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Santuário procura voluntários para dar carinho a porcos resgatados

Os porcos foram resgatados em dezembro de 2018. O santuário os resgatou para impedir que eles fossem mortos 


O Cotton Branch Farm Animal Sanctuary, com sede nos Estados Unidos, está à procura de voluntários para dar carinho para porcos resgatados.

Cotton Branch Farm Animal Sanctuary

Os animais foram retirados de uma propriedade em Kentucky em dezembro de 2018, segundo informações da CNN. Em entrevista ao canal de notícias, o diretor do santuário, Joshua Carpenter Costner, afirmou que os porcos seriam mortos se não fossem retirados do local onde viviam.

Uma campanha, que contou com a participação de doadores preocupados com o bem-estar animal, os porcos foram salvos. Nos últimos dois anos, o santuário tem procurado novos lares para esses animais. Até o momento, 75 dos 225 porcos resgatados foram adotados. As informações são do portal SAPO.

Os animais que continuam no santuário, no entanto, precisam ter contato com as pessoas para que se tornem aptos à adoção. Para isso, a equipe do santuário está procurando voluntários que estejam dispostos a abraçar e afagar os porcos.

Os interessados precisam ter mais de 18 anos – ou estar acompanhados de um responsável legal caso tenham no mínimo 16 anos. O santuário oferece ainda um programa de adoção aos candidatos que preferem cuidar dos porcos em casa. As inscrições estão abertas no site do Cotton Branch Farm Animal Sanctuary.

Cotton Branch Farm Animal Sanctuary
Cotton Branch Farm Animal Sanctuary

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Histórias Felizes, Notícias

Raposa mantida como animal doméstico e abandonada chega em santuário e se apaixona imediatamente

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Nada poderia descrever melhor a situação de Zoe do que a palavra milagre. A raposa que possui um lindo pêlo prateado, saiu viva de uma fazenda de peles.

Zoe é uma “raposa pastel”, o resultado do cruzamento entre uma raposa-prateada e uma raposa-de-cara-branca para criar peles com aquele brilho prateado, algo que nunca teria ocorrido na natureza. Zoe enfrentou uma vida de miséria e com certeza teria uma morte precoce na fazenda de peles na Holanda onde sua vida começou – mas, em 2012, ela foi alvo de um golpe de sorte.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

A raposinha foi resgatada quando tinha apenas um ano e foi trazida para Tierart, um santuário na Alemanha, que acolhe principalmente grandes felinos, administrado pela ONG Four Paws International.

A luz do sol e alimentos frescos e nutritivos estavam muito longe do que Zoe havia experimentado antes. Durante anos após seu resgate, Zoe aprendeu a amar sua nova vida no ambiente natural do santuário, livre de sofrimento e medo.

Então, em 2016, algo inesperado aconteceu em uma cidade próxima – e estava prestes a abalar o mundo de Zoe.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Os moradores locais viram um animal de aparência incomum vagando pelo bairro. O animal parecia um cachorro e tinha um pelo marrom prateado que ninguém nunca tinha visto antes.

O animal misterioso foi preso e levado para Tierart. Ele também não era um cachorro. Na verdade tratava-se de uma raposa, e não qualquer raposa: ele era uma “raposa pastel” como Zoe.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Os socorristas o nomearam Frodo. E Frodo era estranhamente amigável com as pessoas, dando aos seus socorristas uma dica sobre de onde ele poderia ter vindo.

“Como a coloração de uma raposa pastel não é encontrada originalmente na natureza e Frodo parecia estar acostumado com as pessoas, a equipe da Tierart suspeitava que Frodo tivesse sido mantido como animal doméstico e simplesmente abandonado”, disse Florian Eiserlo, gerente da unidade em Tierart, ao The Dodo. “Infelizmente, ainda existem criadores na internet que anunciam “raposas pastéis” como animais de estimação exóticos. Ficamos felizes em oferecer a ele um lar para sempre”.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Que duas dessas raposas raras, criadas em cativeiro, acabassem no mesmo santuário parecia uma questão do destino – mas, como as raposas são territoriais, as pessoas no santuário não queriam apressar nenhum tipo de relacionamento entre Frodo e Zoe.

Eles colocaram Frodo em um recinto que compartilhava uma cerca com a casa de Zoe. Dessa forma, as duas raposas poderiam muito lentamente se acostumar com a visão e o cheiro da outra.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

“Planejamos introduzir lentamente as raposas”, escreveu o Four Paws. “Nós os encontramos abraçados através de uma cerca que separa seus recintos”.

Demorou apenas uma noite para Zoe e Frodo perceberem o quanto eles queriam estar perto um do outro. De manhã, os funcionários encontraram as raposas, cada uma ao lado da cerca, o mais perto possível para trocarem carinhos e abraços.

Logo depois disso, Zoe e Frodo se mudarame passaram a viver juntos – e eles se tornaram inseparáveis desde então.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

“Quais são as chances de Zoe, uma raposa inicialmente trazida a Tierart de outro país, e Frodo, uma raposa mantida por humanos e depois abandonada, se encontrarem?”, disse Claire LaFrance, chefe de comunicações da Four Paws USA.

Zoe e Frodo se divertem tomando banho de sol um ao lado do outro, brincando juntos, abraçando-se, explorando sua casa recém-expandida – eles adoram qualquer coisa desde que possam participar daquilo juntos.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

Em cativeiro, as raposas podem viver até 14 anos. Como Zoe tem 7 anos e acredita-se que Frodo tenha 4 anos, parece que esse casal feliz tem muitos anos alegres pela frente.

“Esperamos que esses dois tenham uma vida longa e feliz juntos”, disse Eiserlo.

Foto: Tierart/Henri Schuh
Foto: Tierart/Henri Schuh

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Cachorrinho que vive em hotel recebe todos os hóspede com abraços e beijos

Kitty | Foto: St. Regis Aspen
Kitty | Foto: St. Regis Aspen

O Hotel St. Regis localizado em Aspen, no Colorado (EUA), conta com a colaboração de um novo “funcionário” dedicado e peludo – um cachorrinho da raça bernese chamado Kitty Jacob Astor II, ou simplesmente “Kitty”. Embora existam muitos hotéis em todo o mundo que aceitam receber cães acompanhados de seus tutores, esta é a primeira vez que a rede de hotéis de luxo conta um cão tutoreado pela empresa.

Embora dar nome a um cachorro de Kitty (nome normalmente feminino) possa parecer estranho, seu nome é na verdade uma homenagem ao fiel companheiro canino do fundador da rede de hotéis St. Regis, John Jacob Astor IV, chamado Kitty, que fazia parte da família quando Jacob Astor começou a marca em Nova York em 1904.

Kitty | Foto: St. Regis Aspen
Kitty | Foto: St. Regis Aspen

As “funções” do novo Kitty incluem “traslado do aeroporto, hospedagem descontraída, participação em eventos da comunidade, abraços no lobby e brincadeiras de boa noite”. Mas, na maioria das vezes, ele está lá para trazer um sorriso ao rosto dos hóspedes que visitam o hotel no Colorado.

Mas Kitty também aproveita o tempo livre e, como um legítimo cão de montanha Bernese, ele adora explorar ao ar livre e brincar na neve fresca, de acordo com o hotel. Se você quiser conhecer Kitty por conta própria, pode ir para o St. Regis Aspen, mas se não houver um refúgio de montanha em seu futuro imediato, siga Kitty no Instagram.

Kitty | Foto: St. Regis Aspen
Kitty | Foto: St. Regis Aspen

Se você não está indo para o Colorado, ainda existem muitos hotéis em todo o mundo onde você pode desfrutar de um pouco de companhia canina. Um cachorro feliz da raça labrador chamado Walker recebe os hóspedes no Park Hyatt Melbourne (EUA) por uma boa causa, enquanto dois fofos buldogues ingleses estão cumprimentando visitantes no London West Hollywood em Beverly Hills também nos Estados Unidos.

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Abrigo contrata funcionários para dar carinho para animais

Muitas pessoas resgatam animais e se preocupam em cuidar deles e dar-lhes amor. Isso porque eles têm um coração nobre que é movido por situações tristes ou injustas. Mas para todas aquelas pessoas, o que aconteceria se eles abraçassem filhotes e ganhassem algum dinheiro? Seria o trabalho perfeito! No entanto, embora pareça irreal, existe.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Acontece que a Tampa Bay Humane Society, na Flórida (EUA), teve alguns problemas com o número de voluntários que eles têm para cuidar dos filhotes, é por isso que o dono do local – um amante dos animais – está procurando pessoas que querem trabalhar da mesma maneira que ele, fazendo que os filhotes se sintam bem.

Para isso, basta sentir muito amor por eles e estar sempre pronto para abraçá-los, especialmente quando estão assustados ou confusos após saírem de uma cirurgia.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

O abrigo muitas vezes têm numerosos voluntários, mas geralmente são estudantes que ao retornar à escola após as férias não conseguem permanecer no voluntariado. Então, o número de voluntários cai significativamente, prejudicando os animais.

Além disso, estar em contato constante com pessoas que os acariciam e os dão atenção ajuda a encontrar um lar definitivo mais rápido, porque quando eles encontram suas famílias geralmente não se sentem desconfortáveis ​​e só pedem o amor com o qual estão acostumados.

Foto: Tampa Bay Humane Society / Portal Mulher Contemporânea

Fonte: Portal Mulher Contemporânea

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Conheça Louboutina, uma cadela famosa por abraçar as pessoas

conheça louboutina uma golden retiver que gosta de distribuir abraços
Louboutina já tem mais de quatorze mil seguidores no Instagram | Foto: Divulgação / Portal do dog

Louboutina é uma cadela da raça Golden Retriever de cinco anos de idade que se tornou mundialmente famosa por distribuir abraços carinhosos pela cidade de Nova York.

A cadela recebeu o nome de Louboutina por conta de Christian Louboutin, famoso designer francês de calçados que se tornou mais conhecido após ser muito citado na série “Sex and the City”.

Loubie, como também é chamada, e seu tutor, Cesar Fernandez-Chavez, ficam em uma esquina entre duas ruas de Chelsea oferecendo abraços para quem quiser ser abraçado.

De acordo com Cesar, a cadelinha Louboutina começou a dar as patinhas para as pessoas segurarem, como que para ficar “de mãos dadas”, quando tinha por volta de três anos e meio de idade. Em seguida, ela já partiu para os abraços.

“Ela gosta muito das pessoas e gosta de estar em grandes multidões, e é claro que ela gosta de ser fotografada e não é tímida com a câmera”, disse Cesar ao site do Metro.

A cadela está fazendo tanto sucesso que sua página oficial no Instagram que já conta com mais de 14 mil seguidores.

Se você também quer ganhar um abraço gostoso da linda Louboutina, o local mais fácil de encontrá-la é a esquina entre a 5th e a 17th (5ª e 17ª).

Fonte: Portal do dog

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Entenda porque abraços incomodam os cães e aprenda como os abraçar corretamente

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Cães vivem de acordo com seus instintos, mesmo domesticados eles entendem que vivem em matilha com seu tutor e sua família, e naturalmente, alguns comportamentos humanos são incômodos para os cães.

Entenda o motivo de muitos cães se mostrarem incomodados com abraços e aprenda qual a melhor forma de abraçar seu cão. Se seu cãozinho reage mal a abraços não significa que ele não gosta de você, saiba como resolver isso.

Por que cães não gostam de abraços?
A verdade é que para nós o abraço significa um gesto de afeto, um carinho, ou às vezes um simples cumprimento. Enquanto para os cães abraços significam a invasão do espaço pessoal dele, e um gesto de dominação. Isso pode incomodar muitos cães, principalmente se o cão em questão for um cão mais difícil e pouco submisso.

Então não fique achando que seu cão não te ama, por mais que tenhamos vontade de nos aconchegar com nossos amiguinhos em um abraço bem apertado, eles não entendem o abraço como um carinho e sim como um gesto dominante. Mas ainda assim é possível conseguir alguns abraços que serão confortáveis para os dois.

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Cães não abraçam?
Não necessariamente como nós, mas você pode notar que eles tem suas formas de demonstração de carinho. Como quando deitam a cabeça no nosso colo ou vão buscar aquele brinquedo favorito e trazem para o tutor, e principalmente os famosos lambeijos que eles nos dão enquanto balançam a cauda alegremente.

Todos esses são sinais de carinho e ele vai aceitar seus sinais também desde que venham na intensidade e horas certas para que eles interpretem da forma correta e os dois possam aproveitar esses momentos.

Como devo abraçar o cachorro?
Nada de chegar de surpresa agarrando e apertando e fazendo muito barulho, tudo isso pode assustar seu cão e se ele se sentir incomodado vai sacudir e tentar se sair de você, não é isso que queremos.

Primeiro fique atento para nunca, jamais abraçar um cão desconhecido. Se encontrou um cão na rua passeando com o tutor, pergunte antes se pode e se ele é sociável para então acariciar, jamais abrace, afinal será um estranho invadindo o espaço dele.

Escolha o momento certo. Vocês dois chegaram de um passeio ou brincaram tanto que estão cansados? Esse é um bom momento, outro bom momento é quando você chega em casa e ele vai te receber com muito carinho e amor, ele está totalmente suscetível a demonstrações de afeto.

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Não chegue de surpresa, se aproxime dele e faça carinho, seja gentil com as palavras primeiro e deixe ele notar que você está lá para dar carinho, assim o abraço não será visto como algo perigoso.

Pode abraçar seu cão com muito carinho, mas sem apertar demais, ele provavelmente vai ficar feliz e te retribuir o carinho, pois o abraço ali já não representa um gesto de dominação e sim um momento bom.

Algumas pessoas preferem reafirmar que abraço é positivo dando petisco depois de um abraço e repetindo isso por muito tempo, fazendo o cão associar o abraço a comida, isso não é necessário, pois só o carinho já faz o cão associar o abraço a um momento positivo, mas pode ser feito se desejar.

Se estiver adestrando seu cão em casa e estiver ensinando ele a pular em você para abraçar, ensine isso com um comando para evitar que o cão saia pulando em qualquer um, e pode usar o petisco para reforçar quando ele acertar o comando.

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Fonte: R7

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Especialistas afirmam que cachorros não gostam de abraços

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Pôr os braços à volta do cão e abraçá-lo faz com que se sinta melhor? Mas e como se sente o cão? De acordo com grande parte dos especialistas, este abraço muito provavelmente não deixa o cachorro muito feliz. A especialista Carol Osborne disse ao site She Knows que “a vasta maioria dos cães não gosta de ser abraçada.”

Apesar de ver o abraço como uma forma de mostrar amor e carinho, os cães vêem esse ato de outra forma. Para os cães “colocar os seus braços por cima e à volta dos seus pescoços é uma forma de declarar dominância.” O que muitas vezes deixa o animal doméstico “confuso e agitado”, explica Carol Osborne. Levando em último caso, o cão pode ficar violento.

Ainda assim, Brian Ogle, especialista em comportamento animal, destaca que há cães que podem gostar de ser abraçados. Tudo depende muito do cão e da relação que este cria com seu tutor.

Quando o cão se sente desconfortável por o abraçar poderá lamber os lábios, desviar a cabeça de si, bocejar ou abanar vigorosamente o corpo depois do ato.

Para demonstrar carinho pelo cão, você pode esfregar-lhe a barriga, fazer-lhe uma massagem suave, levá-lo a passear, brincar com ele, dar-lhe um petisco e entre outras coisas de que ele possa gostar.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

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