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Cerca de 500 animais são atropelados por ano no Parque Nacional da Argentina

Cerca de 500 animais são atropelados a cada ano em uma rodovia que corta o Parque Nacional Iguazú, na Argentina. A estatística alarmante foi divulgada durante a jornada de Segurança Viária e Meio Ambiente, realizada na última semana no parque.

(Foto: La Voz de Cataratas)

Foram atropelados, desde 2001, 7.074 animais silvestres apenas na área de Puerto Península. Uma reunião, realizada devido à jornada, discutiu medidas para reduzir a matança causada pelos atropelamentos. Conscientização e educação viária estão entre as soluções apresentadas. As informações são do portal La Voz de Cataratas.

Colocar radares nos 22 quilômetros de Puerto Península também foi considerado durante a reunião. “Não temos muitas alternativas. Há um radar que já está em condições de ser instalada, na entrada de Península, e outro radar que ainda estamos reivindicando”, disse Jorge Anfuso, proprietário do parque GuiráOga – área protegida perto do Parque Nacional Iguazú, que atua na recuperação de animais.

Segundo Anfuso, os radares poderiam reduzir consideravelmente o número de animais atropelados.


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Zoológico pode ter licença renovada após morte de quase 500 animais

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Alamy

O South Lakes Safari Zoo, localizado em Cumbria (Reino Unido), pode receber uma nova licença após a morte de quase 500 animais que viviam em condições deploráveis no local.

O zoo de Dalton-in-Furness tinha recebido uma ordem de fechamento depois de inspetores descobrirem que 486 animais tinham falecido na instalação entre dezembro de 2013 e setembro de 2016.

Entre os animais mortos estavam dois leopardos-da-neve que haviam sido parcialmente comidos, três animais que haviam sido atropelados por um trem em miniatura e sete leões saudáveis que foram mortos por falta de espaço.
De acordo com o Telegraph, o zoológico já havia sido multado por violações de saúde e segurança.

Após o relatório sobre as mortes de animais, o proprietário e fundador do zoológico, David Gill, teve a renovação de sua licença negada em março. No entanto, a instalação permaneceu aberta após a Cumbria Zoo Company Limited (CZCL) assumir a administração.

Existe a suspeita de que Gill tenha se afastado de todas as atividades comerciais e de gestão relacionadas com o zoo.

Inacreditavelmente, os inspetores têm apoiado a oferta de renovação da licença, apesar das preocupações de instituições de proteção animal e conselheiros.

A CZCL declarou que um gerente foi escolhido e atuará no local caso a licença seja concedida. Conselheiros visitarão o zoológico na próxima semana antes de tomar a decisão final.

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