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Número de aves lesionadas por linhas com cerol aumenta no RJ durante quarentena

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Fragatas (Foto: Divulgação/Larissa Cunha/ Divulgação/Larissa Cunha/Imagem Ilustrativa)

Durante a quarentena, o número de aves feridas por linhas de pipa chinela ou com cerol aumentou na região da Baía de Guanabara no Rio de Janeiro. O alerta foi feito por veterinários e biólogos do município.

Linhas chilenas e com cerol têm fabricação e venda proibidas no estado do Rio de Janeiro. Apesar disso, elas continuam a ser usadas.

Nos meses de abril e maio, 29 fragatas (aves marinhas) foram encontradas feridas na região da Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro, segundo Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos. O número é superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando 7 aves foram lesionadas.

Animais que precisam voar para sobreviver, as fragatas têm sido encontradas com lesões graves nas asas, enroladas em linhas de pipa com cerol ou linha chilena, com poder de corte 10 vezes superior ao do cerol. As informações são do G1.

Na última semana, seis fragatas foram resgatadas pelo projeto. Uma sétima ave não sobreviveu. Muitas delas precisam de cirurgia e há dificuldade para devolvê-las à natureza, por conta das lesões. Mortes também são corriqueiras, apesar dos esforços da equipe veterinária.

Após o resgate, os animais são encaminhados para a Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Universidade Santa Úrsula, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O projeto é realizado com o apoio da Petrobrás.

Foram feitas 358 denúncias de fabricação e comercialização de linhas chilenas ao Linha Verde, do Disque Denúncia, desde o início do ano. No mesmo período de 2019, 144 denúncias foram registradas no canal que recebe informações sobre crimes ambientais. Em abril, foram 83 denúncias. Em maio, 164.

Crimes ambientais envolvendo ou não pipas com linhas proibidas por lei podem ser denunciados ao Linha Verde pelo número 0300 253 1177.


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