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Cachorrinho diagnosticado como doente terminal é adotado e redescobre a vida

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Foto: Courtney Thomsen
Foto: Courtney Thomsen

Courtney Thomsen estava navegando pelo Facebook um dia quando viu um post exclusivo em meio às fotos habituais das férias e atualizações de amigos e familiares.

Na foto um rosto branquinho e peludo com olhos suplicantes olhava para ela. O coração de Thomsen saltou dentro do peito.

“Minha amiga Konnie compartilhou um post da Humane Society of Southeast Texas”, disse Thomsen ao The Dodo. “O post dizia que ele doente terminal, e eles estavam procurando por uma família especial para acolhê-lo em suas poucas semanas ou meses restantes.”

Foto: Courtney Thomsen
Foto: Courtney Thomsen

Thomsen poderia ter continuado navegando após ter visto o post e a informação teria simplesmente desaparecido em seu feed de notícias na mídia social, mas o cachorro na foto não tinha tempo para ser encontrado novamente. Ele só tinha uma pequena janela de oportunidade, para ter uma chance de felicidade única, antes que ela também desaparecesse.

“Quando vi a foto dele no Facebook, senti uma necessidade intensa de pegá-lo, mas depois de ler vários comentários dizendo coisas como: ‘Eu gostaria de poder levá-lo, mas não posso!’ Eu soube que tinha que pegá-lo”, disse Thomsen. “Eu não suportava o pensamento de ele morrer sozinho no abrigo e não saber o que era ser amado e fazer parte de uma família de verdade.”

Thomsen imediatamente contatou a Humane Society, mas o ato impulsivo de bondade não veio sem uma parcela justa de ansiedade.

Foto: Courtney Thomsen
Foto: Courtney Thomsen

Thomsen não sabia nada sobre o cachorrinho doente, que havia sido jogado no abrigo todo sujo, sem nome e muito magro. A papelada sobre suas condições e o número de medicamentos que ele precisava era imensa. Mas quando a equipe do abrigo finalmente trouxe o cachorro para um encontro com ela, algo mudou.

“Quando aparecemos, eles disseram que ele não parecia responder ao [nome dele]”, disse Thomsen. “Meu filho de 5 anos disse imediatamente: ‘Podemos chamá-lo de Taco!’ Um funcionário o chamou de Taco e foi direto para ela! Então ele foi imediatamente renomeado como Taco ”.

Foto: Courtney Thomsen
Foto: Courtney Thomsen

Acontece que Thomsen não era a única nervosa com o novo arranjo de vida. Taco também tinha suas reservas e hesitava em confiar.

“Ele parecia realmente preocupado e inseguro no início, quase como se ele pensasse que nós éramos apenas mais um ponto de parada, e não sua família para sempre”, disse Thomsen. “Ele ficava em um lugar parado o tempo todo, e ele parecia realmente doente e deprimido.”

Foto: Courtney Thomsen
Foto: Courtney Thomsen

Então Thomsen decidiu fazer tudo que estivesse em seu alcance para ajudar o cão a sair de sua concha. E funcionou.

“Eu passei tanto tempo amando ele, o abraçando, falando com ele e qualquer coisa que eu pudesse pensar para fazê-lo se sentir melhor”, disse Thomsen. “Dentro de alguns dias, Taco começou a sorrir e se empolgou com as coisas. Ele começou a me seguir em todos os lugares – então comecei a levá-lo comigo a todos os lugares. ”

Taco nunca foi treinado para fazer xixi no lugar certo, mas ele rapidamente aprendeu os caminhos da casa seguindo o exemplo de seus novos irmãos. Ele até aprendeu alguns truques para agradar sua mãe.

Foto: Courtney Thomsen
Foto: Courtney Thomsen

“Ele não sabia como se sentar quando eu o peguei pela primeira vez, mas ele viu os outros cachorros ganhando petiscos ao ficarem sentados, então é claro que Taco começou a se sentar bem rápido”, disse Thomsen.

Agora, Taco está compensando todo tempo perdido quando se trata de afeto. “Ele vai amar quem quiser amar de volta”, explicou Thomsen. “Quando ele quer ser acariciado (o que é praticamente o tempo todo), ele pega a própria pata e esfregar sua própria cabeça, então em seguida ele pega minha mão para tentar me fazer acariciá-lo”.

Com a dirofilariose avançada e uma longa lista de problemas de saúde, Taco pode não ter muito tempo de sobra nesta terra. Mas sob os cuidados de Thomsen, sua saúde e humor melhoraram mais do que qualquer um poderia prever. O cachorrinho ganhou peso e confiança e, além de seus ataques de tosse, vive a vida de um cão normal.

Foto: Courtney Thomsen
Foto: Courtney Thomsen

Embora Thomsen não consiga pensar em perder Taco, ela não trocaria o tempo deles juntos para nada. Ele torna nossa vida melhor, explicou Thomsen, e isso não pode ser quantificado:

“Adoro acordar com ele e voltar para casa e ver seu precioso sorriso. Eu amo quando posso passar o dia todo em casa e brincar com ele. Deixo ele entrar no carro comigo. Eu amo que ele me siga por todos os lugares e olhe para mim com tanto carinho. Eu amo poder dizer que ele é feliz apenas por fazer parte de uma família. Eu amo ver que ele tenta ativamente aprender coisas novas só para me impressionar.”

“Ele me ensinou que todo mundo merece uma segunda chance na vida”, acrescentou Thomsen, “e é incrível ver quanta melhora pode ser alcançada com apenas amor e conforto.”

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