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Serial killer de gatos pode estar mantendo partes de corpos como troféus

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

O gato Ukiyo, que pode ter sido uma das vítimas do serial killer. Foto: Standard UK
O gato Ukiyo, que pode ter sido uma das vítimas do serial killer. Foto: Standard UK

Um serial killer de gatos que está solto pelo sul de Londres pode estar mantendo partes de corpos dos animais como “troféus”. As informações são do Standard UK.

Há suspeitas de que mais de 50 animais, sendo a maioria gatos, já foram mortos pelo desconhecido apelidado de “matador de gatos de Croydon” nos últimos três anos, conforme publicado recentemente pela ANDA.

O número de incidentes reportados aumentou muito nos últimos meses, com alguns tutores relatando ter encontrado os corpos de seus animais sem as cabeças ou caudas.

Um criminologista alertou que o assassino pode estar mantendo partes dos corpos das vítimas para “reviver o momento do crime”.

O Dr. Adam Lynes, especialista em assassinos seriais da Universidade de Birmingham, disse à Sky News: “Há alguns paralelos com serial killers que atacam a humanos e guardam objetos pessoais como relógios, roupas, jóias ou até mesmo cabelo de suas vítimas”. Ele afirmou que eles fazem isso pois têm uma necessidade de relembrar do seu ato criminoso.

“Dado que o infrator joga os corpos ou partes deles perto das casas dos tutores, isso sugere que ele quer chamar a atenção”.

Ativistas de direitos animais estão oferecendo uma recompensa de 5 mil libras para quem fornecer pistas que levem à prisão do assassino.

Kirsty Henderson, do PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), disse à Sky que a maioria desses animais são gatos, mas infelizmente indivíduos de outras espécies também têm sido encontrados mortos ou mutilados.

“Nós temos recebido relatos de raposas que foram mutiladas e deixadas nas ruas. Quem sabe onde essa pessoa irá parar?”, comenta Henderson.

“Nós não queremos assustar as pessoas desta comunidade, e sim deixá-las conscientes do que está acontecendo e pedir que mantenham os seus animais dentro de casa, seguros, que sejam diligentes e observem o que acontece em nossa comunidade. Esperamos que, juntos, possamos capturar essa pessoa”, acrescentou ela.

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Patagonia investiga crueldade de fornecedores de lã

(da Redação)

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Foto: Divulgação/Ecouterre

Especialistas da marca de roupas para esportes de aventura Patagonia estão avaliando as práticas de um dos seus fornecedores de lã, após uma investigação expor atos de extrema crueldade contra cordeiros e ovelhas. As informações são do Just Style.

Um vídeo divulgado pelo grupo de direitos animais PETA mostrou o tratamento cruel e perturbador dado aos cordeiros e ovelhas: castração, corte da cauda (a remoção do rabo de uma ovelha) e matança de cordeiros para o consumo de sua carne, na rede de fazendas Ovis XXI na Argentina, que fornece materiais para as marcas Patagonia e Stella McCartney.

A Patagonia assumiu a responsabilidade pelos atos realizados pelos seus fornecedores. De acordo com a empresa, duas práticas no vídeo são padrão em toda a indústria de lã: a castração e o corte da cauda.

Já a marca de roupas Stella McCartney interrompeu o abastecimento de lã proveniente das fazendas Ovis XXI e está conduzindo sua própria investigação na Argentina e em toda a cadeia de suprimentos da marca.

PETA está agora incitando a Patagonia parar de comprar e vender produtos de lã. O grupo também abriu uma queixa junto às autoridades argentinas, com base na lei federal de proteção animal do país.

“Tendo testemunhado um nível de crueldade surpreendente contra ovelhas em todos os currais de tosa que o PETA visitou na Austrália, nos Estados Unidos e, agora, na Argentina, já passou da hora das empresas e dos consumidores dispensarem a lã real”, disse o diretor do PETA Mimi Bekhechi. “Hoje, encontrar alternativas para couro, pele e lã é fácil, e nenhum animal precisa sofrer quando as empresas fazem escolhas generosas.”

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