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Ex-fazendeiros se tornam ativistas pelos direitos animais e fazem declarações tocantes

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Como “agricultores familiares”, eles já justificaram seu comércio cruel ao esconder a terrível realidade e usaram argumentos falaciosos sobre “animais criados humanamente” e “carne feliz”.

Após perceberem que esta narrativa é enganosa e prejudicial, eles foram inspirados a mudar e transformaram o trabalho de suas vidas que deixou de perpetuar a crueldade para promover a compaixão. Atualmente, esses ativistas veganos dedicam seu tempo a criar mudanças significativas para os animais explorados em fazendas. Veja algumas algumas  de suas declarações tocantes selecionadas pela organização Last Chance For Animals.

Foto: Last Chance For Animals

“Não, ‘Eu sou bom com meus animais?’ ou “Eu os alimento bem?”, Mas, “Meu Deus, devemos comê-los?” Essa era uma porta da minha alma que eu nunca tinha aberto antes . E, quando abri, nunca mais conseguiria fechá-la porque sabia como eram esses animais quando eles entraram no piso de extermínio. Sempre há medo em seus olhos. Eles sabem exatamente o que ocorrerá. Para qualquer um alegar que existe algo  como “assassinato humano” é o maior oxímoro do mundo”, declarou o ex-fazendeiro Lynard.

Foto: Last Chance For Animals

“Os gritos das mães … Eu ainda ouço o som. Não vai embora. Eu continuo pensando nisso. Ainda vivo em um estado de negação que eu costumava ser uma fazendeira. Agora, quando olho nos olhos dos bezerros ou para os olhos das vacas, toda a tristeza que eu lhes provoquei está gravada para sempre em meu coração. Não faço ideia de quantas mães e bebês colocamos no caminhão para enviar para o matadouro. Quantas mães foram deixadas sem seus bebês e elas choraram e pediram seus bebês”, disse Michelle, que trabalhou na indústria de laticínios.

Foto: Viva

“Nós ficamos no portão ouvindo um de nossos cabritos sendo levado [para o matadouro], chorando no porta-malas do automóvel. Foi neste momento terrível em que nos olhamos com lágrimas nos nossos olhos. Desde então, deixamos o setor de laticínios e transformamos nossa fazenda em um santuário. Agora há uma distinção muito clara entre agricultura humana e desumana. A agricultura humana cultiva uma dieta à base de vegetais. A agricultura desumana cria qualquer ser senciente para a produção e o consumo”, afirmou Cheri Ezell, que tinha uma fazenda de cabras.

Foto: Last Chance For Animals

“Eu percebi que eles possuíam laços familiares; eles anseiam por segurança, experimentam alegria e felicidade. É estranho como nós, como seres humanos, temos as capacidades profundas de evitar seus olhos do óbvio que está aparente”, ressaltou Harold Brown, que criava bois e vacas.

Foto: Toronto Pig Save

“Após olhar para os olhos de milhares de porcos, compreendi que eles nunca são vagos, sempre há alguém olhando para mim. Como um fazendeiro de porcos, vivo uma vida antiética, presa nas armadilhas e justificativas da aceitação social. Atrás do revestimento, sou um escravo e um assassino. Olhando de frente, você não consegue ver isso. Criar e matar porcos humanamente parece perfeitamente normal. Para ver a realidade, você tem que se perguntar. O que eu faço é errado, apesar da aceitação de quase 95% da população americana. Temos a obrigação de nos alimentar de outra forma”, declarou Bob Comis, que explorava porcos.

Foto: Last Chance For Animals

“As mães estavam dando à luz do lado de fora da minha janela e eu estava ouvindo suas dores do parto durante toda a noite e depois observando-as amando e limpando seus bebês até que meu marido fosse com o trator e a gaiola para levar esses bebês. Você percebe que ficou cego para o holocausto ocorrendo ao seu redor. Uma vez que você atravessa essa barreira de condicionamento social para ingerir carne, você acorda em um mundo de horror”, frisou Jess Strathdee, que trabalhava na indústria de laticínios.

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