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Manifestação na frente do Consulado da China nesta terça-feira

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O consulado da China em SP se recusou a receber uma petição articulada no Brasil contra o Festival de Carne de Cachorro e Gato em Yulin (China) que tem quase 500 mil assinaturas e, aliás, ainda pode ser assinada em no site “Change”. Em razão disso está marcada uma manifestação na frente do consulado chinês dia 19, terça, às 9h, na rua Estados Unidos, 1071, no Jardim América. Qualquer pessoa que é contra esse espetáculo de sadismo coletivo pode participar.

(Foto: Divulgação)

O festival de sadismo coletivo chinês começa dia 21, quinta, e se estende até 30 de junho com a morte de cerca de 10 mil animais. Curiosamente, o sangrento evento acontece até mesmo no Ano do Cachorro segundo o calendário chinês. Criado em 2010, o Festival de Yulin não é ilegal, apesar da revolta que tem causado em pessoas do mundo todo. Cães e gatos perdem a vida das maneiras mais sórdidas: a pauladas, facadas, enforcados, queimados e até mesmo jogados vivos em caldeirões de água fervente.

Enquanto esperam a dolorosa morte, assistem o sofrimento dos outros animais – um festival de tortura extrema, física e psicológica e, sem dúvida, uma das piores atrocidades contra os animais no planeta. O que mais choca é a grande quantidade de pessoas interessadas em participar disso, apontando para os cães ou gatos que desejam comer e que muitas vezes até assistem serem assassinados.

(Foto: Divulgação)

Protetores estrangeiros e chineses têm lutado arduamente para acabar com o festival, muitas vezes arriscando a própria vida posicionando-se na frente de caminhões carregados de animais. Infelizmente o governo chinês ainda não se comoveu o suficiente para proibir essa barbárie.

Dias antes do festival, os animais, alguns em situação de rua e outros roubados de suas casas, são amontoados em pequenas gaiolas onde não conseguem se mexer. Ficam sem comida, água, urinando e defecando uns sobre os outros, quebram patas e muitos têm o focinho e patas amarradas.

(Foto: Divulgação)

Embora outros países asiáticos também mantenham matadouros de cães e gatos com idênticos requintes de crueldade, o Festival de Yulin tem chamado a atenção pela quantidade imensa de animais mortos em poucos dias e, inclusive, na frente de crianças. Manifeste sua opinião também por e-mail ao consulado chinaconsul_sp_br@mfa.gov.cn, pedindo que encaminhe a petição com quase 500 mil assinaturas às autoridades chinesas. Essa barbárie precisa acabar!

(Foto: Divulgação)

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal.

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