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Após 54 anos de exploração, golfinho mais velho dos EUA morre em parque

Semo morreu em parque aos 54 anos, sendo o golfinho mais velhos explorado em cativeiro no EUA (Foto: Nancy Chan/Six Flags Discovery Kingdom)

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Semo era o nome que foi dado ao golfinho-nariz-de-garrafa macho que viveu uma vida de exploração em um parque na Califórnia (EUA). Semo chegou ao Six Flags Discovery Kingdom em 2012, após ter saído do zoológico de Minnesota. Antes disso, ele viveu por muitos anos no SeaWorld em San Diego.

Semo morreu em parque aos 54 anos, sendo o golfinho mais velhos explorado em cativeiro no EUA (Foto: Nancy Chan/Six Flags Discovery Kingdom)
Semo morreu em parque aos 54 anos, sendo o golfinho mais velhos explorado em cativeiro no EUA (Foto: Nancy Chan/Six Flags Discovery Kingdom)

O animal era da espécie golfinho-nariz-de-garrafa e morreu aos 54 anos. Informações do San Francisco Chronicle disseram que o golfinho morreu na última terça-feira, no parque Six Flags. O local possui um safári e explora outros animais em prol de lucros bilionários.

Autoridades do parque alegaram que o animal morreu por ‘causas naturais’, mas uma necropsia está agendada para rever as causas.

Triste vida em cativeiro

É sabido que aquários e exibições com animais promovem enormes debilitações por conta da vida em cativeiro, que promove estresse e sintomas de depressão aos animais marinhos.

Recentemente, um ex-treinador do SeaWorld afirmou que as orcas são dopadas frequentemente para que fiquem calmas diante do tratamento cruel que recebem em cativeiro. Os famosos documentários Blackfish e The Cove denunciam o triste comércio de animais marinhos para serem explorados em parques ao redor dos Estados Unidos e do mundo.

Mesmo com recentes avanços dos direitos animais, como a proibição do comércio de golfinhos na República Dominicana e o fim dos aquários e exibições desses animais em Barcelona, ainda existem muitos aquários e cativeiros de cetáceos que devem ser extintos. Caso contrário, outros golfinhos viverão décadas em situações exploratórias e jamais terão a oportunidade de serem livres na natureza.

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