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Capivara do Lago Sul (DF) com pata ferida foge de tentativas de resgate e comove moradores

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Capivara ferida em Brasília — Foto: Arquivo Pessoal

Moradores do Lago Sul, no Distrito Federal, estão sem saber o que fazer com uma capivara ferida que, durante a noite, costuma se abrigar na área externa de uma casa na QL 14.

Isso porque a Polícia Militar Ambiental enfrenta dificuldades para fazer a captura do animal e classifica o caso como “inusitado”, uma vez que a capirava sempre foge para o Lago Paranoá, que fica às margens do endereço. E, além disso, se move com rapidez, como um animal saudável.

A dona da residência, a advogada Renata Meregalli, de 35 anos, fez diversos registros das aparições da capivara e relata que o estado do machucado vem piorando dia após dia. “A patinha dela está dilacerada, na carne viva, é muito triste não saber o que fazer”, conta.

Segundo ela, há mais de uma semana a família faz contato com os órgãos ambientais, sem sucesso. “Na quarta-feira, policiais estiveram aqui. O problema é que foi à tarde, e ela aparece durante a noite, quando busca um lugar para dormir”, explicou.

A irmã de Renata, a advogada Roberta Monteiro, de 38 anos, acompanha a situação e reclama da demora na resolução do problema.

“Estamos lutando com isso há dias e estamos com ‘muita dó’. Se eu pudesse, colocaria ela no colo e a levaria de carro para o veterinário. A capivara já está bem debilitada. Os policiais chegaram a dizer que iriam colocar uma armadilha para pegá-la e até agora nada”, reclamou.

Capivara com pata dilacerada, em Brasília — Foto: Arquivo Pessoal

A Polícia Militar, por sua vez, informou em nota que o Batalhão Ambiental está “buscando meios para solucionar a questão” e afirma ser perigoso capturar o animal à força ou sedá-lo. De acordo com o porta-voz da PM, major Michello Bueno, nesse último caso, se capivara fugir em direção ao Lago Paranoá pode até se afogar.

A PM acrescenta que informou o Zoológico de Brasília sobre a situação do animal e que veterinários analisaram as imagens e informaram que, em função da ausência de sangramento, a ferida tende a calcificar.

Fonte: G1

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