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Cãozinho é abandonado para morrer amarrado a bloco de concreto

Estopinho no local onde foi resgatado | Foto: Reprodução

Um cãozinho foi encontrado em um terreno abandonado preso, amarrado a blocos de concreto pelo pescoço com uma corda que só lhe permitia se mover menos de um metro.

O cãozinho de nome Estopinho, ficou dias preso sob sol intenso, durante dias e noites e sem qualquer tipo de alimento para comer, o que deu a ele uma condição grave de desnutrição.

Estopinho aguardou ansiosamente pelo dia em que ele seria encontrado e poderia assim ter comida e um lar, foi quando o Projeto Salvar o encontrou, e o levou às pressas para uma clínica veterinária para avaliar o estado em que Estopinho estava.

Estopinho sendo levado para tratamento na clinica veterinária | Foto: Reprodução

Segundo informações do projeto, o pobre cãozinho além da grave desnutrição estava com anemia e tinha feridas abertas por todo seu corpo, devido ao local e forma que Estopinho estava. Na clínica, o cãozinho iniciou o tratamento para cuidar das doenças, e paralelo a isso o Projeto Salvar, encontrou um lar adotivo para ele.

Estopinho e sua nova tutora | Foto: Reprodução

Atualmente Estopinho, vive com sua nova tutora e está irreconhecível, sua pele marcada pelas feridas do corpo, agora dão lugar a uma pelagem branca que está crescendo. Ele está saudável em seu novo lar recebendo todo amor e cuidados que merece.


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uma menina de cabelo curto, franja e óculos segura um papel onde seu discurso está escrito
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Menina de 10 anos começa petição por penas mais rigorosas para crimes de abuso animal

Uma menina de Cingapura resolveu entrar na luta contra a crueldade animal e se pronunciar a respeito em sua escola. O ato teve grande repercussão nas mídias sociais e deu início a uma petição por penas mais rigorosas para os criminosos que cometem atrocidades contra os animais. A petição já reúne quase 70 mil assinaturas.

uma menina de cabelo curto, franja e óculos segura um papel onde seu discurso está escrito
Foto: Facebook | Reprodução

Em dezembro, a população de Cingapura foi informada sobre as atrocidades ocorridas em uma empresa de serviços de hospedagem e tratamento de animais, a Platinum Dogs Club. Há poucos dias, o paradeiro de um amado cão chamado Prince foi divulgado. Infelizmente, o cão faleceu enquanto permaneceu no estabelecimento e foi cremado sem o conhecimento e consentimento de seus tutores desesperados.

Devido aos maus-tratos e abusos ocorridos na empresa, mais de 18 cães foram seriamente debilitados e 4 morreram. Esta notícia provocou indignação no país. Muitos estão exigindo uma revisão das leis atuais, a fim de proporcionar uma melhor proteção aos animais em Cingapura.

As pessoas não estão apenas expressando sua desaprovação e decepção em como os animais estão sendo tratados, mas também estão fazendo algo sobre isso. Um homem chamado Roderick Low iniciou uma petição que visa “buscar justiça para aqueles animais que não têm voz para falar por si mesmos e nos dizer o que aconteceu dentro das instalações e o quanto eles sofreram”. A petição é também para a implementação de punições mais rigorosas para os agressores de animais.

A voz para mudança não tem limite de idade. Ng Xin Hui, uma estudante da Escola Poi Ching, ouviu falar das notícias sobre a crueldade contra os animais e resolveu agir. Com apenas 10 anos de idade, Ng deu uma pequena palestra em sua escola sobre sua defesa de direitos em 9 de janeiro. Ela iniciou sua própria petição e conseguiu obter 40 assinaturas de seus colegas de escola. Aqui está o que ela escreveu em sua petição:

“Eu sou Ng Xin Hui e tenho 10 anos este ano. Eu ouvi sobre a notícia de uma mulher que maltratou cachorros e um coelho. Eles foram encontrados com problemas de pele, cicatrizes, doenças e alguns até morreram de fome! As pessoas estão com raiva e tristes, mas decidiram intensificar e fazer algo sobre isso. Uma delas até se ajoelhou perguntando à mulher onde estava seu cachorro. Naquele momento, senti que precisava me esforçar para fazer alguma coisa. O pior é que a mulher até a ignorou. Alguns até foram até a casa dela e a confrontaram. Agora, todo mundo sabe sobre isso e está escrevendo seus sentimentos sobre o abuso de animais.

Espero que a mulher sejam condenada à prisão e que também não haja nenhuma outra notícia relacionada a abuso de animais no futuro. Nós devemos ser gentis com eles, pois eles também têm uma vida.”

Quanto ao caso do Platinum Dogs Club, as investigações ainda estão em andamento.

A comunidade online está aplaudindo Ng por sua iniciativa e prevê um futuro brilhante à sua frente.

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Hong Kong intensifica os esforços contra o abuso de animais

Hong Kong é, no geral, é uma cidade que adora animais domésticos, mas certamente está longe de ser perfeita. Isso se deve à falta de espaço e ao clima quente e úmido durante quase o ano todo. É difícil encontrar bairros ou instalações favoráveis ​​a cães. Parque os locais públicos para os amimais se exercitarem são escassos.

Foto: Pixabay

Uma pesquisa de 2016 da Petfood Industry com 27.000 consumidores on-line classificou Hong Kong em segundo lugar na Ásia em propriedade de animais domésticos, com 35% dos entrevistados dizendo que tinham animais em casa, após 37% do Japão e à frente dos 31% da Coreia do Sul. As informações são do South China Morning Post.

Com as estatísticas do governo mostrando pelo menos um quarto de milhão de cães compartilhando espaços apertados na cidade densamente povoada, os ativistas pelos direitos animais diriam que isso é impraticável ou mesmo absolutamente cruel criar animais nestas condições.

Apesar dos cuidados e amor declarados por grande parte da população, após o fim das festas de fim de ano, uma triste realidade se instala e filhotes comprados como presentes de Natal são deixados em abrigos de animais ou são abandonados nas ruas.

Muitas pessoas, incluindo crianças, muitas vezes sentem o desejo de ter ou comprar um animal, porque são atraídos pela fofura do animal. Infelizmente, o seu impulso muitas vezes não é apoiado pela sensibilidade ou know-how para cuidar desses animais ou apreciar o ditado muito pregado de que “um cachorro é para a vida”. Hong Kong tem muito a aprender com a vizinha Taiwan.

Recentemente, um membro do Legislativo Yuan (principal órgão legislativo de Taiwan), Wang Yu-min, vem pressionando por mais direitos e bem-estar para os animais, especialmente cães e gatos.

Desde que seu primeiro mandato começou em 2012, Wang fez o máximo para introduzir emendas marcantes para ampliar o escopo da Lei de Proteção Animal de Taiwan. As mudanças que ela introduziu incluem a proibição do consumo de carne de cães e gatos, a proibição da morte misericordiosa de animais vadios, aumento das penas e condenações por crueldade contra os animais e, recentemente, a introdução de uma educação obrigatória de proteção animal aos 12 anos no currículo nacional, o primeiro desse tipo na Ásia.

Foto: AP Photo

A introdução da educação obrigatória em proteção animal pode ser um passo significativo e inovador para aumentar a conscientização de uma forma muito mais ampla e profunda. Educar os filhos pode moldar fundamentalmente a mentalidade das futuras gerações para ajudar a realizar mudanças de atitude de longo alcance.

Como em Taiwan, Hong Kong também está tendo mudanças de atitudes, já que os cães são vistos como animais domésticos, companheiros de longo prazo ou até mesmo como substitutos de crianças em uma família.

Muitas vezes, casos de alto perfil de tortura ou abuso de animais sendo expostos nas redes sociais levando a uma grande indignação pública e resultando em processo criminal.

A estratégia progressista de Taiwan para ajudar a luta contra a crueldade animal em salas de aula, aumentando a conscientização em tenra idade, esperançosamente será levada para Hong Kong e para toda a Ásia. Muitos ativistas pelos direitos animais, como o fundador da World Dog Alliance, Peng Hong-ling, também conhecido como Genlin, acreditam que essa tática efetivamente ajudará a acabar com as várias formas de tratamento brutal de cães.

Hong Kong deve se unir à tendência crescente de impedir todo tipo de tratamento desumano ao melhor amigo do homem. Ao fazê-lo, pode refletir o fato de que a maioria dos moradores está chocada com a crueldade e com outros crimes relacionados.

Além disso, enviará um forte sinal para o restante da Ásia, onde a brutalidade animal e o comércio ilícito de carne de cachorro continuam desenfreados.

Bom exemplo asiático

Cumprindo uma proposta de governo, Moon Jae-in, atual presidente da Coreia do Sul, adotou o  cãozinho “Tori” com o objetivo de aumentar a conscientização sobre os cães abandonados e os direitos animais.

A história de Tori é emblemática na mudança de atitudes em toda a sociedade sul-coreana, à medida que os cães vão da mesa de jantar para  os corações das pessoas como companheiros queridos. Ele sofreu anos de abuso de seu antigo tutor antes de ser resgatado por um grupo sul-coreano de direitos animais. Depois de mais dois anos morando em um abrigo, o animalzinho se tornou o “Primeiro Cão” da Coreia do Sul em junho de 2017.

 

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um cachorro com a cabeça para fora de uma parede verde
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Casos de estupro animal são ignorados pela polícia de Deli, na Índia

Para proteger os animais, a Lei de Proteção da Vida Selvagem é levada muito a sério em todo o país, no entanto, há um aumento nos casos de estupro de animais. No ano passado, no estado de Deli, dois casos de animais violados foram registrados. Um dos casos mostrou um suspeito de Ghaziabad, onde uma cadela foi recuperada de uma estrada depois que o suspeito amarrou o animal à sua bicicleta e dirigiu o veículo.

um cachorro com a cabeça para fora de uma parede verde
Foto: Getty Images

Sourabh Gupta, oficial de queixas da People for Animals (PFA) da Índia, notou que aquilo era uma tentativa de estuprar a cadela alegando que havia contusões perto da área genital do animal.

A PFA é a maior organização de bem-estar animal do país, fundada por Maneka Gandhi em 1992, que também é o presidente da organização.

A respeito do suposto caso de estupro, o oficial do Círculo de Sahibabad, Rakesh Mishra, disse: “Estamos investigando o caso e o ‘ângulo do estupro’ não pode ser descartado. Ficará claro depois que recebermos o relatório da autópsia que ainda está pendente”. Em julho de 2018, a NCR permaneceu chocada depois que uma cabra grávida morreu após ser estuprada por oito homens no distrito de Mewat, em Haryana.

O guardião da cabra registrou uma queixa policial em 26 de julho, depois que ele descobriu que a cabra estava desaparecida e, ao procurar, chegou ao local do incidente. Em agosto de 2018, Naresh, um motorista de táxi local, teria supostamente estuprado e matado uma cadelinha. O caso ainda está sendo julgado em tribunal.

Recentemente, a Deli Police também registrou cerca de 25 a 30 casos de contrabando de animais.

Membro de uma ONG de vida selvagem, Gaurav Gupta, alegou que a Polícia de Nova Deli tem ignorado tais incidentes e não registrou muitos desses casos. De acordo com a decisão do Supremo Tribunal de Deli, os casos de crueldade contra animais devem ser registrados.

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Índia poderá aumentar a multa para crimes de abuso animal

Após 58 anos que o Decreto de Prevenção da Crueldade contra os Animais foi aprovada na Índia, o governo finalmente está cogitando aumentar a multa para os crimes de abuso animal, de 50 rúpias, equivalente a 2,77 reais, para 6 mil rúpias, cerca de 332 reais.

Campanha #NoMore50 para aumentar as multas de crimes de abuso animal. Foto: WorldAtlas.com

A iniciativa veio através de uma campanha entre autoridades políticas da Índia, assim como ativistas e celebridades locais. A hashtag #NoMore50, em referência ao valor extremamente baixo da multa aplicada a quem comete atos de crueldade aos animais.

Houveram vários julgamentos por sentenças da Suprema Corte, uma forte presença de ativistas de direitos animais e, ocasionalmente, indignação expressa por vários parlamentares, o que levou o governo de Narendra Modi, o primeiro-ministro da Índia, a começar a pensar na reforma do Decreto de Prevenção da Crueldade contra os Animais.

Atualmente, a seção 11 do Decreto de Prevenção da Crueldade contra os Animais estipula uma penalidade entre Rs 10 e Rs 50 por qualquer ato de crueldade contra animais, incluindo espancamento, chutes, tortura, mutilação e obrigar o animal a passar fome.

Um homem segurando uma folha de papel, nela está escrita a hashtag da campanha No More 50
A campanha ganhou força nas redes sociais. Foto: Twitter | Reprodução

O ativista de direitos animais, Gauri Maulekhi, escreveu uma carta ao secretário do Ministério do Meio Ambiente, C.K. Mishra, em setembro deste ano. “Apesar das instruções claras (do tribunal), não houve proposta do ministério para uma emenda na Lei de Prevenção à Crueldade com Animais, de 1960, com relação ao aumento da pena”, disse a carta.

Indignados com a “anomalia” na lei, vários deputados, incluindo Shashi Tharoor, Poonam Mahajan, Baijayant ‘Jay’ Panda, Varun Gandhi e Meenakshi Lekhi, iniciaram a “No more 50” em 2016. O objetivo do projeto era pressionar por leis mais fortes que não permitissem aos praticantes de crimes cruéis contra animais obterem uma multa de apenas 50 rúpias.

“A lei não foi alterada desde 1960, e a multa, que era uma grande quantia na época, é agora uma piada,” disse uma fonte em off. “Naquela época, 50 rúpias eram um impedimento considerável, mas isso não é mais o caso.” A revisão da multa está sendo feita como parte da correção inflacionária.

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Brigitte Bardot está sorrindo. Ela está segurando um macaco no colo. Os dois estão se abraçando.
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Atriz Brigitte Bardot pede ao presidente da Ucrânia que liberte animais mantidos em zoo do país

A atriz e ativista dos direitos animais, Brigitte Bardot, escreveu uma carta aberta aberta ao presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, pedindo que agisse em prol dos animais presos em um zoológico privado. A carta acusava-o de desrespeito aos valores da União Européia.

Brigitte Bardot está sorrindo. Ela está segurando um macaco no colo. Os dois estão se abraçando.
Brigitte Bardot apela ao presidente para que salve os animais. Foto: The Daily Beast

“Os animais foram confinados em condições horrendas, morrendo de fome e congelando até a morte. Eles são mantidos sem nenhum respeito aos padrões de saúde, o que constitui um perigo não só para eles, como também para o público.”

“Uma evacuação dos animais num espaço de três meses já foi aparentemente proposta pelas autoridades, entretanto, este atraso na realização dessa proposta é inaceitável, como todos os animais estarão mortos até então!”, Brigitte disse em sua carta.

Quatro fotos de animais presos em gaiolas. As gaiolas são tão baixas que os animais encostam em seu topo.
Os animais eram submetidos a condições degradantes. Foto: Reprodução | Facebook

O zoológico privado pertence a um homem chamado Igor Padalko, e se encontra na região de Pokrovsk, na Ucrânia. Os animais são confinados a gaiolas extremamente pequenas e a céu aberto, numa ausência total de higiene. Um dos leões foi morto devido a baixíssimas temperaturas às quais era submetido.

“Essa situação vergonhosa está causando um terrível dano à reputação da Ucrânia, acabando com a crença da população no respeito que seu país tem pelos valores da União Européia, em particular o artigo 13 do Tratado de Lisboa, que declara que os animais são seres sencientes e que a implementação das políticas da União deve levar em conta as exigências do bem-estar dos animais.”

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Filha de 12 anos da atriz Gabriela Duarte lança campanha contra o abuso animal

Foto: Reprodução/Instagram

Depois da forte repercussão do envenenamento e espancamento de um cãozinho em uma unidade do supermercado Carrefour, em Osasco, na Grande São Paulo, morto por um segurança do local, Manuela, filha de Gabriela Duarte e Jairo Goldfuss, decidiu chamar a sociedade para participar de uma campanha contra o abuso animal.

Com um vídeo divulgado no Instagram da mamãe famosa, na noite de quinta-feira (6), Manu, de apenas 12 anos, faz um desabafo sobre a crueldade contra os animais, que não contam com respaldo nas leis brasileiras para uma punição adequada e cujos agressores/assassinos têm, como punição, apenas pagamento de fiança e outras penalidades leves.

“Eu sei que eu só tenho 12 anos, mas vou fazer o possível para ajudar eles. Nós somos a voz deles. Nesse mundo, a gente divide com eles. Chega de abuso animal! Na infância, você sempre ouve historinhas com final feliz e ninguém prepara a gente para a vida que tem todas essas monstruosidades”, escreveu Manu.

“Me machuca e me dói cada tapa que é dado neles eu sinto. Eu quero fazer o que eu puder e tiver ao meu alcance. Não quero mais animais sofrendo todos os dias. Não precisa matar eles pra você ter felicidade. Por isso criei um essa campanha #contraabusoanimal. Sim, eu tenho 12 anos, mas eu não desistirei de ajudar eles. Por favor, ouçam com carinho e empatia. Poste seu vídeo no explore/tags/contraabusoanimal #contraabusoanimal. Vamos lutar juntos. Manu”, finalizou a adolescente, em post publicado no Instagram da mãe (assista ao vídeo abaixo).

Fonte: Quem Acontece

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Turista cutuca e pisa em jacaré para fazê-lo se mexer em zoo na China

A câmera de zoo na China flagrou um turista cutucando e pisando em um jacaré do local. Testemunhas alegaram que ele estava tentando fazer com que o animal se mexesse.

Também de acordo com testemunhas, o visitante atacou mais de um jacaré, uma espécie criticamente ameaçada de extinção, na Reserva Natural Anhui Chinese Alligator.

O relatório do ocorrido dizia que o jacaré estava descansando sob o sol e o homem decidiu provocá-lo por diversão. Enquanto isso, seus amigos o observavam e filmavam suas ações com o celular. Depois de ser atacado, o jacaré nadou para longe.

Outra visitante do zoológico, Wang, ficou chocada com a cena. Ela filmou o ato do homem à distância e afirmou que ele estava tentando levantar a cauda de outro jacaré antes de começar a filmagem, e que também pisou fortemente no animal.

“Ele se sentia muito bem consigo mesmo e até mesmo disse a seus amigos para tirar fotos dele”, relata Wang.

Guardas de segurança da reserva avistaram o que estava acontecendo e pararam imediatamente o homem.

Homem é filmado mexendo, pisando e cutucando em jacaré em uma reserva natural (Foto: Daily Mail Online)

“Eles chamaram sua atenção, dizendo que ele não poderia fazer isso no futuro”, disse um policial de sobrenome Ye, que está estacionado na reserva natural, de acordo com o People’s Daily Online.

O policial disse que muitas placas foram colocadas ao redor do lago dos jacarés, alertando os turistas para não tocar nos animais. Ele acrescentou que qualquer pessoa que trouxer dano a um jacaré enfrentaria uma punição.

Os funcionários do zoo não encontraram ferimentos aparentes nos jacarés atacados pelo homem.

Os jacarés da China são uma espécie em extinção (Foto: Daily Mail Online)

 

 

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Pescador monta em tartaruga e finge cavalgá-la enquanto zomba do animal

Um vídeo mostra o momento cruel em que um pescador senta em uma tartaruga marinha e cavalga o animal ao longo do convés de um navio.

Na filmagem, o homem coloca todo o seu peso esmagador nas costas da tartaruga, a pega pelo seu casco e começa a se arrastar. O tempo todo ele grita e zomba do animal.

Depois, ele a pega pelas patas traseiras e a arrasta de volta. Ele tenta também levantar a criatura aterrorizada pelas nadadeiras traseiras.

Durante toda a ação, a tartaruga esperneia, claramente desconfortável e aflita.

Homem senta e cavalga tartaruga marinha em navio (Foto: Daily Mail Online)

Ainda não está claro exatamente quando as imagens foram feitas, mas a principal suspeita é que tenham sido registradas na China.

O vídeo foi postado no Instagram, pelo Nakawe Project, organização que preza pelo bem-estar da vida marinha. Ele provocou indignação online, recebendo muitas críticas:

“Isso é tão difícil de assistir. Como os seres humanos podem ser tão cruéis?” escreveu um usuário.

O preço da pesca

Infelizmente, a filmagem foi postada dias depois de cerca de 300 tartarugas marinhas ameaçadas de extinção terem sido encontradas mortas na costa sul do México.

As tartarugas foram encontradas sem vida, muitas começando a se decompor, presas no que parecia ser uma rede de pesca.

Heliodoro Diaz, coordenador da agência de proteção civil do estado, contou que pescadores do estado de Oaxaca as descobriram na comunidade costeira de Barra de Colotepec.

As tartarugas, em risco de extinção, medem cerca de 29,5 cm de comprimento e pesam cerca de 45 kg. De maio a setembro, elas descem em vários estados mexicanos ao longo do Oceano Pacífico para depositar seus ovos.

Em outro momento do vídeo, homem levanta tartaruga pelas patas traseiras (Foto: Daily Mail Online)

O México, que abriga seis das sete espécies de tartarugas marinhas do mundo, tem um programa permanente para proteger os répteis, incluindo penalidades criminais para aqueles que os matarem.

O escritório do promotor federal de proteção ambiental (PROFEPA) disse que investigaria o caso.

 

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Investigação revela tratamento desumano de ovelhas em fazendas na Inglaterra

Um investigador disfarçado capturou cenas angustiantes e cruéis em 25 fazendas na Inglaterra nos meses de maio e junho. Em vídeos que registraram as cenas, uma das ovelhas, com as pernas agitadas em agonia, recebe seis socos na cabeça.

Outros trabalhadores também foram filmados enforcando o pescoço de ovelhas as colocando de pé e batendo as cabeças dos animais contra pisos de madeira dura. Além disso, também foram flagrados costurando feridas feitas em seu corpo sem anestesia.

Em uma fazenda perto de Newcastle-upon-Tyne, uma ovelha acaba sofrendo um ataque cardíaco enquanto está sendo manuseada. O fazendeiro a arrasta para um galpão, onde é deixada e morre.

As imagens foram gravadas por um investigador do grupo de direitos animais PETA Asia, que não quis ser identificado. Ele afirma que em cada uma das 25 fazendas em que trabalhou infiltrado, ele viu pelo menos um caso de abuso das ovelhas, muitas vezes testemunhado pelo fazendeiro.

O investigador disse que os trabalhadores normalmente poderiam tosquiar cerca de 250 ovelhas por dia, o que lhes renderia cerca de 1050 reais. Os empreiteiros cobraram 6,30 reais por ovelha.

O vídeo de nove minutos e meio foi enviado para a RSPCA, que está investigando. Ele apresenta cenas chocantes e não deve ser visto por pessoas sensíveis.

“Os tosquiadores recebem cerca de 1 libra por ovelha, por isso são incentivados a trabalhar o mais rápido possível”, disse ele.

“As ovelhas não gostam de ser tosadas, então elas lutam um pouco. Quando é um dia quente e eles estão realmente cansados, os tosquiadores muitas vezes perdem a cabeça completamente e descontam nos animais”.

Tosquiadores flagrados maltratando fisicamente as ovelhas (Foto: Daily Mail Online)

“Era extremamente comum ver isso. Os trabalhadores socando ou chutando ovelhas, as jogando em todo lado ou batendo em seus pescoços para imobilizá-las”.

“Se as ovelhas fossem cortadas enquanto estavam sendo tosadas, então o trabalhador pegaria uma agulha e passaria a linha e costuraria a ferida o mais rápido possível sem anestesia”.

“Se o trabalhador parasse, ele estava perdendo dinheiro, então eram sempre apressados e você podia ver que o animal estava com muita dor”.

Vídeo captura trabalhador dando seis socos seguidos em cabeça de ovelha, que esperneia aterrorizada (Foto: Daily Mail Online)

“E nunca alguém disse nada”.

Na fazenda perto de Newcastle, em 6 de maio, o investigador testemunhou uma ovelha sofrendo o que ele acredita ter sido um ataque cardíaco.

O trabalhador estava tosquiando uma das ovelhas e, de repente, sua cabeça ficou frouxa, então ele bateu na cara e no peito da ovelha algumas vezes. O agricultor acabou por arrastar as ovelhas e deixou-as ao lado do galpão. As ovelhas morreram lá.

“Eles me disseram que foi um ataque cardíaco que, acredito, foi causado pelo trauma do modo como ela estava sendo tosquiada”, disse ele.

Ovelha depois de ter tido um ataque cardíaco por medo do trabalhador que a manuseou (Foto: Daily Mail Online)

Nessa insdústria, as ovelhas são regularmente tosadas para evitar problemas de saúde, já que nos locais em que são confinadas existem muitas moscas que colocam ovos em sua lã.

A Grã-Bretanha produz quase 40 mil toneladas de lã por ano, com o mercado britânico de roupas de lã no valor de quase 7 bilhões por ano.

O porta-voz da Peta Asia, Andrew Butler, acusou a indústria de ignorar o bem-estar animal.

“Eles são presas e, assim que você isolar um do bando para cortá-los ou transportá-los, isso causa sofrimento imediato àquele animal”, disse ele.

“Eles precisam ser acalmados e protegidos, não com um trabalhador de pé no pescoço ou esmurrando-os até que se submetam.”

Em um comunicado conjunto, a British Wool, a National Farmers Union, a National Sheep Association, a National Association of Agricultural Contractors e a Farmers Union of Wales disseram: “Não tendo acesso às filmagens feitas pela Peta, não podemos comentar esta afirmação específica”.

“No entanto, os agricultores e empreiteiros da indústria de ovinos levam muito a sério o bem-estar animal e qualquer comportamento que se encontre abaixo desse padrão não é tolerado”.

Eles disseram que o cisalhamento era “absolutamente necessário” para proteger as ovelhas do estresse por calor e doenças, e que a cada ano mais de mil pessoas participam de um curso de treinamento de dois dias “adaptado ao nível atual de experiência”.

O Departamento de Meio Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais disse: “Onde os regulamentos de bem-estar são violados, ações apropriadas sempre serão tomadas”.

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Animais precisarão esperar até outubro para serem protegidos.
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Circo na Flórida encerra as atividades após anos de abuso

O Circus Pages, localizado em Myakka City, na Flórida (EUA), anunciou que encerrará suas atividades após 25 anos de funcionamento – e exploração. Durante todo esse tempo, diversas gravações revelaram o tratamento violento e abusivo dado aos animais explorados pelo circo. O local também violou a Lei Federal de Bem-Estar Animal, pois não possuía registros de cuidados veterinários e falharam em fornecer aos animais espaço suficiente e alimentos apropriados.

O Circus Pages, localizado em Myakka City, na Flórida (EUA), anunciou que encerrará suas atividades após 25 anos de funcionamento - e exploração.
O Circus Page, assim como a maioria dos lugares que exploram animais em busca de lucro, privava os animais de espaço, cuidados médicos e alimentação adequada, e também os violentava para que eles se apresentassem em shows. (Foto: Naturally Glam)

Em 2016, um vídeo divulgado revelou treinadores da Circus Pages chicoteando e batendo em um tigre após o animal agarrar e arrastar um adestrador. No início deste ano, os treinadores do circo também foram flagrados chicoteando um leão, forçando um elefante manco a carregar pessoas e também sacudindo vigorosamente um cão forçado a usar uma fantasia de elefante.

“O Circus Pages optou por encerrar suas atividades ao invés de evoluir para um circo livre de animais que atrairia o público moderno e compassivo”, disse a Diretora Associada da Fundação Animal em Cativeiro, Rachel Mathews, em comunicado.

“O fim deste circo pode ser o começo de uma nova vida para os elefantes, tigres e outros animais que já foram explorados ​​em seus shows”, afirmou a ONG Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA). A organização também se disse pronta para para ajudar a realocar os animais do circo em santuários confiáveis.

A PETA também pontuou que outro grande circo conhecido por suas crueldades animais, o Ringling Bros, encerrou suas atividades recentemente, e o Kelly Miller Circus anunciou que não realizaria mais shows que envolvessem animais. As cidades norte-americanas de Nova York e Illinois proibiram apresentações com elefantes, e cada vez mais cidades em todo o país estão proibindo ou restringindo espetáculos com animais selvagens.

A decisão é uma grande vitória para os direitos animais, tendo em vista que diversos animais que passaram grande parte de sua vida sendo explorados, violentados e privados de espaço, alimento e liberdade, poderão conhecer a vida fora das jaulas.

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Grife Ralph Lauren bane o uso de pelo de cabras angorás

A grife norte-americana Ralph Lauren anunciou que banirá o uso do tecido mohair em todos seus produtos, de acordo com o New York Post. A decisão é resultado da pressão de grupos defensores dos direitos animais, entre eles a ONG Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA).

Cerca de 300 outras varejistas de vestuário já baniram o produto.  (Foto: Divulgação)

Os esforços para impedir que o mohair continue a ser comercializados se intensificaram após a PETA divulgar um relatório no início deste ano revelando os tratamentos violentos sofridos pelas cabras angorás em fazendas na África do Sul. Trabalhadores foram flagrados abusando, mutilando e matando animais cuja lã é usada em produtos da indústria da moda.

A organização também conseguiu persuadir outras 270 marcas e varejistas de vestuário, como H & M, Zara, Gap e Topshop, a pararem de vender produtos de mohair até 2020.

“A exposição da PETA revelou a violência por trás da indústria de mohair, e a Ralph Lauren respondeu proibindo o material cruelmente produzido”, disse diretora de Assuntos Corporativos da PETA, Anne Brainard, em um comunicado da organização. “A Ralph Lauren se juntou à crescente lista de marcas de moda que reconhecem que os consumidores de hoje não apoiam a crueldade com animais na indústria da moda”.

A grife norte-americana Ralph Lauren anunciou que banirá o uso do tecido mohair em todos seus produtos, de acordo com o New York Post.
O vídeo da PETA revelou os tratamentos violentos sofridos por cabras angorás no processo de retirada de seu pelo. (Foto: Reprodução)

“Como atualmente não existe um padrão confiável de bem-estar animal para o abastecimento de mohair, não vamos incluí-lo em nossos produtos”, disse um porta-voz da Ralph Lauren em uma declaração, de acordo com o Post.

A cobrança por parte dos consumidores, e posicionamento contra a exploração e crueldade animal de grandes grifes e varejistas, é um passo essencial para o fim desse comércio violento que faz milhões de vítimas todos os anos.

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