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Sebo móvel de livros faz sucesso na causa animal em Vitória (ES)

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Tudo começou quando a advogada Sílvia Vargas se deu conta que os R$400 mensais, que ela gastava para comprar rações para abrigos de animais abandonados, pesava no bolso mas não ia longe com a demanda constante por comida.

Em busca de uma saída mais eficiente e sustentável para ajudar os animais, em uma noite de julho de 2014, ela teve uma ideia. Criou uma página no Facebook chamada Revistaria Animal e colocou a venda uma coleção de revistas de história para vender entre amigos. “Vendi cada revista por 5 reais e em uma semana levantei os 400 reais que eu tirava do meu bolso,” conta Sílvia.

Empolgada com o sucesso, ela começou a coletar doações e resolveu extrapolar a ideia do mundo virtual para o físico. Assim, a Revistaria Animal fez sua estreia na praça Duque de Caxias, no centro de Vila Velha, na região da Grande Vitória, onde, no mesmo dia, havia também uma feira de adoção. “Em um trabalho de desapego imenso, levei todos os meus livros. Em quatro horas, arrecadei R$500,” lembra a ativista.

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Toda a verba arrecada vai para a causa animal. Foto: Divulgação/ Facebook Revista Animal

Desde então, o projeto cresceu e virou uma presença constante em feiras de adoção. A receita das vendas é doada para a ONG organizadora e também em eventos culturais, como a Virada Cultural, organizada em setembro, em Vitória.

Além de Silvia, hoje a equipe da Revistaria é formada por Juliana Hackbart, Livia Meggiolaro, Julia Rosa, Ananda Sgrancio e Stefania Montebeller, que juntas profissionalizaram o projeto. Apresentação dos livros é elegante, com direito a estantes, cadeiras, tapete e outros elementos que criam uma sensação de aconchego para o público interessado.

Os números falam por si. Nos primeiros meses, a Revistaria arrecadava cerca de R$500 por mês. Mas em meses recentes, esse número saltou para R$4 mil. Desde julho de 2014, a Revistaria já faturou R$20 mil, sendo a metade desse dinheiro resultado das vendas nos últimos cinco meses.

“Vendemos em média 800 exemplares por mês”, comemora Sílvia, que prevê que a Revistaria dobrará sua arrecadação no próximo ano.

Todo esse montante é convertido integralmente para a causa animal e as enormes despesas envolvidas em resgates. Com o crescimento das vendas, a equipe está priorizando verbas para castração, porque, no final das contas, a missão do projeto é sintonizada com a da proteção animal: diminuir e, se possível, erradicar a população de animais nas ruas da única forma humanizada e realmente eficaz.

Como replicar a Revistaria Animal:

  • Junte livros, revistas e qualquer tipo de material, desde literatura até livro de escola. Há gosto para tudo.
  • Monte uma página no Facebook.
  • Forme uma equipe de entusiastas.
  • Crie uma estrutura física, que pode ser uma mesa e algumas cadeiras. Ter um carro para carregar os livros é crucial.
  • Pense em uma programação visual para uma apresentação simpática e atraente: cartazes, objetos decorativos, etc …
  • Monte a revistaria junto a uma feira de adoção ou em local de movimento, principalmente nos fins de semana. Lembre-se de pedir autorização à prefeitura quando fizer o evento autonomamente.
  • Venda os livros por preços acessível. O inventário tem custo zero, o que entrar é lucro.
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Caso de cão sufocado por tutor é encerrado com Justiça Restaurativa

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Rapaz disse que teve convulsão e acabou sufocando o animal. (Foto: Divulgação)
Rapaz disse que teve convulsão e acabou sufocando o animal. (Foto: Divulgação)

O caso do cão sufocado por seu próprio tutor no calçadão da Praia de Itaparica, em Vila Velha (ES), já chegou a uma solução extrapenal determinada por ativistas locais. Durante uma reunião realizada no Ministério Público da cidade no dia 11 de dezembro, representantes de organizações de proteção animal se encontraram com o responsável pela morte do cão na presença de dois promotores de justiça ligados à área de meio ambiente.

Os protetores chegaram ao encontro com uma proposta em forma de bens materiais para abrigos locais. Depois de uma breve negociação, os ativistas conseguiram estipular um  valor que eles consideraram satisfatório. A SOPAES (Sociedade Protetora dos Animais do ES) foi designada como a receptora e distribuidora dos bens.

Segundo o promotor Gustavo Senna Miranda, que conduziu a negociação junto com a promotora Nícia Regina Sampaio, o caso foi resolvido pelo que se chama de “Justiça Restaurativa”.

“É uma nova forma de solucionar possíveis conflitos penais. Trata-se de um modelo que visa humanizar o conflito, na busca de soluções consensuais que atendam todos os envolvidos. Assim, privilegia-se o diálogo, buscando uma solução para o conflito por meio de um agir comunicativo (Habermas),” disse Miranda.

Para o promotor, esse método de solução de conflitos produz soluções mais rapidamente, além de permitir um diálogo franco e equilibrado entre as partes. No sistema penal os envolvidos são colocados em posição de confronto, ele ressaltou.

Segundo o Promotor, a solução encontrada para o caso da morte do cão foi razoável, podendo inclusive ter efeitos pedagógicos para a​ coletividade “no sentido que a dignidade dos animais também merece ser tutelada por todos.”

 

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Ativistas chamam boicote a novo filme de Martin Scorcese

O grupo Friends of Animals está organizando um boicote ao novo filme de Martin Scorcese pelo uso traumático de grandes primatas. A personagem de Leonardo DiCaprio mantém um primata como animal doméstico. O animal anda de patins pelo escritório e usa roupas humanas, segundo a revista Variety.
Friends of Animals disse que o chimpanzé, chamado Chance, sofreu dano psicológico irreparável por ter sido forçado a atuar, segundo a revista Variety.
A diretora da filial Nova Iorque da ONG diz que planeja confrontar Scorcese e DiCaprio na premiere que acontece nesta terça-feira. Ela recentemente denunciou a exploração de grandes primatas em Hollywood na mais recente edição da revista Action Line, publicada pela ONG.
Chance foi submetido a métodos cruéis de treinamento por seu treinador em circo quando ele era mais jovem. Sendo assim, ele pode ter se tornado neurótico e incapaz que interagir socialmente com outros chimpanzés. O filme também elencou cães, um leão e um peixe.
Fonte: Variety
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Você é o Repórter

Abrigo de cães em Vila Velha (ES) precisa mudar com urgência

1455887_587818751272601_714523257_nUm abrigo com 80 cães em Vila Velha (ES) perdeu o espaço onde atualmente funciona e precisa encontrar outro terreno.

O proprietário do imóvel deu um prazo de 90 dias para as administradoras do local se mudarem  para outro local, prazo que vence em janeiro.

As idealizadoras do projeto estão apelando pela internet por indicações de um novo local e temem pelo destino de seus protegidos, já que a busca até agora ainda não produziu resultado.

Para conhecer o trabalho do abrigo, visite sua página no Facebook.

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Destaques, Notícias

Dia Internacional dos Direitos Animais: uma data por reconhecimento e respeito

(da Redação)

10 de dezembro é marcado em todo o mundo como o Dia Internacional dos Direitos Animais (DIDA). Também hoje é comemorado o Dia Internacional dos Direitos Humanos, o que faz deste dia uma data de luta em prol de todos os animais, sejam eles humanos ou não.

Imagem: Reprodução/Bio-Ideias
Imagem: Reprodução/Bio-Ideias

Em 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas ratificou o documento denominado “Declaração Universal dos Direitos Humanos”. Nesta declaração o ser humano é protegido em sua individualidade e especificidade contra qualquer tipo de abuso que possa lhe descaracterizar como um sujeito moral.

Foram necessárias duas décadas para que os animais não-humanos começassem a receber atenção semelhante. Em 1978, a Declaração Universal dos Direitos Animais foi levada à UNESCO e, vinte anos depois, em 1998, graças a uma campanha da ONG Uncaged, que buscava chamar atenção para a necessidade de inclusão de todos os animais como sujeitos morais e de direito, os animais passaram a ser lembrados também no dia 10 de dezembro.

A situação dos animais é crítica em todo o mundo. Bilhões são mortos por seus corpos, outros milhões são extraídos a força de seus habitats naturais enquanto outros são explorados cruelmente por um aparato técnico e tecnológico extremamente avançado construído por humanos justamente para este fim. Assim, eles estão se extinguindo, dependem cada vez mais da ajuda humana para sobreviverem ou são reproduzidos em massa para serem explorados pela indústria alimentícia, farmacêutica, de peles e tantas outras

Sabemos que a exploração animal não é fundada na maldade de algumas pessoas sem escrúpulos, mas sim em uma noção de alteridade construída tijolo por tijolo durante toda a história de cada sociedade que habita o planeta e que exclui os animais não-humanos de qualquer igualdade de direitos. As outras espécies não são consideradas parte de “nós”.
Os animais não-humanos são sempre os “outros” que não fazem parte da comunidade, que não merecem direitos e que não são dignos da fraternidade concedida aos humanos da comunidade.

A exploração animal é tão enraizada que, segundo uma análise superficial, somente em grandes complexos industriais e em laboratórios abusivos que a subjugação de todas as outras espécies ocorre. Porém, são nas micro-relações diárias que ela se manifesta, tão sutilmente que nem mesmo é percebida. Ela está no comércio de animais em pet shops, no almoço diário com pedaços de animais mortos e preparados, no abandono de animais domésticos, no riso que se dá dentro de um circo ou de um parque temático que abusa de animais em seus espetáculos e na indiferença que se tem diante de uma situação de maus-tratos.

Chegamos ao ponto de que alguns animais não só “podem” ser explorados, como devem. A indústria da carne não se pauta somente na possibilidade de reproduzir e matar diversos animais, mas no “dever” de produzir o alimento considerado “normal” pela sociedade. O mesmo vale para as outras formas de exploração que fazem parte de um contexto maior que deve ser combatido globalmente.

Mais do que uma data para celebrar os direitos animais, O DIDA é um dia para se desconstruir a noção especista que temos dos animais não-humanos, para lutarmos pelo reconhecimento que eles merecem e pela legitimidade de sua presença enquanto sujeitos, assim como os animais humanos.

Além do ativismo contra as formas de exploração mais visíveis (como no vitorioso caso do Instituto Royal), existe uma maneira de lutar no cotidiano contra essas sutilezas cruéis que acabam passando despercebidas. Ela se chama veganismo, a solução imediata para que qualquer pessoa consiga participar ativamente desta luta. Ser vegano é fazer parte de uma luta que pretende construir uma nova sociedade, mais empática e livre de qualquer especismo. O veganismo é a forma mais completa de se comemorar o DIDA.

www.sejavegan.com.br

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Grupo acadêmico multidisciplinar revisa ética de testes em animais

Lobo Pasolini (da Redação)

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

O tema do uso de animais em testes como cobaias é um dos mais debatidos entre cientistas e ativistas dos direitos animais. O assunto deve alcançar novo fôlego agora que um grupo multidisciplinar de acadêmicos vai produzir um documento revisando a ética dessa tradição.

O documento acadêmico é descrito como o primeiro a analisar profundamente a ética dos testes e será produzido por um grupo de trabalho composto de 18 pessoas de seis países, entre eles filósofos, eticistas, cientistas e advogados. A iniciativa é da British Union for the Abolition of Vivisection e o Oxford Centre for Animal Ethics, cujo diretor, reverendo Andrew Linzey, irá liderar o grupo.

“Nos últimos trintas, tem ocorrido uma mudança paradigmática no pensamento ético sobre nosso tratamento dos animais. Enquanto no passado os animais eram considerados coisas, ferramentas, máquinas e recursos para nós, hoje os animais são cada vez mais vistos como seres senscientes com um valor inerente, dignidade e direitos,” disse Linzey em um comunicado oficial.

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Prefeitura inglesa diz não a criador de Beagles

(da Redação)

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Foto: Reprodução

Ativistas ingleses estão comemorando mais uma vitória. A prefeitura de East Riding em Yorkshire, norte da Inglaterra, não concedeu licença a uma empresa de criação de Beagles para uso em experimentos, que geralmente envolvem dor e sofrimento. As informações são do PETA.

O escritório britânico da PETA conseguiu que 10 mil de seus membros mandassem mensagens para a prefeitura pedindo que negasse o pedido da B&K Universal.

A fábrica de cães seria de onde cerca de dois mil animais sairiam para uma vida infernal, sendo envenenados, drogados e cortados em experimentos invasivos.

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Jacarta começa a salvar macacos da exploração nas ruas

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Indonesia Monkey Business
Foto: Reprodução

Forças de segurança na Indonésia estão fazendo vistorias em Jacarta para resgatar macacos forçados a trabalhar como “artistas” nas ruas usando máscaras e roupas. As informações são do Guardian.

O governador de Jacarta, João Widodo, não quer mais nenhum macaco sendo forçado a trabalhar na beira de estradas até o final do ano que vem. Ele alega que além de ser cruel e atrapalhar a ordem pública, a medida visa também impedir a proliferação de doenças.

A administração pública vai comprar todos os macacos explorados por cerca de 90 dólares (cerca de 200 reais) e abrigá-los no zoológico de Jacarta. Os exploradores dos animais receberão auxilio para aprender uma nova profissão.

Em 2011 a ONG de defesa animal Jacarta Animal Aid Network resgatou 40 animais em estado deplorável, sofrendo de doenças como tuberculose e hepatite. Desde que a decisão foi tomada, cerca de 22 animais já foram resgatados e postos em quarentena por razões de saúde. A ONG estima que existam cerca de 350 animais trabalhando nas ruas de Jacarta e que eles não podem viver com outros primatas em zoológicos ou sobreviver na natureza.

Nota da Redação: Ir para um zoológico está longe de ser a solução ideal para esses animais, mas considerando o nível de pobreza de seus exploradores e as condições dos animais, esse passo pelo menos impede que novos macacos sejam abduzidos para essa roda viva cruel de exploração. Aos animais que estão sendo resgatados, resta a esperança de uma aposentadoria (quase) digna.

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ANDA é mencionada em artigo no website Occupy.com

(da Redação)

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O website Occupy.com publicou uma matéria sobre o movimento Crueldade Nunca Mais. Uma das pessoas entrevistadas pelo jornalista brasileiro Antonio Pasolini foi a editora-chefe e fundadora da ANDA, Silvana Andrade.

Em relação ao aumento de penas como forma de prevenir a crueldade, Silvana disse que acredita que “prisão e multas altas são coibidoras de atos criminosos. A não punição acaba por estimular o crime. Existem os psicopatas, mas existem os maus e oportunistas. Para esses últimos, a prisão e multas altas por violência contra animais podem fazer com que reflitam antes de agirem com crueldade. A não punição é um grande incentivador para o crime.”

O artigo coloca o movimento anticrueldade como parte de um movimento maior para moralização da sociedade brasileira e o fim da leniência penal que deixa corruptos soltos, mesmo quando pegos em flagrante.

Siga o link para ler o artigo em inglês.

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Safáris assassinos: quão baixo chega o ser humano?

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Fotos de “caçadores” organizadas por uma empresa na África do Sul tem chocado pessoas nas redes sociais. Uma delas onde um grupo de pessoas posa ao lado do cadáver do elefante que ainda tem comida na boca já recebeu mais quase 48 mil compartilhamentos e muitos comentários expressando ultraje com a depravação da imagem.

As fotos estão no website de uma empresa cujas iniciais são FDT, que se define como uma empresa de safáris. Os clientes podem caçar com rifles, arco e flecha e outros métodos sádicos de eliminar a vida de um inocente pelo simples prazer de matar. Por $9.850 (R$22.468), o pacote inclui uma leoa e com mais $5.000 (R$11.405) é possível obter um “upgrade” para um leoa extra. Existe também um pacote ‘cristão’ chamado Provider for Christ Hunting Adventure.

A obscenidade desta empresa é uma coisa difícil para qualquer pessoa fora desse meio de pervertidos acreditar. Que pessoas possam pagar dinheiro para matar, e ainda o fazer através de seus grupos religiosos é nauseante, asqueroso e precisa ser proibido, já que aparentemente se trata de uma atividade legalizada na África.

Nota da Redação: Não divulgamos o nome da empresa e nem fotos para não dar mais publicidade para essa perverção, mas trata-se de uma empresa real na África do Sul. Queremos apenas que o mundo tome conhecimento dessa empreitada sinistra naquele país.

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San Diego (EUA) proíbe venda de animais em pet shops

Foto: Divulgação
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Por Lobo Pasolini (da Redação)

San Diego em breve se tornará a 32ª cidade americana a proibir a venda de animais em pet shops, incluindo cães, gatos e coelhos. A câmara de vereadores da cidade aprovou a nova regulamentação com um voto unânime. Recentemente Los Angeles e Chula, também na Califórnia, proibiram a venda de animais em pet shops.

Gary Weitzman, presidente da San Diego Humane Society, disse ao UT San Diego que o objetivo da lei é coibir o transporte de animais de instalações comerciais e incentivar a adoção de animais indigentes de abrigos locais e organizações de resgate.

A regulamentação diz que nenhum pet shop pode exibir, vender, entregar, pôr a venda, leiloar, dar, transferir e se desfazer de animais de companhia na cidade. Pet shops já em atividade têm seis meses para por fim a tais atividades. Essas lojas poderiam ainda oferecer a adoção de cães, gatos e coelhos em parceria com um abrigo ou grupo de resgate.

Quem desrespeitar a lei receberá uma multa de $250 (R$500) para a primeira ofensa, $500 (R$1.000) para a segunda e $1.000 (R$2.000) para a terceira e daí em diante. A lei prevê exceções para pessoas que criam animais em suas casas e abrigos operados publicamente e organizações de resgate sem fins lucrativos.

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Índia proíbe testes com animais para fins cosméticos

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Foto: Divulgação

Por Lobo Pasolini (da Redação)

O Drug Controller General of India (DCGI) G.N. Singh anunciou que a Índia se tornou uma zona onde testes com cobaias para fins cosméticos estão proibidos. Segundo o órgão, os últimos dois testes com animais seriam retirados do padrão regulatório e qualquer novo produto ou ingrediente cosmético teria que aderia ao padrão não-animal BIS.

A decisão é resultado de uma campanha da Humane Society International (HSI) chamada Be Cruelty-Free, que durou mais de um ano.A Índia agora se junta à Europa e Israel como uma das zonas em que testes dolorosos com animais pela vaidade humana têm que ser substituídos com alternativas éticas, não-animais.

O próximo passo da campanha é tornar ilegal a venda de produtos testados em animais nas lojas indianas. A HSI quer que a Índia proíba a importação e venda de produtos testados em animais em qualquer parte do mundo.

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