Notícias

Em Recife (PE), abrigo temporário de animais precisa de ajuda

Abrigo precisa de dinheiro para reforma
Animais abrigados podem ser afetados por más condições estruturais

Além dos problemas com o telhado, as paredes estão mofadas e com lodo. No lugar do branco original da pintura, uma mancha esverdeada. O espaço para “abrigar” os animais está também com goteiras em todos os cômodos. Nessas condições vivem 12 cachorros e 64 gatos. A chegada de novos animais está temporariamente suspensa.

Desde 2014, quando o abrigo abriu as portas, já foram recolhidos e colocados para a adoção 250 animais. Hoje, mantê-los, mesmo de forma temporária, está cada vez mais difícil. A casa de passagem dos animais precisa de qualquer tipo de ajuda desde material de limpeza, areia para gato, ração, medicamentos e remédio para verme, além de contribuições para a reformar o telhado da casa, as inflitrações e a pintura.

A manutenção do espaço depende exclusivamente de doações. E quando a ajuda não chega de fora, os responsáveis pelo espaço Eulália Tavares e Elpídio Araújo costumam bancar do próprio bolso. Os cuidadores dos animais sabem bem o que isso significa. Só para a alimentação dos 76 animais, o custo mensal é de R$ 235. Como o espaço foi cedido por um parente da família, não há gastos com aluguel. “Não pagar o aluguel é uma vantagem, mas os reparos precisam ser feitos para oferecer uma melhor qualidade aos animais que passam por aqui até encontrar um lar”, ressaltou Elpídio Araújo.

Um engenheiro conhecido esteve no local e alertou sobre os riscos do teto desabar. Algum arquiteto voluntário também pode colaborar com um projeto ou dicas de como usar melhor o espaço. O abrigo conta atualmente com cinco voluntários, mas já chegou a ter vinte. “Com essa evasão e a falta de estrutura não temos mais como recolher outros animais. E não queremos mais nem usar a palavra abrigo porque muitas pessoas querem tirar os animais da rua, em gesto de nobreza, mas não cooperam para manter o local de acolhimento ”, contou o cuidador Elpídio Araújo. O último resgate foi o da cadela Lilica, da cor preta, no ano passado.

“Já resgatamos uma filhote dentro de um saco de lixo deixada para morrer e até já jogaram filhotes de gato por cima do muro”, contou Eulália Tavares. Apesar das dificuldades, os dois cuidadores que abraçaram a causa se sentem recompensados. “É gratificante ajudá-los. A gente dá e recebe muito carinho de volta, mas é importante que cada um encontre um lar”, confessou Eulália.

Fonte: Diário de Pernambuco

​Read More
Você é o Repórter

Protetoras precisam de ajuda para criar abrigo temporário para gatos

Janaína
jana.wood@gmail.com

Foto: Reprodução Facebook
Foto: Reprodução Facebook

Um grupo de protetoras do Distrito Federal e entorno está tentando ajudar os gatos tutelados por uma acumuladora de 74 anos. Os animais vivem em situação de extremo abandono, em meio a sujeira, falta de ventilação e iluminação. Os animais fazem suas necessidades na água e na comida, vivem doentes e a maioria está com sarna e gripe, alguns são Felv positivo.

Foto: Reprodução Facebook
Foto: Reprodução Facebook

As protetoras estão se esforçando ao máximo para criar um abrigo temporário para cuidar dos animais. Elas já conseguiram veterinários solidários e voluntários, mas precisam de ajuda financeira para tirar os planos do papel.

Alguém poderia ajuda-las?

Contato: Janaína, e-mail: jana.wood@gmail.com

Acessem o grupo delas no Facebook

Para ver mais fotos clique aqui.

​Read More
Notícias

Jovens ajudam cão ferido e abandonado a encontrar novo lar

Quando uma pessoa encontra um animal machucado, abandonado ou que esteja recebendo maus-tratos, é necessário ajudá-lo. Isso não quer dizer que quem fizer isso terá de adotá-lo. A Associação Jaraguaense Protetora dos Animais (Ajapra) não tem abrigos, por isso a pessoa poderá oferecer um abrigo temporário até achar alguém que o adote.  Um exemplo desta boa ação é o cachorro Pintado, que foi encontrado por Gisiele Klein, de 26 anos, e Fernanda Junkes, de 18, há duas semanas.

Pintado estava com a pata quebrada. Como elas precisavam de ajuda para tratá-lo, procuraram a Ajapra, que tem convênio com três clínicas veterinárias na cidade. Pintado teve de amputar a pata e foi castrado.

Com o cão já recuperado, as meninas começaram a procurar um novo lar para Pintado. Depois de uma semana, a vigilante Adriana Anastácio Nunes, de 27 anos, adotou o cão. Ontem, completaram-se três dias que o cachorro está na casa nova, e Adriana disse que a adoção foi além das expectativas. “Pintado é um cachorro dócil, brincalhão e muito amoroso. Sem falar que ele é educado também.”

A vigilante tem quatro gatos, dois cachorros, um papagaio e um periquito. Quando viu a foto de Pintado no jornal, percebeu que ele precisava dela. “Foi amor à primeira vista e hoje vejo que estava certa”, diz. Adriana incentiva a adoção, mas diz que é uma ação que precisa ser consciente. “Não adianta pegar uma animal e não dar carinho. Eles precisam de atenção e amor”, fala.

Fonte: A Notícia

​Read More