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Universidade do Tennessee (EUA) abandona testes em porcos vivos

Porcos eram explorados em testes na Universidade do Tennessee, mas agora a universidade aboliu a prática cruel (Foto: Charlie Riedel/AP File)

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A Faculdade de Medicina da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, anunciou que não utilizará mais animais vivos para testes. Anteriormente, a instituição realizava cirurgias em animais vivos, especialmente porcos, para treinar situações médicas de emergência. Os procedimentos cruéis faziam com que, em seguida, os animais fossem mortos.

A conscientização crescente sobre bem-estar animal chegou à universidade após ativistas protestarem contra a prática desses testes cruéis, pedindo à universidade que modernize os testes de laboratório e cesse o uso de animais.

O Comitê de Médicos pela Medicina Responsável(PCMR), organização conhecida por seus esforços em promover práticas médicas livres de crueldade, aplaudiu a decisão e manifestou-se à mídia local WDEF, dizendo que 94% dos atuais programas de treinamento em residências médicas de emergência não usam mais animais vivos.

Porcos eram explorados em testes na Universidade do Tennessee, mas agora a universidade aboliu a prática cruel (Foto: Charlie Riedel/AP File)
Porcos eram explorados em testes na Universidade do Tennessee, mas agora a universidade aboliu a prática cruel (Foto: Charlie Riedel/AP File)

O comitê também deu destaque para a Universidade Vanderbilt, a única no Tennessee que ainda não alterou suas práticas de treinamento com animais para alternativas mais éticas.

No ano passado, a organização fez campanha contra o uso de porcos vivos em treinamentos emergenciais de médicos emergencial nos EUA. Outras organizações também estão trabalhando para eliminar essa prática ultrapassada, como o National Health Institute (Instituto Nacional de Saúde), que introduziu um roteiro para acabar com testes em animais.

Esforços contínuos

Apesar da mobilização de grupos de direitos animais e que prezam por técnicas mais éticas de aprendizado e pesquisa, as práticas alternativas aos testes com animais ainda não são amplamente utilizadas. Além disso, ainda há a falta de transparência de algumas instituições diante de relatórios e números de animais explorados em laboratórios.

Embora esta prática cruel seja aceita em muitos laboratórios, o teste em animais não reproduz perfeitamente uma resposta humana exata, de acordo com um estudo recente. Organizações como a PCRM estão trabalhando para encontrar soluções mais humanas e livres de crueldade animal.

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