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Crueldade: homem mata 13 gatos por estrangulamento e bebe sangue em ritual

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Todo psicopata começa a carreira matando animais. Isso já está provado por meio de vários estudos do FBI e também por especialistas do Brasil, como o capitão Marcelo Robis, autor do livro “Maus-tratos aos animais e a violência contra pessoas”. Mas, lamentavelmente, o sistema policial brasileiro ainda não atentou para o fato que ao prender um matador de animais está salvando não apenas a vida de outros bichos, mas também de pessoas, especialmente crianças que são mais frágeis e fáceis de sequestrar.

Por ano, cerca de 80 mil crianças somem em todo o Brasil sem deixar qualquer rastro, sem qualquer pedido de resgate. Muitas delas estão sendo capturadas e mortas justamente por psicopatas do nível desse que matou, com requintes de crueldade, dezenas de gatos, cães e galinhas em Campinas, no Interior de SP.

O assassino disse que separou a cabeça do corpo dos gatos com os seus próprios dentes. Em alguns usou um pedaço de pau para torcer o pescoço deles e bebeu o sangue dos animais. Disse ainda que já matou vários cachorros e galinhas em nome de uma suposta religião que exige sacrifícios animais. Esse mesmo assassino é técnico de radiologia e não é difícil deduzir porque pretende cursar enfermagem e “cuidar” de idosos, conforme matéria abaixo

Na lista de serial killers famosos há muitos que se formaram em enfermagem justamente para ter um amplo acesso a vítimas incapazes de se defender, como os idosos. Um serial killer de animais jamais deveria responder pelos crimes em liberdade ou mesmo aguardar julgamento livre porque é óbvio que esse sujeito é um perigo à sociedade.

O assassino de Campinas foi enquadrado em “crime de menor potencial ofensivo”, mas é um grande erro porque estamos falando de um serial killer confesso e muito perigoso. Nos Estados Unidos, até crianças e adolescentes que matam animais passam a ser monitorados pela polícia e, quando o crime é em série e bárbaro, são separados da sociedade porque a tendência é migrarem para vítimas humanas. A matadora de animais “Dalva” já foi presa. Esperamos que o psicopata de Campinas também seja impedido de cometer mais atrocidades (Fátima Chuecco).

Treze gatos foram brutalmente mortos por estrangulamento pelo técnico em radiologia Paulo Marques de Freitas Neto, de 30 anos. Após matar os animais, o homem bebeu o sangue deles com um canudo. Os atos cruéis foram feitos durante um ritual. Neto alegou seguir a “religião de Deus” e ter matado os animais em obediência à voz divina.

Gato foi decapitado após ser morto por estrangulamento (Foto: Divulgação)

Moradores do Jardim das Cerejeiras, em Campinas, no interior de São Paulo, onde o crime aconteceu, se revoltaram com o caso e tentaram linchar Neto. Para impedir a agressão, um amigo de infância do homem acionou a Guarda Civil Municipal (GCM).

Vizinhos contam que os gatos que vivem no bairro começaram a sumir há duas semanas. O porteiro de um condomínio afirma ter visto Neto bebendo algo escondido dentro de uma plantação há pouco mais de uma semana. “O porteiro disse que ele segurava uma espécie de coco e usava um canudo. Depois que o homem foi embora, o porteiro foi até o local e achou seis cabeças de gato e um corpo, sem cabeça, dentro de uma vasilha”, contou um vigilante que preferiu não se identificar.

Dias depois, moradores do bairro encontraram um manto com diversos potes espalhados em forma de corrente na rua. Ao lado, fitas do Senhor do Bonfim, uma escultura de um anjo e cachos de banana. No local, havia o corpo de um gato sem cabeça e 11 cabeças de gatos.

“Os moradores sabiam que era ele (o técnico). Eles filmaram e mandaram no grupo de WhatsApp do bairro. Ficamos chocados. Eu tive um gato que foi estrangulado e a cabeça arrancada. Foi muita crueldade. Se uma pessoa faz isso com animais, o que pode fazer com as pessoas? Estamos assustados. Ele continua solto no bairro”, disse um morador que não quis ser identificado.

Em um quarto da casa onde mora o agressor, há cerca de 200 metros do local onde ele fez o ritual, foram encontrados cinco corpos de gatos sem cabeça pendurados em um varal. Ele conta ter separado a cabeça do corpo dos animais com os dentes e diz ter usado também, em alguns casos, um pedaço de pau. O homem afirma ter torcido o pescoço dos gatos, que morreram estrangulados. Após matá-los, ele bebeu o sangue dos animais com um canudo. À polícia, Neto negou ter problemas psicológicos.

“Há uma semana que os vizinhos sentiam cheiro forte, mas as pessoas tinham medo de se envolver”, disse um morador. Na casa do agressor, foi encontrado ainda um cachorro morto que aparentava ter sido carbonizado.

Pessoas próximas a Neto, que não quiseram se identificar, afirmaram que após começar a consumir drogas, há cerca de cinco anos, o homem passou a ter surtos psicóticos. O agressor, que já foi casado, é pai de um menino de oito anos que frequenta a casa dele. Neto estuda enfermagem e trabalha como cuidador de idosos.

Detido pela Guarda Civil Municipal, o homem foi levado ao 1º Distrito Policial (DP). Ao prestar depoimento, o homem confessou o crime e afirmou que não é a primeira vez que mata animais. Segundo Neto, há alguns anos ele matou cachorros e galinhas.

Após o registro da ocorrência, Neto foi liberado e responderá pelo crime de maus-tratos a animais em liberdade. O delegado de plantão solicitou que fossem feitos exames de sanidade mental no agressor e que ele fosse internado, pedido que será avaliado por um juiz. O caso será apurado pelo 5º Distrito Policial do Jardim Amazonas.

Nota da Redação: é preciso que seja realizada, com urgência, uma revisão na legislação de proteção animal para que crimes brutais não sejam taxados como “de menor potencial ofensivo”. Responder por maus-tratos em liberdade após matar animais é uma medida inaceitável que revela a falta de importância dada pela Justiça à vida animal. 

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