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Relatório comprova o crescimento de produtos alimentícios à base de plantas

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Hambúrgueres veganos. Foto: ThinkStock

Um novo relatório intitulado Os lucros baseados em plantas alertou as principais marcas mundiais de alimentos a se afastarem da dependência de produtos de origem animal, e se aproximarem mais da fabricação de itens à base de plantas.

O relatório, apoiado por uma coalizão de US $ 2,4 trilhões de dólares e 57 grandes investidores, apresentou uma análise de 16 multinacionais.

O estudo concluiu que a Nestlé e a Tesco foram as que melhores empresas que desenvolveram opções para a transição de proteína animal para a vegetal.

A coalizão de investidores é coordenada pela iniciativa FAIRR, fundada por Jeremy Coller. O FAIRR é uma iniciativa que visa alertar empresários sobre os risco de investimentos em animais rurais.

Inciada em setembro de 2016, o relatório possui também um compromisso com o desenvolvimento de produtos de proteína sustentável e conta com o apoio de 16 grandes varejistas e fabricantes de alimentos.

A coalizão de investidores que apoiou o projeto cresceu de 40 para 57 e subiu de US $ 1,25 trilhão de dólares em 2016, para mais de US $ 2,4 trilhões em AUM (valor de mercado total dos ativos de investimentos), neste ano.

De acordo com a pesquisa, existem estimativas que afirmam que o mercado alternativo de proteínas poderá chegar a US $ 5,2 bilhões de dólares em 2020, crescendo a uma taxa anual de 8,29%.

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