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Fim de testes em animais é debatido na África do Sul

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O Departamento de Agricultura, Florestas e Pescas (DAFF) da África do Sul, abriu uma consulta pública sobre o uso de animais em testes e experiências científicas, e  levantou um debate sobre o assunto no país.

Divulgação

Segundo a ativista Toni Brockhoven Brockhoven, representante e porta-voz da marca de produtos veganos Beauty Without Cruelty , a utilização de animais de outra espécie em experimentos cruéis não garante nenhum tipo de segurança.

Para ela, a lógica do mercado falha ao afirma que os testes em animais são precisos e não ferem direitos e vidas. “A diferença nas espécies resulta em reações variáveis imprecisas e em diversas mortes”, comenta .

Toni, que luta pelo fim dos testes em animais pela indústria de cosméticos na África do Sul , conta que milhares de vidas são submetidas a torturas, como envenenamentos e eletrocussões a portas fechadas em laboratórios por todo o país. “Os animais não fumam, bebem, abusam de drogas, comem demais, nem comem coisas erradas, e são eles exclusivamente que sofrem nas mãos dos seres humanos”, ressalta .

Outdoor da Beauty Without Cruelty. Foto: Divulgação

Em contrapartida, também da África do Sul, o dr. Bert Mohr, diretor e veterinário do Centro de pesquisa em animais da Universidade da Cidade do Cabo, que já se declarou a favor de torturas, revela um número surpreendente: “Cerca de 200 mil animais por ano são utilizados para pesquisas científicas na Africa do Sul”.

Os debates levantados serão analisados pelo governo africano, que se pressionado, pode ampliar o diálogo sobre o tema e construir politicas contra a crueldade.

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