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Protesto pelos direitos animais na Expointer gera debate no RS

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Por David Arioch

Ativistas seguravam faixas e cartazes no Parque Assim Brasil em crítica à exploração animal (Fotos: Divulgação)

No último domingo (25), um grupo de 30 ativistas realizou um protesto em frente à bilheteria da Expointer, em Esteio (RS). A tradicional feira agropecuária, que é uma das maiores da América Latina, conta com exposição, provas com uso de animais, premiações e consumo de churrasco.

O evento é caracterizado por defensores dos direitos animais como um símbolo da exploração presente na cultura popular gaúcha. Por isso os ativistas viram uma oportunidade de levar um outro olhar sobre os animais em frente ao Parque de Exposições Assis Brasil.

Após divulgação do protesto,só a página do jornal regional Correio do Povo no Facebook atraiu 1,5 mil comentários de defensores dos direitos animais e de outras pessoas defendendo a utilização de animais com fins culturais e comerciais, incluindo consumo.

E a discussão ainda continua, tanto na página do veículo no Facebook quanto fora das mídias sociais, já que a publicação trouxe visibilidade ao assunto para um público que está mais acostumado a ver bovinos como “animais de consumo”.

A ação

Tudo começou na manhã de domingo (25), quando ativistas se dirigiram ao Parque Assis Brasil, com faixas e cartazes que traziam frases como “animais não são produtos”, “não é uma escolha pessoal se envolve vítimas” e outros alertas em crítica à exploração animal; além de uma faixa sobre a questão ambiental e a negligência governamental em relação às queimadas na Amazônia.

A ação foi realizada de forma pacífica, com ativistas conversando com os passantes e entregando cartões. Porém, o grupo chegou a ser hostilizado por parte do público que não recebeu muito bem a manifestação, ainda que os ativistas tenham se dirigido àqueles que se mostravam abertos e interessados no assunto.

O grupo lembra que manifestações como essa começaram no Rio Grande do Sul em 2007, com a intenção de levar reflexões e questionamentos sobre nossos hábitos de consumo. “Muitas vezes, adultos levam crianças para visitar o local, como um passeio familiar, sem se dar conta de todo o sofrimento a que são submetidos os animais”, enfatizam em comunicado.


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