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Orangotango que vivia em uma pequena gaiola conhece outros de sua espécie pela primeira vez

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Você provavelmente se lembra do resgate comovente de Amy, uma orangotango que estava acorrentado em um pequeno caixote de madeira por cerca de sete anos. Quando o Resgate Internacional de Animais (IAR, em inglês) foi comunicado sobre salvar Amy, eles a acharam isolada, sem qualquer companhia ou conforto, e passando seus dias completamente sozinha. A gaiola de Amy era tão pequena que ela sequer podia esticar suas pernas. A corrente apertada no pescoço causou um ferimento profundo, suas costas estavam dobradas e ela tinha cicatrizes nos quadris.

Mas temos boas notícias: Amy está se recuperando bem! Depois que o IAR libertou Amy de sua existência solitária, ela passou por uma série de checagens de saúde, bem como por um período de quarentena, para ter acesso ao seu estado de bem-estar físico e mental.

Depois das checagens de seu estado de saúde, Amy foi levada para uma gaiola ao ar livre, onde ela poderia observar outros orangotangos e aprender por seus exemplos, bem como se acostumar com os olhares e sons do mundo exterior.

Incrivelmente, com apenas uma semana, Amy foi colocada em seu novo ambiente. O Resgate Internacional de Animais, então, moveu-a para uma gaiola próxima à porta de um outro orangotango. “Ela estava curiosa sobre seu novo vizinho e tentou alcançá-lo e tocá-lo. Ela claramente queria brincar com seu novo amigo”, disse Heribertus Suciadi, um membro do time indonésio do IAR.

Algumas semanas depois, o IAR decidiu que Amy estava pronta para ir para a floresta e conhecer outros orangotangos cara a cara! Amy ficou fascinada com todas as árvores ao seu redor. Ela, inclusive, parou algumas vezes para observar e compreender tudo.

Quando ela chegou à Ilha Setrum, uma ilha artificial no centro do Resgate Internacional de Animais, seus novos amigos estavam esperando por ela. De acordo com o IAR, os outros orangotangos tentaram cheirá-la e alguns a tocaram curiosamente. Amy assimilou tudo rapidamente, parecendo feliz em finalmente estar em volta de seus pares.

“É tão inspirador ver Amy se socializando com os outros da sua espécie depois de ter passando tanto tempo acorrentada e sozinha. É um real testemunho de sua resiliência física e mental, pois ela está se adequando bem ao seu novo ambiente e adquirindo tantas experiências novas em seu ritmo”, disse Alan Knight, chefe-executivo da organização.

O IAR vai continuar monitorando o progresso de Amy com o objetivo de, eventualmente, levá-la de volta ao lugar ao qual ela pertence: a floresta tropical.


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