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Universidade do Sri Lanka é acusada de crueldade a animais

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Universidade é acusada de matar animais
Ativista afirma que animais morreram após ingerirem tranquilizante | Foto: Ilustração

De acordo com informações, foram utilizados dardos tranquilizantes para sedar os animais que viviam na Universidade de Maratuwa.

Mesmo se tratando de tranquilizante, a substância foi responsável pela porte de inúmeros animais, como conta a ativista dos direitos animais Wibodha Ambeygoda. “Este é um tratamento cruel e brutal de animais e queremos que medidas sejam tomadas contra os responsáveis”.

Segundo Wibodha, os animais mortos foram retirados do campus e desovados há cerca de 20 quilômetros do local. Um porta-voz da universidade disse que uma empresa privada foi contratada para matar os animais.

O Sri Lanka tem leis rigorosas em relação à flora e à fauna e a crueldade com animais é punida com até cinco anos de prisão. Seis pessoas foram presas em março do ano passado depois de postar fotos on-line em que apareciam matando uma ave.

Aqui no Brasil, a denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Lei de Crimes Ambientais

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

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