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Homem é condenado na justiça após prender cadela em porta-malas de carro

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Um morador de Cullera, em Valência, na Espanha, recebeu uma pena de seis meses de prisão por crime de maus-tratos após ter deixado sua cachorra presa durante sete horas no porta-malas de seu veículo, estacionado na rua sob o sol forte de um dia de verão. O sentenciado deixou a cadela em um espaço estreito juntamente com uma bicicleta, sabendo das condições e das altas temperaturas que poderiam ser alcançadas no interior do carro, para passar o dia com amigos em Alicante.

A cadela ficou presa no porta-malas do carro por horas (Foto: Reprodução / YouTube)

Se não fosse a Policia Local ter chegado a tempo, após ter sido chamada por vizinhos que ouviram a cadela soluçando dentro do porta-malas, a cachorrinha teria morrido, como ficou evidenciado no julgamento que ocorreu no Tribunal penal de Valencia. De fato, os agentes constataram que no interior do compartimento do veículo a temperatura era de aproximadamente 45 graus centígrados e não havia ar suficiente para possibilitar uma respiração normal.

Os fatos, reconhecidos pelo acusado durante a audiência, referem-se ao dia em que ele estacionou seu veiculo em uma rua as nove horas da manhã, deixando sua cachorra Barbita trancada no interior do porta-malas para ir com amigos para Alicante. E que até as onze horas do dia seguinte não havia voltado para saber do estado da cadela.

Por sorte no dia anterior, após sete horas trancada no porta-malas, a Policia Local de Cullera resgatou a cadelinha ao ser alertada por vizinhos que primeiro ouviram latidos e depois apenas soluços que vinham do interior do carro.

Os agentes conseguiram abrir o veículo e encontraram a cachorrinha convulsionando entre vômitos e suas próprias fezes, com ataxia, desorientação e uma grave desidratação. A cadela teve que ser hospitalizada e precisou de tratamento delicado para sua recuperação.

O Ministério Público pedia um ano de prisão para o acusado que, dada à conformidade alcançada, recebeu seis meses de condenação. Também se impõe três anos de inabilitação especial para trabalhar com animais e a guarda dos mesmos. Por carecer de antecedentes, ele não deve ir à prisão, mas terá que participar de um curso de formação relacionado com a proteção animal.

Veja o vídeo do momento do resgate:

Fonte: Olhar Animal

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