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Campanha pede ajuda para manter tratamento de cão paraplégico

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Sirius, um husky siberiano de 2 anos, já lutou três vezes contra a babesia – doença transmitida pelo carrapato. O último diagnóstico, há dois meses, quando o cão perdeu o movimento das patas traseiras, gerou a necessidade de sessões de acupuntura e fisioterapia. Os tutores, que não tem condições financeiras para levar o tratamento adiante, lançaram uma vaquinha virtual para arrecadar R$ 3 mil.

Doença fez com que Sirius ficasse paraplégico (Foto: Divulgação)

A doença do cão oscilou nos últimos anos. Os primeiros sintomas surgiram aos 6 meses e, um ano depois, a doença paralisou as patas de Sirius. “Após um mês de tratamento com medicamentos, ele voltou a andar. Ficou com uma pequena sequela, mas melhorou. Há dois meses, ele parou novamente e, desta vez, não houve uma resposta rápida”, lamenta o vendedor Cristovão Leão, 26 anos, tutor do cachorro.

Sirius precisa ser submetido a uma tomografia – no valor de R$ 1,2 mil – para que sua coluna e nervos possam ser avaliados, já que estão sendo afetados pela complicação nas patas traseiras. Após a realização do exame, uma cirurgia deve ser feita no cão pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

“A tomografia e os exames de raio-x, conseguimos pagar no cartão. A dificuldade está na acupuntura e na fisioterapia, que só podem ser pagas à vista”, conta Cristovão. Cada sessão de fisioterapia custa R$ 140, enquanto o valor da acupuntura é de cerca de R$ 100 a sessão.

Enquanto não arrecadam o valor necessário para o tratamento do cão, os tutores executam em casa exercícios que aprenderam na internet. O esforço é para que os músculos de Sirius não atrofiem. “Ele é quase 100% dependente da gente. Eu e minha namorada nos revezamos, porque sempre tem que ter alguém em casa para cuidar dele”, diz Cristovão.

Mesmo tendo que enfrentar tantos desafios, a opção por desistir de salvar Sirius jamais é cogitada. “É a terceira vez que ele passa por isso, quando muitos não resistem nem à primeira. Ele quer viver, então a gente não vai desistir”, afirma Cristovão em entrevista ao Portal JC.

Até o momento, apenas R$ 675 reais foram arrecadados. A vaquinha online permanece ativa para receber doações e na página criada no Facebook para divulgar a campanha é possível encontrar mais informações.

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