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Cães mortos com sinais de envenenamento passarão por perícia em SP

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Um inquérito foi iniciado pela Polícia Civil para investigar o crime de maus-tratos na morte de cinco cães encontrados no bairro Jardim Primavera, em Morro Agudo, São Paulo. Os corpos dos cães foram recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e serão levados para a perícia médica.

“É um caso isolado. Não é comum ocorrer aqui na cidade. Até o momento, conseguimos apurar que não há imagens de circuito interno no local, o que dificulta encontrar algum suspeito. Vamos instaurar um inquérito de maus-tratos com animais com morte para buscar o motivo das mortes”, explicou o delegado Neto.

Somente dois cães sobreviveram à maldade
Autoridades e protetores suspeitam que os cães tenham sido envenenados (Foto: André Mathias/Arquivo Pessoal)

A Associação de Proteção aos Animais (APAMA) socorreu dois cães neste sábado (01) e os levou para receber atendimento. Segundo o veterinário Antônio Pimentel, os cães apresentavam dificuldade de locomoção, tremores, saliva espessa e pulso fraco. Felizmente, eles já tiveram alta.

“Suspeitamos do uso de pesticidas. Não temos certeza que foi usada na alimentação, mas tudo indica que para atrair esses animais tenha sido colocado em alimentos”, conta Pimentel.

O caso

Os funcionários de um local de festas no bairro Jardim Primavera encontraram cães passando mal neste sábado (01). Voluntários da APAMA foram acionados e registraram um boletim de ocorrência sobre o caso.

Cães foram resgatados por voluntários e levados para clínica
Cães estavam tremendo, salivando e com dificuldade de respirar (Foto: André Mathias/Arquivo pessoal)

Agente da Polícia Militar também foram acionados, mas não encontraram nenhuma prova do crime no local. Os corpos dos animais que morreram foram levados pela prefeitura.

A voluntária conta que a associação e muitos moradores estão revoltados com o ocorrido e que os criminosos devem responder por seus atos. “A gente fica revoltado porque faz tudo pra cuidar, chega alguém que não gosta e atrapalha o nosso trabalho. Essa não é a forma de resolver e é uma das piores mortes que tem. O veneno corrói internamente e o animal morre com dor, um sofrimento muito grande. A gente faz de tudo para cuidar, tentar amenizar o sofrimento deles e tem pessoas que atrapalham”, lamenta.

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