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Ursa idosa de 180 kg é vista vagueando pelas ruas da Califórnia

Com a chegada dos socorristas, o urso foi tranquilizado (com método adequado e sem sofrimento animal), e levado para seu habitat florestal mais próximo


RMGNEWS

No dia 21/02, uma ursa preta, já em idade avançada, foi vista andando pelas ruas da cidade de Monravia, a menos de 40 km de Los Angeles, atraindo curiosos e meios de comunicação, antes que as autoridades da vida selvagem chegassem e resgatassem o animal.

O animal vagueava lentamente pelas ruas e percorria os quintais da cidade, que fica perto de regiões montanhosas (habitat dos ursos). Com o tumulto, o departamento de polícia de Monróvia foi chamado para resguardar o urso, que imediatamente ligaram e aguardaram os socorristas do Departamento de Peixes e Vida Selvagem da Califórnia.

Com a chegada dos socorristas, o urso foi tranquilizado (com método adequado e sem sofrimento animal), e levado para seu habitat florestal adequado mais próximo, disse Tim Daly, porta-voz do Departamento.

“Um dos nossos socorristas descreveu o animal: cerca de 180 kg, fêmea e mais velha”, disse Daly ao The Guardian (21). “No mundo dos ursos, ela seria descrita como idosa”. Ele também disse que o urso estava saudável.

E acrescentou: “É um pouco alarmante o quão perto e confortáveis ​​as pessoas estavam se aproximando deste urso, mas não houve incidentes, por isso estamos felizes com isso”.

Confira o vídeo do animal vagueando pelas ruas da Califórnia:


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Castores são aliados do Reino Unido no combate as inundações

O animal ajuda a criar um habitat seco para muitas espécies


Miloszelezny/Pixabay

Recentemente, foi divulgado que castores serão reintroduzidos em áreas do Reino Unido, uma vez que os mamíferos são ótimos construtores de represas naturais, que consequentemente controlam e evitam inundações e enchentes.

A National Trust Association, que é uma organização responsável pela proteção do patrimônio histórico e natural do Reino Unido, anunciou no dia 21 de janeiro de 2020, que o projeto visa deslocar castores-da-Eurásia (região entre a Europa e a Ásia), para duas regiões do sul da Inglaterra no próximo ano.

“As barragens construídas pelos castores permitem que a água seja represada durante os períodos secos, ajudam a reduzir inundações repentinas e melhoram a qualidade da água, retendo lama”, explicou Ben Eardley, chefe do projeto, em um comunicado.

Dessa forma, o castor cria um habitat seco para muitas espécies, além do mais, sua  reintrodução ao sul da Inglaterra, que vem sofrendo com graves inundações e enchentes, poderia “contribuir para tornar as paisagens mais resistentes às mudanças climáticas e ao clima extremo que isso implica”, segundo Eardley, que supervisionará a reintrodução de um casal de castores em Holnicote, perto do Parque Nacional Exmoor, no sudeste da Inglaterra.

Outro casal também será libertado nos arredores do Parque Nacional de South Down, perto da costa sul. Os animais serão reintroduzidos em áreas florestais, onde especialistas irão monitorar as mudanças ambientais resultadas pela inserção dos animais no local.


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Papagaio volta a voar depois de transplante de penas

Como muitos pássaros criados em cativeiro, o animal, que foi chamado de Wei Wei, teve suas asas cortadas para ser impedido de voar para longe


Caters News Agency

Recentemente, uma veterinária na Austrália, deu a um papagaio de apenas doze semanas, um par de pontas de asas feitas de penas doadas, após o animal sofrer um intenso corte nas asas, impossibilitando-o de voar e fazendo com que ele caísse frequentemente.

Como muitos pássaros criados fora de seu habitat natural, o animal, que foi chamado de Wei Wei, teve suas asas cortadas para ser impedido de voar para longe, no entanto, o procedimento de corte das asas, deixou o animal debilitado. Também não se sabe se o corte foi realizado pelo tutor de Wei Wei, uma loja de animais ou um veterinário.

A médica veterinária Catherine Apuli (31), da clínica veterinária The Unusual Pet Vets, de Brisbane , na Austrália, montou as novas pontas das asas que foram coladas no animal.

Caters News Agency

A técnica é conhecida como “colisão” e o procedimento envolve prender partes das penas doadas às cortadas ou danificadas do pássaro usando cola (especial para o procedimento) e uma forma de apoio – no caso de Wei Wei, palitos de dente.

Caters News Agency

A operação deu certo e não causou dor ao papagaio (que teve que ser sedado para o procedimento). Após algumas horas, o animal pode sair voando novamente. “O pássaro tinha um corte severo nas asas, o que significa que as penas de voo foram cortadas muito curtas e muitas penas foram perdidas”, disse Apuli ao Daily Mail (24).

Como resultado da defasagem das penas, o pássaro estava sofrendo fortes quedas no chão, criando muitas chances de se machucar. “No caso de Wei Wei, ela estava caindo pesadamente e o tutor percebeu que estava com dores nos pés”, completa ela.

O procedimento  foi realizado para evitar mais lesões físicas e recuperar o voo para uma saúde física e mental ideal do animal. “As penas foram doadas à clínica e cada pena foi higienizada, esterilizada e seca”, relata a Dr. Apuli.

“Ele voou muito bem depois de algumas tentativas e parecia bastante animado por voar novamente. Agora ele não cai mais no chão e também não se machuca”, concluiu ela.


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Quase 10% dos rinocerontes de Botsuana foram assassinados nos últimos dez meses

Em 2019, as altas taxas de caça aos rinocerontes levaram o governo a alertar que a população da espécie poderia ser exterminada no país do sul da África até 2021


AFP

Pelo menos 46 rinocerontes foram assassinatos no Botsuana nos últimos 10 meses, disse uma autoridade do governo do país no dia 24/02. Geralmente os assassinatos ocorrem na Reserva de Caça Moremi. Desde abril de 2019, quase 10% da população de rinocerontes foi morta no local.

“A caça aumentou a um ritmo alarmante nesta área”, relatou Moemi Batshabang, vice-diretor do departamento de vida selvagem do governo, ao site AFP. E completou: “Posso atestar que 46 rinocerontes foram mortos por caçadores de abril do ano passado até o momento”.

O Botsuana, país africano, abriga 500 rinocerontes, segundo a organização internacional de conservação de rinocerontes, a Save the Rhino. E embora os animais sejam uma espécie protegida no país, ficando fora da recente decisão do governo em permitir a caça , os animais continuam a ser assassinados.

A maioria dos rinocerontes percorre as planícies gramadas do Delta do Okavango, no norte, onde a Reserva de Caça Moremi está situada. “O aumento da caça dos rinocerontes é preocupante e incomum”, disse Batshabang.

Em 2019, as altas taxas de caça aos rinocerontes, levaram o governo a alertar que a população de rinocerontes poderia ser exterminada no país do sul da África até 2021.

A caça de rinocerontes, incessante no país, é alimentada por uma demanda grande de chifres dos animais na Ásia, além disso, o chifre é utilizado para a composição de  um medicamento tradicional e alternativo, e pode chegar a US$ 60.000  (cerca de R$ 264 mil) por quilo. O chifre de rinoceronte é composto principalmente de queratina, a mesma substância das unhas humanas.


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Garoto deixa cão em abrigo para protegê-lo do pai e o animal recebe 300 pedidos de adoção

“Minha mãe e eu decidimos deixar meu cachorro nas mãos de vocês, escondendo-o do meu pai, porque ele maltrata e chuta ele”, dizia o bilhete deixado junto com o cachorro na porta do abrigo


Refugio Xollin/Facebook

Recentemente, um filhote de pit bull foi deixado do lado de fora de um abrigo de resgate animal, no estado de Michoacan, no México, juntamente com uma carta escrita por um dos tutores do animal, um menino de 12 anos.

O cão foi deixado em um abrigo chamado Refugio Xollin, no 13 de fevereiro, com a carta do jovem explicando porque não podia mais ficar com o animal.

O menino escreveu para o abrigo: “Meu nome é Andrés e tenho 12 anos. Minha mãe e eu decidimos deixar meu cachorro nas mãos de vocês, escondendo-o do meu pai, porque ele maltrata e chuta ele”.

Refugio Xollin

A carta continua com o menino revelando detalhes da agressão: “Um dia ele chutou tanto o meu cachorro, que machucou o rabo dele. Espero que vocês possam ajudar e cuidar dele. Deixei um urso de pelúcia para ele não me esquecer”. Após o resgate, o filhote foi vermifugado por um veterinário para que pudesse ficar disponível para a adoção.

O abrigo também compartilhou a história do cachorro em uma nota no Facebook, juntamente com fotos ​​do filhote de pit bull, que rapidamente se espalhou na internet. Um dia depois da publicação do post, mais de 300 pessoas pediram para adotar o animal – que se chama Rene.

Até o momento, o abrigo ainda não decidiu um tutor para Rene, que está sob os cuidados do abrigo. A instituição também lembrou que apenas uma família ficará com Rene, mas que outros 120 outros filhotes também estão disponíveis no abrigo para adoção.

“Se todos abrissem seus corações e suas casas como abriram para esse cachorrinho, todos os cachorros do abrigo já teriam sido adotados”, publicou o abrigo no Facebook. 


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De olho no planeta, Notícias

Escola de Economia de Londres proíbe carne de boi para reduzir impacto no clima

A medida já havia sido adotada por outras universidades inglesas, como A Universidade de Cambridge e a Goldsmiths College


 

Foto: Divulgação

Assim como algumas universidades inglesas, como a Universidade de Cambridge, que já aderiram à proibição da carne de boi em seus campus universitários, agora a Escola de Economia e Ciência Política de Londres (LSE), na Inglaterra, também declarou que implementará a proibição, em um esforço a fim de suavizar os impactos causados pelo consumo de carne e as mudanças climáticas.

De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Oxford, evitar carne e laticínios é a melhor maneira de um indivíduo reduzir seu impacto ambiental.

Phoebe Woodruff, que é ativista estudantil e representante do campus da organização em defesa dos direitos animais Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais (PETA), liderou a iniciativa de mudança da instituição, onde os estudantes da LSE votaram durante uma reunião da União dos Estudantes, que foi aprovada por 243 a 170 votos.

“Mais estudantes do que nunca estão procurando ajudar o meio ambiente – e cortar carne, ovos e laticínios é a melhor e mais fácil maneira de fazer isso”, relatou ela ao site The London Economic.

Ela também acrescentou: “É encorajador ver a LSE se posicionar para proteger os animais e o meio ambiente. Todo mundo que deseja comer com compaixão pode mudar hoje para um estilo de vida vegano – nunca foi tão fácil”.

Outras universidades que aderiram à medida

Anteriormente, outras universidades já haviam adotado a medida, como é o caso da Goldsmiths College, parte da Universidade de Londres, que proibiu a venda de carne de boi no campus, com a finalidade de ser tornar uma instituição neutra em carbono até 2025.

Além disso, a Goldsmiths também se comprometeu a desencorajar o uso de plásticos descartáveis, adicionando uma sobretaxa aos produtos vendidos em plástico, assim, os rendimentos dessas vendas seriam direcionados para um “fundo de iniciativa verde para estudantes”.

Na época, Frances Corner, diretora do Goldsmiths, declarou em um comunicado: “Eu realmente acredito que enfrentamos um momento decisivo na história global e a Goldsmiths agora está lado a lado com outras organizações dispostas a dar o alarme e tomar medidas urgentes para reduzir o uso de carbono”.

Em outubro de 2016, o serviço de fornecimento de refeições coletivas da Universidade de Cambridge, também aderiu e substituiu a carne por produtos à base de vegetais.  Na época, a universidade fez questão de medir sua pegada de carbono antes de fazer as alterações durante um período de três meses em 2015 e novamente em 2018. Os resultados da pesquisa mostraram que o corte da carne dos cardápios da universidade, reduzia as emissões de carbono relacionadas a alimentos em um terço do total produzido.


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Hipopótamo surpreende clientes ao aparecer em um posto de gasolina

O proprietário da posto, Anel Snyman, disse que, apesar do episódio ser surpreendente, a região é um local que possui muitos hipopótamos


Marie Stubbe/Magnus News

Recentemente, um hipopótamo surpreendeu alguns motoristas quando apareceu à noite em um posto de gasolina na África do Sul. Em um vídeo gravado no dia 23/02, o animal foi visto se aproximando do movimentado pátio do posto Engen, em Santa Lúcia.

Os clientes que estavam no local ficaram impressionados enquanto assistiam o animal passando pelas fileiras de bombas de gasolina. O proprietário do posto, Anel Snyman, disse que, apesar do episódio ser surpreendente, a região é um local que possui muitos hipopótamos.

Snyman disse ao Daily Mail (24): “Isso é bastante normal em Santa Lúcia, especialmente nas ruas mais afastadas da estrada principal. Os hipopótamos realmente andam por aí e cuidam de seus próprios assuntos”, disse ele, brincando.

Confira o vídeo do momento:


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Peixe-boi é amarrado e arrastado ao longo de uma estrada na Nigéria

No vídeo divulgado, gritos e berros do animal também podem ser ouvidos em segundo plano


Imagens divulgadas do vídeo na internet

Recentemente, imagens divulgadas na internet mostram um peixe-boi em perigo, amarrado e sendo arrastado por uma estrada de terra enquanto tenta escapar. O vídeo foi gravado na Nigéria e mostra pessoas puxando o animal com cordas, enquanto sua pele raspava o chão e o animal clamava por socorro.

Após as imagens se tornarem famosas na internet, o Ministério do Meio Ambiente da Nigéria, ordenou uma investigação completa sobre o vídeo, que foi divulgado em uma mídia social no dia 22/02, depois de ser capturado na região do Delta do Níger.

Embora seja ilegal caçar peixes-boi no país, os animais continuam sendo alvo, pois sua carne, óleo e órgãos são usados ​​na medicina tradicional do país.

Além do vídeo mostrar o animal se contorcendo quando sete pessoas o arrastam pela estrada principal de uma cidade, gritos e berros do animal também podem ser ouvidos em segundo plano.

Imagens divulgadas do vídeo na internet

A vice-ministra do Meio Ambiente da Nigéria, Sharon Ikeazor, condenou no dia 23/03,  a captura do peixe-boi e pediu que as autoridades o investiguem e resgatem o animal.

“Minha atenção foi atraída para um vídeo muito angustiante e desagradável de um peixe-boi capturado na região do Delta do Níger sendo arrastado por terra para um destino cruel ”, disse ela no Twitter.

E completou: “É triste que os peixes-boi continuem sendo um dos mamíferos aquáticos mais caçados”, disse ela, acrescentando que era necessária uma campanha de conscientização “para educar nosso povo a proteger o peixe-boi”.

A pobreza generalizada na região do Delta do Níger, apesar de décadas de riqueza em petróleo, provoca a caça de animais em extinção, além disso, vazamentos de petróleo no sul da Nigéria também danificaram o habitat natural de peixes-boi e outras espécies aquáticas.

De acordo com a Sociedade Conservadora de Vida Selvagem na Nigéria, a legislação que protege espécies ameaçadas de extinção raramente é aplicada pelas agências governamentais.

Confira as imagens dos maus-tratos ao peixe-boi:


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Primeiro Ministro do Butão pede a todos os cidadãos que adotem cães sem lar e plantem uma árvore

Ele também sugeriu que as pessoas separassem melhor os resíduos domésticos, praticando a reciclagem


Facebook/ Dr Lotay Tshering

Para enfrentar a ameaça de cães vadios no Himalaia, o primeiro-ministro do reino budista do Butão, Lotay Tshering, declarou no dia 21/02 que gostaria que as pessoas adotassem um cão em situação de rua ou plantassem uma árvore na cidade.

O pedido de Tshering aos cidadãos seria um presente para ele, que completará 50 anos no próximo dia 10 de maio, além da adoção de cães e o plantio de árvores, ele também sugeriu que as pessoas separassem melhor os resíduos domésticos, praticando a reciclagem.

Em nível individual, o primeiro-ministro disse à imprensa que se pode plantar uma árvore e cuidar dela, adotar um cão vadio ou se comprometer com o gerenciamento de resíduos em sua vizinhança. Ele disse que um compromisso pessoal como esse, seria o melhor presente para Sua Majestade. Ele também anunciou vários programas nas áreas de economia, educação, saúde e tecnologia. Os programas serão lançados durante o período de um ano.

Além disso, o governo do Butão está tomando várias medidas para reduzir o nascimento de cães em situação de rua e incentivando a adoção desses cães. Em julho de 2019, o governo lançou um projeto chamado Estratégia Nacional de Gerenciamento de População Canina do Butão, que possui duas aplicações móveis que visam o bem-estar dos cães: a vacinação em massa e o gerenciamento da população canina, que ajudam as autoridades que trabalham no campo a monitorar a equipe e ter acesso a informações como o número de cães castrados.


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Jogador de basquete Yoeli Childs adota dieta à base de vegetais

O atleta americano está em transição para se tornar vegano


Foto de Rebecca Lane / UV360

O atacante da equipe de basquete da BYU Cougars, Yoeli Childs, é mais um dos atletas que adotaram uma dieta baseada em vegetais.

O principal astro do time de Utah, nos Estados Unidos, está em uma transição para se tornar vegano e desde então se comprometeu com uma dieta baseada em vegetais para impulsionar seu sucesso no basquete.

Ele disse à KSL Sports em fevereiro de 2020: “Ainda não sou vegano, mas estou seguindo uma dieta baseada em vegetais. Eu e minha esposa (Megan Childs) fazemos muitas coisas sem carne e tentamos ao máximo comer apenas vegetais. Estamos tentando comer de maneira saudável e temos a maior parte da nossa comida proveniente de frutas e legumes”.


Nota da Redação: é importante esclarecer que o veganismo é um termo criado pela The Vegan Society em 1949 para descrever um estilo de vida alinhado com a defesa dos direitos animais. Para esta entidade, o veganismo é “uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade”. O veganismo, em sua raiz conceitual, não se restringe unicamente à dieta, considerada vegetariana estrita, totalmente livre de qualquer produto ou ingrediente de origem animal. No entanto, com a popularização deste estilo de vida e do surgimento de novos termos, como dietas plant based (baseada em plantas, em tradução literal) e com o aumento considerável do uso do termo “vegano” por celebridades e influenciadores, optamos por reproduzir as mesmas informações fornecidas pelas fontes das matérias.


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Abelhas trabalham juntas para abrir um recipiente com mel

As imagens foram compartilhadas por meio da mídia social Reddit, via publicação da página AnimalBeingBros


 

Reddit / kjon7814

Recentemente, abelhas avistaram um grande pote de mel. No entanto, o pote estava fechado, mas as abelhas não se importaram e resolveram se juntar a fim de abrir o objeto. As imagens foram compartilhadas por meio da mídia social Reddit, via publicação da página AnimalBeingBros, pelo internauta Kjon7814.

Dessa forma, trabalhando em equipe durante alguns segundos, as abelhas conseguiram recuperar o mel, que é de origem e propriedade do inseto, por natureza e de acordo com os direitos animais. No entanto, é impossível afirmar, se especialmente aquele mel do pote, em particular, foi produzido por aquelas abelhas.

Ademais, para que as colmeias sejam saudáveis ​​e prósperas, os apicultores éticos normalmente só podem consumir o excesso de mel das abelhas – deixando a grande parte do produto natural, para os insetos, que trabalharam arduamente para produzir o produto.

Confira o vídeo do momento, AQUI.


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Filme “O Chamado da Floresta” adota inteligência artificial para não usar cachorro como ator

Em vez de procurar uma mistura de São Bernardo e do Collie Escocês, os produtores do filme optaram por animar o cão Buck com ajuda de computador


 

AP

No filme, “The Call of the Wild” (O Chamado da Floresta), que estreou no dia 20 de fevereiro, o personagem de Harrison Ford, John Thornton, rouba um cachorro e os dois se tornam os melhores amigos. A novidade sobre o filme é que o cachorro utilizado não é real e sim resultado de uma tecnologia do computador que permite transformar um ator, em cachorro.

Em vez de procurar uma mistura de São Bernardo e do Collie Escocês , que custa aproximadamente 800 reais, os produtores do filme optaram por animar o cão Buck com gráficos de computador.  Terry Notary, ex-artista do Cirque du Soleil, foi recrutado pelo diretor Chris Sanders para fazer o papel do cão.

                                ANTES

                               DEPOIS

O resultado final foi elogiado como “absolutamente de tirar o fôlego” por ativistas do bem-estar animal, que ficaram orgulhosos com a decisão dos produtores de não explorar animais em cena.

A técnica utilizada usou gráficos de computado e captura de movimento CGI (Computação Gráfica Imaginária), que é uma realidade 3D. A técnica é a mesma usada na criação do personagem fictício Gollum em “O Senhor dos Anéis”.

New Line/Kobal/REX/Shutterstock

Terry Notary disse ao Business Insider: “É tão libertador. Eu apenas brinquei como uma criança em um quarto, imaginando que eu era um cachorro”. Com a técnica, diferentes sensores no rosto do ator capturam suas expressões e combinam com o áudio gravado pelo ator posteriormente.

Warner Bros

A organização de bem-estar animal PETA (Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais), postou no Twitter: “Impressionante! O novo filme de Harrison Ford, #CallOfTheWild, usa animais 100% CGI”.

Confira o trailer do filme aqui:


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