um frame do vídeo citado na matéria. a mulher perto de uma gaiola. ela estende sua mão para a câmera
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Mulher é condenada a 3 anos de prisão por abusar sexualmente de macaco

Um tribunal na cidade de El-Mansura, no Egito, condenou Basma Ahmed, de 25 anos, a três anos de prisão por assediar sexualmente um macaco. As acusações foram de incitar a devassidão e cometer um ato obsceno em público, de acordo com uma fonte judicial.

um frame do vídeo citado na matéria. a mulher perto de uma gaiola. ela estende sua mão para a câmera
Foto: YouTube | Reprodução

Ela foi presa em outubro depois que um vídeo de 90 segundos do incidente se tornou viral entre jovens, estudantes de escolas e universidades e em sites de mídia social, informou o jornal egípcio Al-Ahram.

O vídeo mostra Ahmed rindo e fazendo insinuações sexuais enquanto tocava os genitais de um macaco em uma loja de venda de animais na cidade de El-Mansura. Pessoas ao redor riam da cena.

Ahmed foi detida em outubro e confessou o crime, mas disse que “não tinha a intenção de cometer um ato indecente e que ela só queria fazer cócegas no macaco”, segundo indicou o jornal.

Basma Ahmed mora em uma aldeia em Aja, onde ela admitiu que uma de suas amigas a filmou. O vídeo provocou uma forte reação on-line e indignação no país, com vários comentários criticando suas ações.

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um touro saltando e dois homens, um se levanta do chão e outro estende suas mãos para o touro
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Ativistas pedem a proibição de rodeios após touro ser ferido e morto com um tiro

Ativistas em defesa dos direitos animais pedem ao governo da Nova Zelândia pelo fim da prática dos rodeios depois que um touro teve sua perna ferida e foi baleado na cabeça. As imagens do evento em Gisborne, na Ilha Norte da Nova Zelândia, na última quinta-feira (27), mostram o touro caindo sobre sua perna traseira, causando uma séria lesão.

um touro saltando e dois homens, um se levanta do chão e outro estende suas mãos para o touro
Foto: Facebook | Reprodução

Momentos depois, o touro foi visto mancando de pé, incapaz de colocar seu peso na perna de trás. As imagens foram compartilhadas online, provocando indignação geral na população.

O porta-voz da Direct Animal Action, Apollo Taito, disse que o animal agonizou durante 25 minutos antes de ser baleado na cabeça. “Já não podemos suportar ver animais sendo vítimas da exploração pelo entretenimento em rodeios. Essa situação precisa de ação urgente agora ”, disse ele.

Inúmeras pessoas nas redes sociais estão pedindo ao governo da Nova Zelândia que tome medidas para o fim desses eventos cruéis. “Isso é de cortar o coração. Tudo pela causa do entretenimento humano, os rodeios deveriam ser proibidos”, disse um dos comentários no post da New Zealand Anti-Rodeo Coalition no Facebook.

O parlamentar verde Gareth Morgan foi ao Twitter para compartilhar sua repulsa pelo incidente. “A morte dolorosa de hoje no rodeio de Gisborne mostra exatamente por que essa forma bárbara de entretenimento precisa parar”, disse ele.

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o cachorro pincho deitado sobre uma manta
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Cão abusado sexualmente inspira criação de lei de proteção animal na Espanha

Foi lançada uma petição para tornar mais rigorosas as leis de bem-estar animal na União Europeia, alterando a Diretiva 98/58/CE de 1998 relativa ao bem-estar dos animais para que inclua os animais domésticos. A petição começou logo após a história de Pincho se tornar viral em maio deste ano na Espanha.

o cachorro pincho deitado sobre uma manta
Foto: GoFundMe

Pincho foi abusado sexualmente por mais de cinco anos pelo irmão de seu tutor na Espanha. O irmão do tutor teria abusado do cachorro durante as visitas à casa de seu irmão nos fins de semana.

O cão ainda sofre com lesões crônicas e dupla incontinência devido ao abuso sexual que sofreu desde que era um filhote. Foi posteriormente descoberto que ele tem 7 fraturas em sua pélvis, dor nas costas, e severos danos severos a dois ligamentos cruciais, resultando em extrema dificuldade para andar e tornando-o dependente de fraldas para o resto de sua vida.

O “Rescue Group for Spanish Animals” (RGSA), que luta pelos direitos animais na Espanha, ajudou Pincho a encontrar uma nova casa no Reino Unido com Yvonne, que lançou uma campanha de financiamento coletivo para tentar cobrir as contas do veterinário do cão, pois ele precisava de três operações. A resposta do público foi monumental, arrecadando mais de 15 mil dólares.

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um urso-negro andando sobre rochas
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Nove pessoas são presas por crueldade contra ursos-negros nos EUA

Nove pessoas foram presas na Flórida por abuso e crueldade contra ursos-negros numa tentativa de treinamento de cães para caça. Os criminosos usaram tortas e manteiga de amendoim como isca para atrair os ursos.

um urso-negro andando sobre rochas
Foto: Getty Images

A Procuradora Geral da Flórida, Pam Bondi, uma das responsáveis pela investigação que durou um ano, disse que aquela era uma das “mais terríveis” violações que ela já havia visto. Filmagens durante a coletiva de imprensa mostraram ursos sendo atacados por vários cães de caça.

“É verdadeiramente horrível,” disse Bondi durante a coletiva de imprensa. O grupo estava “treinando cães para perseguir e atacar os ursos”, disse Bondi.

Múltiplas violações foram documentadas em um depoimento de 45 páginas em terras públicas e privadas nos condados de Flagler, Volusia, Union, Marion, Duval e Baker. Os investigadores, Todd Hoyle e Benjamin Gill, descreveram encontrar dois ursos mortos, um no condado de Volusia e outro no condado de Union.

Os policiais disseram que os acusados ​​atraíram os ursos-negros, colocando vasilhas de comida de cachorro, bolos e donuts, e manteiga de amendoim em várias áreas arborizadas, então fizeram seus cães perseguirem e ferirem os ursos.

Os réus “orgulhosamente filmaram e publicaram alguns desses ataques cruéis no Facebook, Instagram e Snapchat”, disse Bondi. “Isso não é caça, isso não é um esporte. Isso é crueldade com os animais, o pior dos piores. Claro que era para lucro, mas acredito que foi pelo prazer doentio.”

As acusações incluem crimes e infrações, incluindo crueldade contra animais, sequestro de ursos negros, bem como violações da Lei de Organizações Corruptas e Influenciadas por Fraude, uma lei federal dos Estados Unidos que prevê penalidades criminais prolongadas por atos praticados como parte de uma organização criminosa em andamento, também conhecida como RICO. Os crimes de primeiro grau são puníveis com até 30 anos de prisão.

Foram presos Christopher Elliot Haun, 42, William Tyler Wood, 29, Troy Travis Starling, 45, Dustin Reddish, 25, e Haley Reddish, 25, de Lake Butler; Charles Luther Scarbrough III, 30, e Hannah Weiner Scarbrough, 27, de Callahan; Mark Lindsey, 26, de Moultrie, Georgia, e William Edward Landrum, 39, de Millboro, Virgínia.

Os policiais usaram uma combinação de vigilância e rastreadores móveis e mandados para mídias sociais e registros de telefones celulares, incluindo contas do Facebook, Instagram e Snapchat. De acordo com o depoimento, Lindsey e Wood viajaram para Wisconsin e Michigan para transportar os cães.

O depoimento descreve meses de postagens nas mídias sociais dos réus, com fotos e vídeos de cães perseguindo e atacando ursos, em vários condados, incluindo a área de relay Wildlife Management, em terras privadas nos condados de Volusia e Flagler e na Floresta Nacional de Ocala.

Um vídeo mostra Wood batendo em uma árvore com um graveto para fazer com que o urso caísse da árvore para que os cães pudessem atacá-lo, afirmou o depoimento. O grupo que assistia aplaudiu quando o urso caiu e os cachorros atacaram.

Outro vídeo, postado por Lindsey, mostrou um urso deitado de costas sendo atacado por um grande bando de cães, incluindo cães segurando-o pelas orelhas enquanto os outros o mordiam. Os policiais disseram que outro vídeo mostrava Stalling e um indivíduo não identificado tirando a pele de um grande urso-negro.

A investigação incluiu uma operação policial secreta onde os oficiais flagraram os réus entrando em uma área fechada sem permissão para tirar sacos de donuts de uma lata de lixo de uma loja de donuts da Krispy Kreme, em Jacksonville.

Os Reddishes foram flagrados examinando uma área com armadilhas para ursos e liberando seus cães em 18 de maio, 27 de maio e 30 de maio no condado de Flagler, onde os oficiais mais tarde encontraram donuts, bolos e manteiga de amendoim. Em 16 de junho, os policiais notaram que Dustin Reddish foi para um novo local no Clube de Caça no condado de Volusia e ficou cerca de duas horas. Alguns dias depois, os policiais encontraram barris com donuts em decomposição e manteiga de amendoim.

Em junho, um rastreador GPS mostrou que um cachorro provavelmente encurralou um urso em Relay, no condado de Volusia, evento posteriormente publicado no Snapchat e no Instagram, escreveram os policiais no depoimento. Em julho, os policiais encontraram um urso morto flutuando no rio próximo de Relay.

Usando centenas de rosquinhas, os criminosos ​​atraíram os ursos, disse Bondi. “Eles estavam tentando assassiná-los de uma forma doente e desumana que não seria tolerada. Isso aconteceu de novo e de novo e de novo. (Eles) puseram armadilhas em vários lugares durante todo o ano em propriedades que não os pertenciam, e faziam isso com os ursos-negros. Eu acho que isso está acontecendo em todo o país, talvez com outros animais”

Alguns dos cães foram enviados para a Flórida por proprietários de fora do estado para serem treinados como cães de caça, disse Bondi. A Comissão de Conservação à Vida Selvagem na Flórida recuperou 53 cães durante a investigação, mas disse que “muito mais cães” podem estar sendo explorados em operações de caça e treinamento. A declaração afirmou que Woods e Lindsey viajaram para Wisconsin e Michigan em janeiro para o transporte de cães de caça.

Haun é acusado de conspiração, extorsão, brigas de animais, e transportar ilegalmente um urso negro. Este não foi o primeiro contato de Haun com a Comissão. Em junho de 2014, ele foi acusado de permitir que seus cães perseguissem animais selvagens fora da temporada na Área da Vida Selvagem do Lago George. A agência também o acusou em relação a um acidente de barco em 1999.

Grupos ambientalistas reagiram rapidamente ao anúncio de Bondi. Julie Wraithmell, diretora executiva da Audubon Florida, divulgou um comunicado dizendo que estava agradecida por ver a Comissão ​​”perseguir abusos da vida selvagem da Flórida em toda a sua extensão”.

“Os ursos negros são uma parte importante dos ecossistemas e da herança da Flórida”, disse Wraithmell, “e estamos felizes em ver a agência protegendo-os de abusos criminosos como este.”

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Homem tortura cachorros e transmite as filmagens na internet

O homem, identificado como Qiu Hengqing, de 30 anos, estava organizando transmissões ao vivo dos atos ultrajantes contra os cachorros, incluindo jogá-los em um freezer e forçá-los a ingerir wasabi e álcool, de acordo com relatórios.

Cada assinante pagava entre 80 e 120 yuans, de 45 a 67 reais, para ter acesso ao grupo fechado onde o criminoso postava os vídeos regularmente. Durante as transmissões ao vivo, os expectadores davam sugestões de métodos de tortura.

Um dos vídeos mostra um poodle lutando e chorando alto enquanto Qiu o filma sendo estrangulado. Outro cão foi visto sendo agredido por Qiu antes de sair correndo. Ele também prendia os cachorros e empurrava uma pasta, que acredita-se ser wasabi, na boca de um dos cachorros. Cerca de 10 ativistas locais invadiram a casa do homem na segunda-feira depois de rastreá-lo, segundo o relatório.

Ativistas resgatando os poodles da casa de Qiu. Foto: AsiaWire

Ativistas dos direitos animais na cidade de Qingzhou, China, formaram um grupo de voluntários e resgataram com sucesso os três poodles depois de rastrear o criminoso.

Uma filmagem mostra bandeiras vermelhas brilhantes com as palavras “Diabo de sangue Qiu Hengqing abusando de cães, sangue por sangue” em sua residência antes do resgate de três cães enjaulados. Um dos ativistas disse a repórteres que Qiu queria vingança contra um poodle que o mordera anteriormente.

Qiu admitiu seus erros e pediu desculpas por seu comportamento. Ele também prometeu cortar a mão se ele fosse pego novamente abusando de cães, acrescentou o relatório.

“Esperamos que o homem cumpra sua promessa e nunca mais abuse dos cachorros ou de qualquer outro animal”, disse Keith Guo, diretor de comunicação da PETA na China.

“As pessoas que abusam de animais em busca de lucro, vingança ou por diversão devem ser impedidas. Ao mesmo tempo, esperamos que as empresas por trás das plataformas de mídia social possam ser mais diligentes na descoberta e exclusão de contas semelhantes. Especialistas identificaram a crueldade com animais como um sinal de psicopatia”, disse Guo, acrescentando que é por isso que a China precisa urgentemente de uma lei de proteção animal.

Enquanto a China tem uma legislação que protege a fauna marinha e terrestre, ainda é preciso uma lei que proteja o bem-estar animal ou evite a crueldade contra os animais.

Em setembro de 2009, ativistas dos direitos animais e especialistas jurídicos começaram a divulgar um projeto de lei sobre a proteção dos animais e, em 2010, um projeto sobre a prevenção da crueldade aos animais para serem aprovados pelo Conselho de Estado, de acordo com a Human Rights na China, uma ONG com sede em Nova York.

O projeto propõe uma multa de até 6 mil yuans, pouco mais de 3 mil reais, e duas semanas de detenção para os culpados de crueldade contra animais. No entanto, até hoje, nenhum progresso foi feito.

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vacas em uma área de pasto com montanhas de árvores ao fundo
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Fazendeiro injeta óleo diesel em vacas para falsificar testes

O fazendeiro declarou que foi motivado a praticar esse crime devido às pressões financeiras e disse ter injetado os animais depois de ouvir sobre outros agricultores fazendo a mesma coisa. Ele recebeu apenas uma advertência pelo crime cometido.

vacas em uma área de pasto com montanhas de árvores ao fundo.
Foto: Getty Images

Ele admitiu a ofensa ao conselho do condado de Ceredigion, no País de Gales, em um comunicado dizendo que ele injetou um líquido de hidrocarboneto nos animais para imitar os resultados positivos da tuberculose antes de serem testados em dezembro de 2016. A Farmer’s Weekly descreveu o potencial de compensação financeira como “significativo”.

Gareth Lloyd, membro do gabinete de proteção pública de Ceredigion, disse em um comunicado que “oficiais do conselho trabalharam em parceria com colegas de departamentos do governo para identificar acusações.”

“O conselho está satisfeito que o assunto tenha sido tratado com uma admissão de culpa e resolvido com cautela. O conselho sempre trabalhará no interesse público para trazer tais ofensores para registrar e destacar tais ações fraudulentas.”

“Simplesmente não é aceitável que esta prática repugnante esteja ocorrendo, uma vez que mancha todos os fazendeiros respeitadores da lei e responsáveis. O conselho não hesitará em lidar com os casos que surgirem, para acabar com essa atividade criminosa.”

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Um peru parcialmente depenado, outros perus estão ao fundo.
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Investigação revela que perus sofrem com doenças e tortura em fazenda no Reino Unido

Uma investigação secreta feita pelo grupo de ativistas, Surge, mostra o horror no interior de uma fábrica de perus no Reino Unido. As atrocidades foram capturadas em vídeo, e mostram a realidade comum a diversas empresas que criam aves para o consumo humano.

Um peru parcialmente depenado, outros perus estão ao fundo.
Imagem retirada do vídeo publicado pela Surge. Foto: Reprodução | Facebook

De acordo com Surge, as imagens foram tiradas em uma instalação administrada pelo grupo Faccenda, que pertence à Avara Foods. A Avara cria 100 milhões de frangos e perus a cada ano, abastecendo vários grandes varejistas.

“Investigadores disfarçados que trabalham para a Surge descobriram perus sofrendo horrivelmente em uma fazenda padrão de perus do Reino Unido”, disse Ed Winters, co-diretor da Surge. “Esses animais, tratados como nada além de mercadorias, mostraram-se gravemente coxos e com dores terríveis, uma consequência da demanda do consumidor por sua carne.”

“Esta é a realidade sombria de como é a vida dos animais de criação no Reino Unido, um país que prega ter os mais altos padrões de bem-estar no mundo. O que isto prova é que os regulamentos de bem-estar nunca serão capazes de proteger esses animais e, enquanto houver demanda, haverá exploração. A única maneira de realmente acabar com o sofrimento animal é viver um estilo de vida vegano.”

Em resposta às filmagens, que foram filmadas no começo do ano, Avara divulgou um comunicado dizendo que as imagens foram editadas para “focar em um pequeno número de perus que estavam sofrendo com problemas de saúde, que deveriam ter sido resolvidos mais cedo.”

“Assim que vimos este filme, em março, imediatamente agimos. Identificamos a fazenda envolvida e solicitamos três auditorias independentes, além de aumentar o número de visitas de nossa própria equipe”, disse Avara.

“Nenhuma dessas auditorias relatou preocupações sobre a saúde das aves no local ou no meio ambiente. No entanto, não somos complacentes e permanecemos vigilantes. Continuaremos a monitorar e sempre incentivar qualquer um que tiver preocupações a entrar em contato conosco para continuarmos a atender aos mais altos padrões.”

Os perus teriam vivido no galpão entre oito e 26 semanas antes de serem abatidos. Os investigadores disseram que viram muitos das aves perderem suas penas, o que eles acreditavam ser devido ao estresse, problemas de saúde e ferimentos infligidos por outras aves por habitarem um cativeiro povoado além da capacidade.

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Um homem passeando com seu cachorro em um corredor gramado ladeado por cercas vivas. O cachorro é cinza e está no lado direito da imagem, o homem está à sua esquerda.
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Espanha aprova mudança da natureza jurídica dos animais

Na quarta-feira, 12, o Congresso da Espanha começou a elaborar a versão final do projeto de lei que mudará a forma como animais são tratados pela justiça. O atual código civil espanhol ainda considera animais como bens móveis, igualando-os ao mesmo patamar de um carro ou uma moto.

Um homem passeando com seu cachorro em um corredor gramado ladeado por cercas vivas. O cachorro é cinza e está no lado direito da imagem, o homem está à sua esquerda.
Mais um passo a favor da dignidade dos animais. Foto: Getty Images

O projeto foi apresentado pelo senador espanhol Avelino de Barrionuevo em 2017 e recebeu apoio unânime de todos os partidos. Agora, após a inserção de 115 emendas, as deliberações para redigir a versão final do projeto já começaram. A previsão é de que isso seja finalizado até fevereiro de 2019.

Se esse projeto for aprovado, a nova lei impedirá animais domésticos de serem apreendidos junto com outros “bens” pelo poder público em caso de inadimplência de pagamento. E também permitirá aos reguladores decidir qual parceiro obterá a custódia do animal depois de uma separação ou divórcio.

As mudanças na legislação vão abordar o que acontece com um animal doméstico quando seus cuidadores se separam, levando em conta o bem-estar animal. A legislação sobre hipoteca e processo civil também terá que ser modificada para garantir que os animais não possam ser confiscados pelo governo.

A deputada federal Sara Carreño disse que seu partido queria um projeto mais ambicioso, mas o Partido Popular da Espanha não queria que as touradas fossem afetadas. A nova legislação deveria pelo menos acabar com os subsídios públicos para as touradas ou qualquer outra atividade que envolva o abuso de animais, ela acrescentou.

“Se eles agora são ‘seres com sentimentos’, então quer dizer que os touros não sentem?”, perguntou o deputado Sergi Miquel, do Partido Democrático Europeu da Catalunha.

A Catalunha proibiu as touradas em 2011, apesar de não ter banido outras práticas envolvendo touros em festas populares. Em 2016, o governo da Espanha revogou a decisão da Catalunha por ser considerada inconstitucional.

Barrionuevo disse que algumas das emendas propostas pelos outros partidos são mais relacionadas às legislações sobre o bem-estar animal, o que não é o caso desse projeto. “A ideia é conseguir o máximo de consenso possível,” disse ele, sabendo que o próprio partido propôs 13 emendas, “o que é incomum, mas fomos nós que propomos o projeto.”

As emendas foram resultado de conversas com associações protetoras de animais e outros grupos que identificaram algumas falhas no projeto original. Uma das emendas adquire ao tutor o direito a processar por danos morais, além da responsabilidade civil existente quando o animal é ferido por um terceiro.

Javier Antón Cacho, representante socialista, disse que “existe uma atitude construtiva que visa a tomada de decisões que estejam de acordo com a mentalidade da sociedade atual”.

A medida recebeu aprovação dos grupos de ativistas de direitos animais, mas foi considerada ainda insuficiente. Javier Moreno, porta-voz do Animal Equality, disse que a Espanha precisa de uma lei nacional de proteção aos animais, para que não caiba aos governos regionais as decisões sobre assuntos como o assassinato de animais.

Moreno também apoia a proibição de atividades que explorem animais, como touradas ou shows circenses. “Agora isso depende de autoridades municipais,” ele disse. “É preciso determinação política e coragem, porque a Espanha está na perdendo na retaguarda quando se trata de proteção aos animais, apesar da conscientização social ter aumentado nos últimos anos.”

De acordo com Eva Ramos, advogada do partido de direitos animais, as 115 emendas poderão alterar drasticamente a versão final do projeto. Ela disse que o projeto deveria abordar a possibilidade de custódia temporária em caso de abuso animal, por essa questão ser constantemente utilizada como uma ferramenta de controle nos casos de violência doméstica.

“Nós vemos casos de pessoas sendo abusadas fisicamente mas que não saem de casa para não abandonar seus animais.”

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Homem é investigado por esfaquear cães em SP

Um ajudante-geral de 32 anos é investigado pela Polícia Civil por esfaquear pelo menos dois cães no último dia 2 de setembro na Zona Sul de São Paulo.

Um vídeo amador que mostra um homem ferindo dois cachorros com uma faca circula nas redes sociais na internet. Policiais disseram que o ajudante é quem aparece nas imagens das agressões gravadas por celular na Rua Dover, na Capela do Socorro.

Imagem feita por celular grava o momento em que um homem esfaqueia um cachorro neste mês na Zona Sul de São Paulo (Reprodução | Redes sociais)

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública (SSP), o ajudante, que não teve o nome divulgado, se apresentou à polícia após ter sido denunciado por testemunhas.

Ele alegou que estava bêbado e não teve a intenção de ferir os animais, que estariam comendo a carne da sua churrasqueira. Após ser ouvido, foi liberado.

O caso foi registrado na Divisão de Investigação Sobre Infrações de Maus Tratos a Animais (DIIMA), do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).

A pasta da Segurança informou que o homem é investigado por suspeita de ter cometido ‘ato de abuso a animais’. Somente após concluir a investigação é que a polícia poderá indiciá-lo pelo crime.

Os animais feridos foram resgatados por uma instituição de proteção animal. Eles não correm risco de vida.

Fonte: G1

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Mais de 60 cães são resgatados das casas de abusadores de animais já condenados

Um dos cães resgatados da propriedade do abusador Terry Baker | Foto: BC SPCA

Chapéu: Reincidência cruel

Título: Mais de 60 cães são apreendidos de casas de abusadores de animais já condenados

Olho: ONG canadense luta pela criação de um registro federal de crueldade contra animais e por penas mais duras aos infratores

Pegar agressores de animais reincidentes continua a ser um desafio para a ONG BC SPCA, depois que 62 cães foram resgatados das casas de três pessoas já previamente condenadas por crueldade contra animais na região de Cariboo, no Canadá.

Terry Baker, foi acusado de dois crimes envolvendo crueldade contra animais sob o Código Penal do Canadá, depois que 46 cães, a maioria de grande porte, entre adultos e filhotes foram apreendidos em sua casa em Williams Lake, em fevereiro.

Entre os cães vários border collies, huskies e samoyedas, que estavam muito assustados e não tinham qualquer abrigo, o saneamento era precário, e o local mal ventilado, descreve a ONG.

Se for condenado, Baker poderá receber uma multa máxima de 10.000 dólares (cerca de 39 mil reais), até cinco anos de prisão e uma proibição vitalícia de ter animais em sua companhia. Ele já estava limitado a conviver com 10 cães, seis cavalos e 10 galinhas depois de receber uma dispensa condicional ao se declarar culpado de crueldade animal em Saskatchewan.

Em Quesnel, outros 16 cães foram encontrados apertados em caixas imundas, sem acesso a comida ou água. A BC SPCA está recomendando acusações de crueldade contra a mãe e a filha, Karin e Catherine Adams.

As duas receberam uma proibição de 20 anos em 2015 para ter a companhia de animais e, mais tarde naquele mesmo ano, foram novamente acusadas depois que cavalos, cães e pássaros magros e desnutridos foram encontrados em sua nova propriedade em Alberta. Catherine foi condenada enquanto a segunda acusação contra sua mãe foi rejeitada.

“É extremamente frustrante lidar com reincidentes, particularmente com aqueles que violam os termos de sua sentença”, disse Marcie Moriarty, chefe de prevenção e fiscalização da ONG.

Moriarty diz que, embora as condenações de crimes federais valham em todo o país, as províncias dificilmente o fazem, por isso pegar os infratores reincidentes é difícil, eles não são impedidos de conseguir novos animais.

“O desafio com as Karin e Catherine Adams do mundo é que, se tiverem apenas uma proibição provinciana e se elas estiverem motivadas o suficiente, poderão se mudar de província e começar de novo a acumular, criar e vender animais”, disse ela.

A BC SPCA luta pela criação de um registro federal de crueldade contra animais, porém ela admite que ele não será suficiente para impedir as pessoas de acumular animais.

Como animais não são produtos, eles não podem ser vendidos mas uma vez que essa prática é permitida pelas leis do país, tudo que a organização pode fazer por enquanto é ter esperança que os criadores pesquisem potenciais compradores on-line para ver se foram condenados.

Caso exista uma condenação, a BC SPCA espera que haja algum tempo de prisão para quem vende e quem compra e uma proibição absoluta de conviver com animais.

Os juízes não gostam de ver suas decisões violadas e já temos uma acusação de violação aprovada contra esses indivíduos e agora teremos outra”, disse Moriarty. “Creio que isso demonstra claramente que essas pessoas têm total desrespeito pela lei e pelos animais.”

Dos 46 cães apreendidos da propriedade de Baker, oito permanecem sob os cuidados da BC SPCA.

“O fato de que a maioria dos cães respondeu bem à modificação de ambiente tratamento ao ponto de sermos capazes de encontrarmos novos lares para eles é bastante incrível, dada a condição em que eles estavam quando foram resgatados”, disse Moriarty.

De acordo com a BC SPCA, são investigados quase 10.000 denúncias de abuso e crueldade contra animais a cada ano em Britsh Columbia.

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Ativistas abrem processo contra empresa de exportação de animais vivos

Ativistas pelos direitos animais entraram na justiça contra o governo federal australiano e  uma empresa exportadora. A medida tem intenção de bloquear a licença da empresa para a exportação de animais vivos.

A ação veio em resposta às mais de 58 mil ovelhas que deixaram o oeste da Austrália na semana passada, a bordo de um navio Emanuel Exports, com destino ao Oriente Médio.

A exportação de animais vivos gera diversas consequência.
(Foto: Mead Leon)

O grupo Animals Australia argumentará no Tribunal Federal em Melbourne, nesta quinta-feira (14), que a licença de exportação concedida pelo Departamento de Agricultura é ilegal.

A permissão requer que certas condições sejam cumpridas antes de ser concedida, incluindo a manutenção de padrões de saúde, bem-estar e necessidades físicas das ovelhas que serão transportada, e que as documentações da viagem estejam adequadas.

“A posição da Animals Australia é que, diante das condições exigidas, é impossível entender como qualquer autoridade, agindo de forma razoável, poderia ter concedido essa permissão de exportação”, disse Shatha Hamade, consultor jurídico.

A ação legal acompanha imagens publicadas pela Animals Australia, que mostram animais em condições horríveis em navios de exportação do Oriente Médio.

Esse episódio levou o governo australiano a rever as exportações de ovinos vivos durante o verão do Oriente Médio, que começaram este mês,e ampliou os pedidos de defensores dos animais para que esse comércio seja proibido.

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Apresentador James Corden afirma ter abandonado o consumo de carne

O apresentador de “The Late Late Show” nos Estados Unidos explicou que abandonou o consumo de carne depois ter lido sobre o abuso de elefantes. “Fiquei chateado com o bem-estar animal enquanto comia um sanduíche de bacon”, disse ele ao Radio Times.

O apresentador abandonou o consumo de carne
Foto: divulgação

“Eu pensei: ‘Bom, você não pode ficar realmente chateado com os elefantes e não pensar nos porcos’. Espero poder continuar assim, certamente irei tentar. ”

O apresentador e ator atualmente está promovendo seu último filme, “Oito Mulheres e Um Segredo”, que ele interpreta ao lado de Rihanna e Sandra Bullock.

Ele perdeu quase 40kgs antes de assumir o emprego nos EUA, e o próximo passo é tornar-se vegetariano, eliminando os peixes de sua dieta. “Será um processo gradual”, disse ele.

O ex-astro de Gavin e Stacey, de 39 anos, também disse que em seus anos mais jovens, ele não imaginava que se tornaria a estrela que é hoje.”Ninguém está mais surpreso do que eu”, disse ele sobre suas conquistas, que incluem prêmios Emmy e TV Bafta.

Ele disse: “Mas eu sempre soube que queria me apresentar. A única vez que meu recorde de frequência escolar foi de 100% foi quando estávamos ensaiando uma peça”.

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