abre as portas de sua casa. Segundo ele, a companhia de Agnes o ajudou a enfrentar a ansiedade causada pela pandemia.

Tom no lar temporário (Foto: Arquivo pessoal)

“Nós estávamos há uma semana fechados em casa, muito abalados. Fizemos o lar temporário a princípio para ajudar a Agnes, mas a verdade é que ela nos ajudou”, disse.

Decididos a encontrar um lar definitivo para a cadela, os dois fizeram fotos de Agnes e divulgaram com frases motivacionais.

“Fizemos algumas imagens descontraídas para postar nas redes sociais e ajudá-la a ser adotada. Assim, também passamos uma mensagem legal para quem está aflito”, contou Ítalo.

A estudante de Ciências Sociais Julia Maia, de 21 anos, também decidiu ajudar um animal, junto de seu namorado. Ela viajou de São Paulo para Curitiba, no Paraná, para passar um final de semana na casa do companheiro. Porém, com o surgimento dos primeiros casos de Covid-19, ela acabou não retornando para a sua cidade.

“Vim passar uns dias e acabei ficando para a quarentena toda”, disse ao G1. O tempo livre casou com a vontade de ajudar e, assim, o cachorro Tom encontrou um lar temporário.

Agnes foi adotada após ficar quase um mês em lar temporário (Foto: Arquivo pessoal)

“Nós moramos longe um do outro. Hoje não podemos ter um cachorro, mas aproveitamos este momento para adotar temporariamente um”, contou. O animal ficou na casa do namorado de Julia por algumas semanas e deixou o clima mais leve.

“A presença dele dinamizou a nossa vida. Deu uma esperança em um momento cheio de incertezas”, afirmou. E com a ajuda do casal, Tom foi adotado. “É um cachorro que estava na rua e graças à nossa ajuda está mais próximo de um lar”, disse.

A estudante de medicina Marina Nanni sempre quis adotar um cachorro, mas mora com amigos e um deles não quer ter um animal. No entanto, com a chegada do coronavírus ao Brasil, as aulas da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram suspensas e o amigo dela retornou temporariamente para a casa da família. Marina, então, aproveitou a situação e já está no segundo lar temporário.

“É muito bom, porque muda a dinâmica da casa, ajuda a manter uma rotina nos cuidados a ele. É uma alegria pro nosso dia a dia”, disse Marina.

Marina e o cão Remy (Foto: Arquivo pessoal)

Remy, o primeiro cão a ser abrigado pela estudante, foi adotado 15 dias depois de chegar na casa de Marina. O segundo ainda aguarda por uma família no lar temporário oferecido por ela.

“A gente se apega, é um pouco difícil quando eles vão embora. Por outro lado, é muito bom saber que eles vão ter uma nova família”, completou.

Requisitos para oferecer lar temporário

A pessoa que pretende oferecer lar temporário a um animal abandonado precisa ter um espaço confortável para abrigá-lo, além de uma casa ou apartamento sem acesso à rua. No caso dos gatos, esse acesso pode ser limitado pelo uso de telas nas janelas ou quintais.

Grupos de proteção animal costumam orientar a pessoa para que ela faça adaptações na casa, caso necessário, para receber o cachorro ou gato.

Julia, seu namorado e o cachorro Tom (Foto: Arquivo pessoal)

É importante também que a pessoa esteja ciente que a adoção pode acontecer rapidamente, como pode demorar. Com exceção de casos em que entidades e protetores buscam lares temporários com tempo pré-determinado para acabar, a situação costuma ser imprevisível. E é preciso lembrar que o animal é um ser senciente que deve ser tratado com responsabilidade.

Veja abaixo uma lista de entidades que buscam pessoas para oferecer lar temporário. Clique nos nomes das ONGs para ser direcionado às redes sociais de cada uma delas.


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Projeto troca tatuagem por ração para animais resgatados por ONG

Através do projeto, a tatuadora arrecadou mais de duas toneladas de ração em 2019


A tatuadora Rayza Peralta está oferecendo, através do projeto Tattoo + Ração, duas tatuagens por R$ 120 e mais um saco de ração de 6 kg para cães e gatos em Cuiabá (MT). O alimento será entregue para a Associação Mato-Grossense Protetora dos Animais (Apam).

Foto: Rayza Peralta/Arquivo pessoal

“A ideia do projeto é incentivar as pessoas a adotarem e doar, ou ate mesmo ajudar em pequenos gestos. Um animal não é um objeto ou brinquedo, é um ser que tem muito amor para dar e tem necessidades básicas, como fome, frio e dor”, afirmou ao G1.

As tatuagens minimalistas devem ter até 5 cm cada. Serão feitas com traços finos, na cor preta, e podem ser escritas ou desenhos. Podem ser feitas em uma ou duas pessoas, com agendamento no mesmo dia em caso de dupla.

O projeto teve início em 2019, quando mais de 2 toneladas de ração foram arrecadadas.

Foto: Rayza Peralta/Arquivo pessoal

“Como humanos, temos a missão de ajudar os animais e os locais que oferecem abrigo e amor, mas tem demandas e necessidades grandes. A quantidade de pessoas dispostas a ajudar no projeto me motivou muito a fazer uma segunda edição”, explicou.

Após lançar o projeto, a agenda da tatuadora foi fechada, em 2019, em menos de uma semana. Outros artistas, motivados pela ação de Rayza, também lançaram projetos voltados aos animais.

O estúdio da tatuadora fica no bairro Jardim Guanabara, em Cuiabá.


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Vídeo de mulher cobrindo cão abandonado com seu cachecol viraliza na internet

O caso aconteceu em uma cidade da Turquia e comoveu internautas no mundo inteiro


Uma câmera de segurança registrou o momento em que uma mulher usa seu cachecol para esquentar um cachorro abandonado na cidade de Zonguldak, na Turquia. As imagens viralizaram recentemente na internet.

Reprodução

O caso aconteceu quando a mulher saía de uma loja. Ao se deparar com o animal encolhido, Duygu Elma, de 23 anos, decidiu cobri-lo com seu cachecol e, em seguida, foi embora. As informações são do portal O Povo.

O vídeo comoveu internautas no mundo inteiro. Confira abaixo:


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Atriz Paolla Oliveira pinta quadros em prol de ONG de proteção animal

A artista é apaixonada por animais e usa as redes sociais para incentivar seus seguidores a adotar cães e gatos


A atriz Paolla Oliveira pintou dois quadros nesta terça-feira (12) para ajudar a ONG de proteção animal Paraíso dos Focinhos.

Madrinha da entidade, a artista pintou os quadros para que eles sejam rifados, arrecadando, assim, fundos para a associação arcar com os gastos dos animais resgatados.

Reprodução/Instagram/Paolla Oliveira

A rifa está sendo vendida por meio do perfil do Facebook da Paraíso dos Focinhos. O valor arrecadado será revertido para castrações de animais. As informações são do portal O Fuxico.

Com 800 números, vendidos cada um a R$ 10, a rifa será finalizada no dia 23 de novembro e o sorteio por meio de uma live.

Paolla Oliveira, que atualmente interpreta a personagem Vivi Guedes na novela “A Dona do Pedaço”, da Globo, é apaixonada por animais e sempre publica fotos e vídeos dos cães e gatos que tutela.

Por meio das redes sociais, a atriz faz ativismo em prol dos animais e incentiva seus seguidores a adotá-los ao invés da comprá-los.


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Motorista para ônibus e salva a vida de cachorro atropelado no RJ

O cachorro foi resgatado e levado para uma clínica veterinária. Após a consulta, ele foi levado para a casa do motorista

Um motorista de ônibus da Viação Redentor, que dirigia um veículo da linha 368, resgatou um cachorro atropelado na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Foto: Reprodução/ TV Globo

O resgate aconteceu na sexta-feira (18) na subida da serra Grajaú-Jacarepaguá. Michel parou o veículo e retirou o cachorro atropelado da rua assim que o viu.

Em seguida, o motorista gravou um vídeo na tentativa de encontrar os tutores do animal, da raça sharpei, e divulgou nas redes sociais. As imagens viralizaram e a atitude do homem foi aplaudida pelos internautas. As informações são do G1.

“O cachorro é muito tranquilo, ele está machucado”, afirmou Michel ao contar que resgatou o animal e que precisava encontrar os tutores dele.

Após o resgate, o motorista levou o cão para uma clínica veterinária e, depois, para sua casa. Com a repercussão do vídeo, o motorista localizou o tutor de Serra, como foi batizado o cão devido à região em que foi encontrado.

Michel já entrou em contato com o tutor do animal e logo irá levá-lo para sua família.


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Homem funda abrigo para cachorros idosos abandonados pelos tutores

Na Sheps Place, nos Estados Unidos, os cães podem viver sua velhice com conforto, recebendo amor e os cuidados necessários


Comovido com o sofrimento de cães idosos abandonados pelos tutores, o norte-americano Russell Clothier fundou a Sheps Place, uma espécie de “casa de repouso” para cachorros.

Reprodução/ Portal The Greenest Post

O nome do local é uma homenagem a Shep, um beagle com cerca de 10 anos que foi encontrado por Russel após ser abandonado na rua. A partir daquele encontro entre os dois, o norte-americano passou a enxergar a realidade do abandono de cães idosos e decidiu agir. As informações são do The Greenest Post.

A princípio, Russel passou a ser voluntário em um abrigo para animais. No entanto, ao notar que muitos cães idosos passavam o resto de suas vidas presos em gaiolas nos abrigos, já que não encontravam pessoas dispostos a adotá-los, ele decidiu fundar a casa de repouso.

Para executar seu objetivo, Russel alugou uma casa, a reformou e passou a receber os cães. Com espaço para abrigar 20 cachorros, a Sheps Place está localizada no estado de Missouri, nos Estados Unidos.

Os cães são enviados ao local por abrigos parceiros de Russel. As parcerias foram firmadas para evitar que pessoas abandonem cães em frente à casa de repouso e também para ajudar a diminuir a superlotação dos abrigos.


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‘Ia morrer de tão frágil que é’, diz PM após resgatar cadela abandonada

Ainda filhote, a cadela já conheceu o sofrimento causado pelo abandono. Sua história, porém, teve final feliz: após ser resgatada, ela encontrou um lar


Uma cadela com cerca de dois meses de vida foi resgatada na quinta-feira (19) pelo tenente da Polícia Militar Ramon Victor Bovenzo Alves, de 26 anos durante patrulhamento em Praia Grande (SP).

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Foto: Arquivo Pessoal

Assustada e desorientada, a cadela estava no meio da rua quando foi encontrada pelo policial, que se negou a virar as costas para ela e a levou para casa. O resgate aconteceu na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Maracanã.

Após ser resgatada, a cadela foi levada a uma clínica veterinária e já ganhou até um lar.

“Ela chegou a fugir um pouco de mim, mas consegui pegá-la e levei para a minha casa. Não tinha condições dela ficar sozinha na rua, ia morrer de tão frágil que é. Apesar de ainda estar assustada, ela é extremamente dócil e já se apegou muito a mim. Chega até a chorar quando não estou perto, parece um bebê”, disse o policial ao G1.

Como já tutela três cachorros, Alves não tem condições de adotar mais um animal e, por isso, usou as redes sociais para divulgar a história da cadela. Foi assim que ele conseguiu encontrar uma pessoa para adotá-la. O novo tutor é conhecido de um familiar do tenente e levará a cadela para casa neste final de semana.

Foto: Arquivo Pessoal

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Ex-soldado do Exército aprende a pilotar avião para salvar animais que seriam sacrificados

Ex-soldado veterano do Exército dos Estados Unidos, Paul Steklenski, de 45 anos, decidiu aprender a pilotar avião para viagem pelo mundo salvando cachorros e gatos que seriam sacrificados. Em muitos países, tirar a vida de animais saudáveis como forma de controle populacional ainda é uma prática permitida.

Foto: Reprodução/CNN

Ao lado de Tessa, uma cadela que acompanha Steklenski nas viagens, o ex-soldado já salvou 742 animais. As informações são da CNN.

Inicialmente, Steklenski pensou em resgatar os cães e gatos usando um ônibus ou uma van.  No entanto, em 2013 decidiu iniciar os estudos em uma academia de pilotos. Após se formar, ele passou a usar um avião para salvar a vida dos animais.

Dois anos depois, o ex-soldado fundou a ONG “Flying Fur Animal Rescue”. Na época, ele também deixou de alugar aviões e comprou um especificamente para os resgates. A aeronave transporta até 23 animais por vez, mas Steklenski sonha mais alto e planeja, no futuro, comprar outro avião ainda maior.

Foto: Reprodução/CNN

“Ver os cães nos canis partia-me o coração. Era horrível pensar que havia tantos animais a sendo sacrificados”, afirmou o ex-soldado.

Steklenski gasta de 340 a 515 euros (R$ 1400-2200) por cada operação de resgate. Apesar de pedir doações, o piloto investe, do próprio bolso, mais de 8,5 mil euros por ano no projeto.

Além do auxílio que presta aos animais que resgata, Steklenski adotou, há um ano, sua segunda cadela, Layla. Desde então, ele tira um dia por mês para voar até canis e resgatar alguns cães e gatos, que depois são entregues a abrigos que não fazem sacrifício.

“É um trabalho extremamente emocional, mas muito recompensante”, disse. “Quando o motor começa a trabalhar, eles adormecem ou ficam acordados olhando pela janela. Tenho a sensação de que eles sabem que coisas melhores lhes vão acontecer”, completou.

Foto: Reprodução/CNN

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