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Canadense doa fazenda para quem amar seus animais

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Fonte: CBC

Ama os animais e não tem medo de pegar no pesado? Então Stephen Overbury tem uma proposta para você. Overbury está procurando alguém para assumir sua fazenda perto de Smiths Falls, Ontário, no Canadá. O dono viveu por 15 anos no Japão, e está se preparando para retornar às terras asiáticas.

O senhor de 62 anos de idade, está dando a propriedade, gratuitamente, não quer vender ou alugar, quer apenas que a pessoa certa ame e cuide do local. “Vender é o pensamento convencional, a maneira prudente de pensar. Na verdade,  o que seria melhor para mim mesmo. Porém, vendendo a fazenda, primeiro eu teria que dispor dos animais, e alguns deles são mais velhos, possuem necessidades especiais.E isso é o que eu chamaria de abandono imprudente”, justifica Overbury à CBC News.

Fonte: CBC

Overbury postou um anúncio no Kijiji – website de anúncios de classificados, intitulado “Posição de trabalho duro, sem pagamento (honesto!)” . O anúncio oferece o uso permanente de uma maravilhosa fazenda histórica a beira-mar, quatro celeiros, uma entrada pavimentada, alguns equipamentos e um veículo e, se necessário, treinamento gratuito para executar afazeres em uma fazenda, juntamente com uma pitoresca casa de pedra em bom estado. O anunciante não deixa para trás os animais, alega que irá cobrir o custo de alimentos e faturas veterinárias para a variedade de animais – incluindo vacas, galinhas, patos e ovelhas.

Fonte: CBC

Desde  a postagem, o anúncio  foi visto aproximadamente 40.000 vezes. Apesar de Overbury já ter recebido centenas de propostas, nenhuma ainda foi escolhida, afinal não é fácil preencher o alto padrão do novo inquilino. E o motivo disso são os animais. O novo habitante terá que amar os animais, e claro, não matar nenhum deles, nem mesmo visitas que possam aparecer na fazenda, como guaxinins.

Caso Overbury não encontre um novo administrador adequado, não irá partir. “Não é uma questão de dar a terra, nunca a tive, somos apenas guardiões de bens, imóveis. É minha filosofia, minha própria filosofia pessoal. Uma nova pessoa habitando a fazenda, irá tratar os animais com compaixão”, finaliza.

Fonte: CBC
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A triste vida de ursos polares em cativeiro

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Fonte: Sheng Wen Lo

Ursos polares são magníficos predadores que passam a maior parte de suas vidas vagando pelo gelo marinho do Ártico, caçando focas para garantir a refeição do dia. Saber a verdadeira essência do urso e, como eles realmente vivem, livres, torna monstruosamente depressivo vê-los presos em um zoológico. Sobrevivem, muitas vezes, em pequenos recintos, nadam em piscinas mornas, e jantam qualquer coisa,  menos gordura.

Fonte: Sheng Wen Lo

“Em meio ao cenário e habitat artificial, os ursos parecem muito estranhos. É uma realidade forçada”, conta Sheng Wen Lo, que passou um ano fotografando exposições de urso polar em toda a Europa e China para o projeto “White Bear”, – o objetivo é mostrar a triste realidade de ursos polares em cativeiros.

Fonte: Sheng Wen Lo

Não é exclusividade de ursos polares a profunda tristeza vivendo em zoológicos, outras espécies também amargam em gaiolas. Wen Lo decidiu optar pelo urso por acreditar que capturaria imagens que escancaram a realidade desses animais.  No ano de 2011, ao visitar um zoológico, no Bronx, em Nova York, notou a dicotomia da realidade em que vivem os animais. Avistou um urso polar andando em um chão de concreto, ao lado de uma piscina rasa.

Fonte: Sheng Wen Lo

“Quando turistas vêem elefantes em um pedaço de terra, visualmente, parece muito normal. No entanto, sempre que há um urso polar no cativeiro humano, eu diria que 95%  do tempo pareceria muito estranho, porque você não pode criar um ambiente que seja visualmente convincente”, pondera o fotógrafo.

Fonte: Sheng Wen Lo

Em 2014, sem conseguir tirar a triste imagem do urso polar no concreto criado pelo ser humano, partiu fotografando o “urso-branco”. Percorreu zoológicos, parques de animais selvagens e, acreditem, até mesmo em shoppings. Avaliou que são tratados de formas distintas em seus cativeiros. No Highland Wildlife Park em Kincraig, na Escócia, por exemplo, os ursos exploram um espaço ao ar livre do tamanho de um campo de futebol e desfrutam de temperaturas relativamente amenas. Já em um zoológico , em Pequim, na China, os ursos polares são limitados a um pequeno recinto rochoso, onde as temperaturas podem atingir a 100 graus Fahrenheit no verão. É  preciso deixar claro que nenhum animal, preso, fora de seu habitat natural, consegue  viver com dignidade.

Fonte: Sheng Wen Lo
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Governo canadense proíbe caça a tartarugas-mordedoras

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Fonte: Seafoods.com

Após receber mais de 13.460 comentários contra a caça de tartarugas, o Ministério de Recursos Naturais e Silvicultura, em Ontário, Canadá, finalmente, após meses de consulta pública, definiram a proibição total à caça de snapping turtles, – conhecidas em português como, tartaruga-víbora ou tartaruga-mordedora.  “A tartaruga-mordedora é uma espécie de longa vida e, que se reproduz lentamente. A casta está sujeita a diversas agressões ambientais, como por exemplo, mortalidade rodoviária”, narra trecho da declaração de proibição.

Antes da proibição da caça, que entrou em vigor no dia 1º de abril, os residentes de Ontário podiam, legalmente,  matar duas tartarugas por dia. “Eu fiquei emocionada. Nós ficamos felizes quando o conselho de Ontário liberou a proibição de circos. O próximo passo,  após a proibição, foi o circo Ringling Brothers encerrar suas atividades. Então sinto-me empolgada”, conta Sherry Bondy,  “Membro do Conselho da Cidade”. Desde 2012, Bondy lidera a luta contra a caça de tartarugas.

A decisão de interromper a caça de tartarugas foi celebrada por organizações ambientais em todo o país, incluindo a Fundação David Suzuki. As tartarugas-mordedoras são consideradas uma espécie de maior preocupação, em Ontário. “A população da espécie de tartaruga-mordedora, irá diminuir, mesmo com a queda no número de morte das classes adultas. A caça aumenta os impactos de ameaças significativas à espécie, tornando a recuperação mais difícil e cara”, pondera representante da Fundação.

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Comediante americano explora canguru em show

Por Jéssica Presença  / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Fonte: Getty Images

Mike Epps, comediante, norte-americano, aparentemente não é tão profissional assim. Epps levou consigo um canguru para fazer parte de um número no seu show.  O humorista apresentou-se na última sexta-feira (31), em Detroit, na turnê de comédia intitulada Festival de Risos.

No meio do show, um homem, chamado Javon Stacks, surgiu com o animal, claramente aterrorizado, em uma coleira. Não bastasse erguer o canguru para tirar uma foto, o carregava ao redor do palco na tentativa de fazer comédia em um show fracassado. É notório o animal tentando deixar o palco, em vão, já que o obrigam a entreter o público em meio a luzes e música alta. Segundo o website TMZ, diversas pessoas da platéia repreenderam o ato, “eles são um lixo por fazerem isso”, afirmavam.

Ainda de acordo com o TMZ, é ilegal portar canguru na cidade do estado de Michigan. Apesar de ser proibido possuir a guarda do animal , em Detroit, um representante do Animal Control local alegou que o canguru é de outra cidade, por esse motivo, seria necessário autoridades federais e estaduais julgar se o comediante cometeu crime ou não.

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Pit Bull é covardemente morto no Aeroporto Internacional de Honolulu, no Havaí

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Imagem: Reprodução Facebook

Mais uma vez um animal foi vítima da crueldade do ser humano. Um guarda de segurança no Aeroporto Internacional de Honolulu, no Havaí, Estados Unidos, atirou em um cão, a sangue frio. A tragédia ocorreu na última terça-feira (28), por volta das 19h, horário local, após o animal soltar-se em uma área aberta, no lado de fora de um edifício do terminal. A família disse que o cão, um pit bull,  de 2 anos de idade, chamado Kaiele, havia acabado de ser pego da área de carga da companhia “Aloha Air”,  quando de alguma forma escapou e foi covardemente assassinado pelas autoridades locais.

Quanto soltou-se da coleira, Kaiele estava amarrado em uma área gramada fora do terminal. O animal teria sido retirado da sua caixa de transporte para que pudesse fazer suas necessidades. “Minha irmã disse ao guarda que estavam carregando o resto de sua bagagem e já iriam embora. O guarda disse á ela, enquanto puxava sua arma, que precisavam deixar o local naquele exato momento, ou ele lidaria com a situação da maneira dele. O namorado da minha irmã perguntou ao guarda, ‘O que você vai fazer, atirar no meu cão?’ O cão sentiu que a situação estava piorando e a discussão aumentando, foi então que ele agiu naturalmente.  Queria proteger sua família, por isso soltou-se da árvore.  Minha irmã tentou agarrá-lo, mas o atirador foi mais rápido, foi um tiro certeiro”, contou Sha’nae Ramos, irmã da tutora do cão, ao DailyMail.

Imagem: Reprodução Facebook

“Meu cão leva um tiro, eu começo a gritar ao vê-lo caído no chão, o sangue jorrando e eu com minha filha nos braços. Kaiele era um bom cachorro. Eu estava sentada no chão ao seu lado e ele estava deitado na grama, nem estava machucando ninguém. Havia muitas pessoas dizendo que o cão não era agressivo e realmente não era. Fugia de chihuahuas, podia levá-lo para parques, e também, deitar minha filha ao lado dele”, contou Leisha Ramos, tutora do cão. A família alegou que irá processar o aeroporto e todos os envolvidos com o assassinato de Kaiele.

Imagem: Reprodução Facebook

 

Imagem: Reprodução Facebook
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Israel detém maior percentual de veganos no mundo

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Imagem: ISRAEL21c

Em uma sociedade na qual o massacre aos animais é constante, saber que  o veganismo está crescendo,  é no mínimo, um respiro, em meio ao sufoco que os apaixonados pela causa passam todos os dias. O número de produtos anti-crueldade animal não tem só crescido, mas também, tem se diversificado. Produtos amigos dos animais tem tomado conta das prateleiras dos supermercados, em Israel.

O motivo de tamanha variedade não poderia ser melhor, Israel tem a maior porcentagem de veganos per capita no mundo  – cerca de 5%  da população, equivalente a 400.000 habitantes. ” VeganFriendly”,  (Vegano Amigável, em tradução livre),  é uma organização israelense,  sem fins lucrativos, que deu início ao projeto de expandir o mercado vegano. A instituição realiza um congresso vegano anual e,  nesse ano de 2017, 1500 pessoas compareceram á quarta edição do evento para prestigiar, e claro, experimentar guloseimas livres de crueldade. Atualmente, um  número crescente de pacotes de produtos trazem o selo da instituição.

Imagem: ISRAEL21c

Não foi fácil expandir a conscientização sobre crueldade animal nas indústrias da carne, laticínios e ovos.  Em entrevista ao veículo digital, sem fins lucrativos, ISRAEL21c,  o fundador da VeganFriendly, Omri Paz, alegou que foi um trabalho árduo nos primeiros dois anos. Mas foi assim, que a população vegana israelense passou de 0.5% a 4%. Nomes populares de restaurantes, em Israel, como Domino’s Pizza a Café Landwer, começaram adicionar itens veganos ao menu. “De 2014 a 2016, a tendência cresceu para incluir mais produtos veganos nos supermercados. Agora as próximas novas tendências estão em grandes empresas que ofereçam produtos veganos, evolução em tecnologia de alimentos e turismo.”, conta Paz.

Empresas voltadas ao consumo consciente crescem em um ritmo acelerado. A tecnologia de alimentos, por exemplo, ocupa uma boa parte do cenário que vem sendo construído. É possível encontrar empresas focadas no desenvolvimento de produtos sem crueldade como –  frango cultivado, também conhecido como “carne in-vitro”, na qual a carne é desenvolvida a partir de células embrionárias ; iogurte probiótico, obtido sem leite e, a base de cereais, nozes e sementes; e por fim,  bebida para nutrição infantil sem leite ou soja.

ISRAEL21c

Com a onda anti crueldade animal tomando conta, o Ministério do Turismo local começou a promover atividades veganas. Segundo Paz, é possível que, dentro de um ano, hotéis disponibilizem mais do que apenas alimentos  veganos, mas também, amenidades que os hóspedes possam utilizar, como – produtos sem couro, e também, que não sejam testados em animais. Os operadores de turismo não querem ficar para trás, estão promovendo diversas excursões voltadas para o lado verde da força.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a carne processada é carcinogênica, o que levou a uma queda de 30% nas vendas de salsichas e frios em Israel. Paz, espera que o veganismo continue crescendo, para isso organiza o que ele considera que será o maior movimento ligado aos direitos dos animais no mundo. Uma campanha de rua irá mostrar aos pedestres um vídeo de três minutos sobre a agricultura de fábrica através de óculos VR. “A moralidade é a principal razão pela qual os israelenses tornam-se veganos, mas o próximo fator principal é o aspecto da saúde. Quando é por razões de saúde, muitas vezes as pessoas não se tornarão 100% veganas, mas diminuirão o consumo de proteína animal”, finaliza Paz.

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Cão desnutrido vagava com o estômago repleto de metal e ossos em Chicago, nos Estados Unidos

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

A TAF – Trio Animal Foundation, localizada nos Estados Unidos, em Chicago, Illinois, é uma organização sem fins lucrativos que presta assistência médica para animais abandonados e, em seguida, promove sua adoção. Quando a fundação recebeu a notícia sobre um cão desnutrido vagando pelas ruas, procurando por comida em uma área perigosa de Chicago, logo foram resgatá-lo. Os protetores lhe deram o nome de Eastwood.

Foi assim que encontraram Eastwood – em péssimas condições, procurando por restos de comida em uma área perigosa.

Imagem: One Green Planet

Felizmente, os protetores conseguiram ganhar sua confiança, e então, foi possível colocar uma coleira no cão para o resgate.

Imagem: One Green Planet

O pobre animal estava tão desnutrido, que todos seus ossos sobressaíam-se sob sua fina camada de pelo. Após ser examinado por um veterinário, foi possível constatar que o estômago de Eastwood estava cheio de ossos de outros animais e metal.

Imagem: One Green Planet

Eastwood estava desnutrido por tanto tempo que até mesmo sua face estava afundada para dentro.
Apesar de sua vida triste e difícil nas ruas,  é possível notar sua alma gentil pelos seus doces e agradecidos olhos.

Imagem: One Green Planet

Eastwood terá um longo caminho até sua completa recuperação. Ele agora está seguro no abrigo  e está sendo monitorado constantemente. Os veterinários que estão cuidando do caso estão esperando o corpo do animal reagir e, talvez, expelir por conta própria os ossos de animais e metais, mas caso isso não aconteça em ordem natural, o cão terá que passar por uma cirurgia parar retirar os objetos de seu frágil corpo. 

Imagem: One Green Planet

A TAF precisa de doações para continuar o tratamento de Eastwood, clique aqui para contribuir.

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Casos de maus-tratos aumentam em 150.000 investigações na Inglaterra

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Imagem: RSCPA

O número de investigações relacionadas a crueldade animal realizadas pela RSPCA – Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, (Sociedade Real para a Prevenção de Crueldade á Animais, em tradução livre),  aumentou cerca de 5% no ano passado para mais de 400 casos por dia, de acordo com números divulgados pela associação de proteção animal. Em seu relatório anual, a RSPCA alegou que havia investigado quase 150.000 casos em 2016. Ligações para sua sede, que atende chamadas 24 horas, aumentaram em quase 4%, com média de uma a cada 27 segundos.

Dermot Murphy, diretor-assistente da instituição inglesa, sugeriu que os números de maus-tratos não necessariamente tenham crescido. O fato das pessoas terem passado a compartilhar mais imagens em relação ao abuso animal, pode ter relação com o aumento de investigações.  “Eu acredito que os números do ano passado mostram que não estamos ficando mais cruéis, mas que as pessoas simplesmente estão menos dispostas a ficar de pé e não fazer nada se acharem que um animal está sofrendo. As pessoas estão cada vez mais propensas a compartilhar em suas contas de mídia social animais que acreditam que não estão sendo cuidadas adequadamente. Após verem o material partilhado de seus amigos, entram em contato conosco”, conta Murphy.

Imagem: RSCPA

Um total de 149.604 denúncias de abuso animal foram investigadas pela RSPCA em 2016, incluindo o caso de Reo, um pastor alemão de nove anos que, antes de ser encontrado, estava chorando de dor ,sofrendo com feridas abertas em suas orelhas, mandíbula e olho. Seu proprietário foi proibido de manter animais para a vida inteira após ser processado pela associação. Essa história tem final feliz, o pastor já tem uma nova família e está superando seu passado dia após dia. “Nunca deixa de me chocar os casos de extrema crueldade animal que a RSPCA tem sido chamada a investigar. Continuo a indignar-me e a entristecer-me que pessoas possam ser capazes de tal brutalidade em relação aos animais. Mas também me impulsiona a garantir que os autores da crueldade sejam colocados diante dos tribunais “.

Conheça um pouco sobre outros casos aterrorizantes citados pela RSPCA:

– Um bulldog que era constantemente  jogado escadas abaixo,  batendo todo o seu corpo enquanto caía;

– Uma píton e uma jibóia que foram decapitadas com um par de tesouras;

– Um cão shih-tzu esfaqueado na face e pescoço com uma faca de cozinha antes de ser deixado para morrer em plena luz do dia;

– Texugos que cavaram fora de sua toca e,  um grupo incentivou cães a atacá-los, enquanto filmava por um celular;

– Uma águia dourada mantida em uma cozinha apertada, cercada por vidro quebrado e latões vazios.

A maioria das denúncias recebidas pela RSPCA foi sobre o bem-estar dos cães (84.994), seguido dos gatos (36.156) e equinos (19.530). Já o maior número de queixas investigadas foi em Londres (11.812), seguido por West Yorkshire (7.920) e Greater Manchester (7.708). “As pessoas podem ver esses números como algo negativo, e eu certamente não tenho nenhuma satisfação de saber que qualquer animal sofreu. O que eu me orgulho é saber que, por causa da intervenção da RSPCA, impedimos que muitos outros animais sofram nas mãos de quem investigamos com sucesso e levamos perante os tribunais “, finaliza Murphy.

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Pamela Anderson faz com que famoso apresentador francês deixe de apresentar animais em seu programa

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Imagem: PETA

Após a apresentação ao vivo de Pamela Anderson no talk show francês Touche pas à mon poste !, o apresentador Cyril Hanouna prometeu parar de apresentar animais em seu programa. Após entender a posição de Anderson e, descobrir que os telespectadores apoiaram sua colocação, Hanouana anunciou que não haveria mais animais no set, “eu entendo a sua súplica – há muitos outros que não queriam animais no set, e eu sei, estão certos sobre isso”.

Os animais que são explorados nas indústrias cinematográfica e televisiva estão sujeitos ao estresse causado por luzes brilhantes, ruídos altos e contato forçado com seres humanos. Eles passam grande parte de suas vidas presos, são transportados de uma produção para outra e, muitas vezes, passam por condições debilitantes quando estão fora de cena. A investigação da PETA – People for the Ethical Treatment of Animals, (Pessoas pelo Tratamento Ético Animal, em tradução livre), relacionada a Birds & Animals Unlimited, (Pássaros e Animais Ilimitados, em tradução livre), – companhia especializada na contratação de animais para a indústria do entretenimento, incluindo gravações de filme como “Quatro Vidas de um Cachorro” e o programa televisivo CBS’s Zoo, (Zoológico da CBS, em tradução livre), – deu conta que os animais sofriam constantemente por trás das câmeras.

Já passou da hora da rede televisiva CBS juntar-se ao mundo moderno de imagens geradas por computador. A tecnologia pode livrar os animais de serem forçados a viver como prisioneiros pelo entretenimento.

Ajude no movimento e, peça você também, para a CBS deixar de usar animais em estúdios.

 

 

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Agressor de cadela é condenado a sentença máxima contra crueldade animal

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Charleston Animal Society/Facebook

No ano de 2015, a triste história de Caitlyn, uma Staffordshire bull terrier virou notícia não apenas nos Estados Unidos, onde aconteceu o caso, mas também, ao redor do mundo. Caitlyn, então com 15 meses de idade, foi encontrada com o focinho preso com fita isolante, em North Charleston, Carolina do Sul. A fita havia cortado toda a volta do focinho e também, da língua. O motivo de tal barbaridade foram os latidos da cachorra. William Leonard Dodson, seu tutor na época, sentia-se incomodado com o barulho e então, após deixá-la com o focinho amarrado, também a prendeu em uma coleira. Embora os veterinários estimem que a fita tenha ficado presa por 48 horas, o dano foi extenso.

“Charleston Animal Society”, (Sociedade dos animais de Charleston, em tradução livre), foi acionada para resgatá-la após ser encontrada vagando pelas ruas. Por sorte, a cachorra conseguiu fugir de seu local de tortura, e assim, receber ajuda. Apesar dos dias aterrorizantes que Caitlyn suportou, já se recuperou e até mesmo recebeu um prêmio chamado “osso para a cidade”, entregue pelo prefeito de North Charleston, R. Keith Summey.

Já o antigo tutor William Leonard Dodson, felizmente, não tem tido tanta sorte. No último dia 24 de março o juiz Markley Dennis, condenou Dodson a 5 anos de prisão, punição máxima para crueldade animal no estado da Carolina do Norte. O tempo sentenciado não será somado a outra condenação que o agressor já vinha cumprindo, a de 15 anos de prisão por posse ilegal de armas.”Não estou tentando ser mau, eu gostaria de poder te dar mais”, disse o juiz Markley Dennis referindo-se ao tempo da condenação de Dodson.

O caso pôde ser desvendado após a polícia encontrar um pedaço de fita e uma coleira perto de um canil vazio na casa de Dodson. O material foi encaminhado para o “Law Enforcement Division”, (Divisão de Aplicação de Leis, em tradução livre) para testes. O resultado foi compatível para o material encontrado na casa do sentenciado e o que estava com o animal. O advogado de defesa do caso, Ted Corvey, conta que o agressor alegava: “Eu tive que fazer isso. Ela não calava a boca”.

Caitlyn virou símbolo de um fundo para arrecadação contra crueldade animal, criado pela Charleston Animal Society. A staffordshire que tanto sofreu, agora vive feliz com uma família que a adotou permanentemente. Suas despesas médicas estão sendo pagas pela ONG. “Eu acho que isso envia uma mensagem de que … nós não vamos deixar esse tipo de coisa acontecer novamente”, declarou Aldwin Roman, diretor de anti-crueldade e divulgação da Charleston Animal Society. “Vamos fazer tudo o que pudermos dentro da lei para parar com isso, e então vamos ir além e mudar nossas leis e torná-las mais fortes”, finalizou.

Se você gostaria de ajudar Charleston Animal Society a continuar na luta contra a crueldade animal, você pode fazer uma doação aqui.

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Elefantes são explorados em jogos de polo para arrecadar dinheiro

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Divulgação

Elefantes é um dos animais mais inteligentes e sociáveis na natureza. Vivem juntos em manadas matriarcais, próximos onde a fêmea mais velha desempenha um papel duplo, de líder e mentora. Assim como os humanos, os elefantes são criaturas que possuem emoções e empatia. Na manada, a mãe mais experiente, auxilia as mães de primeira viagem a criar seus filhotes. Outra semelhança conosco, é o fato de lamentarem a morte de seus entes queridos. Apesar de toda afinidade para nós, seres humanos, os elefantes são terrivelmente explorados pela ganância humana.

Os elefantes asiáticos sofrem muito nas mãos da indústria de turismo da Tailândia. Os elefantes bebês são tirados de suas mães e forçados a suportar um período de ruptura conhecido como “Phajaan”. Os bebês que sofrem esse processo são coagidos a ficar em caixas minúsculas, tendo suas pernas ou pescoços algemados. Enquanto trancafiados, são provocados ​​repetidamente com objetos afiados chamados de “ganchos de touro”, – a mesma ferramenta que muitos circos usam com o objetivo de intimidar os elefantes para entretenimento.

Após concluir esse doloroso processo, o treinador os retira da caixa e demonstra bondade, fazendo os animais confiarem em seus captores. Elefantes que sofrem esse processo, são normalmente explorados na indústria do turismo, – treinados para proporcionar aos clientes pagantes passeios em suas costas ou executar truques banais.

Em um evento particularmente cruel chamado “Copa do Rei”, que acontece todos os anos, em Bangkok, na Tailândia, cerca de 30 elefantes asiáticos são forçados a participar de um jogo de polo (o jogo mais recente aconteceu em fevereiro de 2017). Perseguindo uma pequena bola em torno de um campo, cada elefante é montado por duas pessoas, uma utiliza o bastão de polo e, a outra, utiliza um gancho de touro para controlar o animal. O objetivo de tal evento é arrecadar dinheiro para a conservação. Sim, você leu certo, conservação.

Os organizadores do evento afirmam que os elefantes utilizados para o jogo são bem tratados, alegando que os animais ganham frutas frescas, legumes e massagens. Mas esses atos de benevolência não são bons o suficiente, afinal os elefantes não têm escolha a não ser participar de um evento que lhes causa dor e angústia.

Segundo o website One Green Planet, os espectadores estão dispostos a doar um cheque para salvar os elefantes enquanto assistem elefantes, que são capturados, dando um pequeno show. Os consideram como seres para o entretenimento, seres valiosos que merecem dignidade, fica em segundo plano.

Com a desculpa de carregar no nome “santuário” e julgarem-se ser conscientemente ambiental, criam eventos que são simplesmente exploração animal. Nenhuma organização jamais deveria obter lucros forçando seus animais a se apresentarem para seres humanos, independente, de qual seja o ato, posar para fotos ou ser forçado a participar de um jogo cruel.

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Porca explorada para reprodução ganha amor em santuário

Por Jéssica Presença / Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução

Rosa foi uma porca reprodutora que passou a vida confinada em uma caixa de gestação. Sua vida, como a de outros porcos criados em fazendas cruéis, foi resumida em cimento, aço frio e duro. Nem mesmo a experiência da  maternidade lhe foi permitida, já que sua caixa foi projetada para limitar o contato físico com seus leitões. Rosa nunca teve a chance de criar seus bebês, mas teve que sofrer por tê-los retirados inúmeras vezes.

Após viver em um ambiente tão cruel, é comum que uma porca como Rosa tivesse dificuldade em confiar nos seres humanos. Mas as boas pessoas no “Farm Sanctuary”, (Santuário da Fazenda, em tradução livre) sabem como os animais podem ser resilientes – especialmente quando lhes é dado amor e cuidado.

Aqui podemos conferir Rosa sendo completamente mimada! Após viver em uma caixa de gestação, ela merece todo o mimo do mundo!

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