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Cavalo é encontrado em área cercada por arame farpado

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Cavala vivia em local cercado por cerca
Polícia de Meio Ambiente afirma que cavalo estava magro e sem água (Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)

Um cavalo foi encontrado preso a uma área cercada por arame farpado com sinais de desnutrição. Animal foi resgatado pela Polícia Militar de Meio Ambiente.

Durante o resgate da ocorrência que foi feita no Bairro Mansour, foi constatado que não havia água nem alimento, além de o terreno estar com grama praticamente seca e sem pasto.

Ainda de acordo com a polícia, pessoas que moram próximas ao local foram ouvidas, porém o responsável pelo animal não foi encontrado. À polícia, as testemunhas disseram que o cavalo estava no local há dias e que nunca viram ninguém cuidando dele.

O animal foi resgatado pelo setor de resgates de animais da Prefeitura e levado para o curral municipal e o caso será investigado pela Polícia Civil.

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

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