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Indústria madeireira ameaça florestas e animais selvagens no Congo

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Foto: Wildlife Conservation Society
Foto: Wildlife Conservation Society

Um novo estudo diz que as florestas tropicais da África Ocidental Equatorial estão diminuindo cada vez mais sob a pressão da extração de madeira, caça e aos demais distúrbios associados a essas atividades.

Publicando na revista Frontiers in Forests and Global Change, pesquisadores do Lincoln Park Zoo, da Wildlife Conservation Society e da Washington University em St. Louis descobriram que a construção de estradas pelas madeireiras havia acelerado nas últimas duas décadas causando um declínio terras florestais na região.

O aumento da imigração humana e a degradação dos recursos naturais seguem no rastro dessa expansão das estradas.

Pesquisadores, incluindo Crickette Sanz, professor associado de antropologia biológica em Artes e Ciências, documentou os primeiros casos de incursões de elefantes na região do Triângulo Goualougo no Parque Nacional Nouabalé-Ndoki – considerado o bloco mais intocado da floresta remanescente em toda a bacia do Congo.

Isso coincidiu com a chegada de estradas e o desmatamento ativo na floresta adjacente. O aumento do acesso a terras florestais intactas que facilitam a caça gera preocupação e aumenta os desafios para as autoridades encarregadas de proteger a vida selvagem na África Ocidental Equatorial.

Paisagens florestais intactas (IFLs) são florestas e mosaicos associados sem distúrbios humanos, como infra-estrutura. A grande maioria dos IFLs encontrados na República do Congo está localizada no norte do país, que também é habitada por extraordinária biodiversidade, incluindo chimpanzés e gorilas das planícies ocidentais.

As florestas do norte do Congo também são compostas de povoamentos ricos em madeira, cuja exploração indiscriminada e a ganância pelo lucro fácil atrai a ocupação humana para região.

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