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Cadela é o primeiro animal a ter registro de nascimento em TO

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Começou há uma semana, o registro do documento exclusivo para animais domésticos em cartório em Tocantins. E a cadela Yumi foi a primeira a fazer seu registro de nascimento.

No documento, o tutor pode inserir características como data de nascimento do animal, tamanho, pelagem, cor e raça, nome, sobrenome e dados dos tutores. E as vantagens são inúmeras, como poder identificar o animal em casos de roubo ou perda e tornar oficial a guarda do animal ao seu tutor.

A prática do Registro de Declaração de Guarda de Animais Domésticos já é feita em outros estados brasileiros. No Tocantins, este é o primeiro registro em um cartório local.

A preocupação da tutor Kamila Paiva em ir até o cartório para registrar a Yumi é totalmente justificável, já que a relação das duas é só amor e carinho. “Ela é considerada como filha mesmo. Dorme com a gente, não fica sozinha. Todo lugar que eu vou, ela está comigo. Ela é muito carinhosa”, relata.

A tutora Kamila aparece segurando a cadela Yumi e o documento de registro
Yumi é a primeira cadela a fazer seu registro de nascimento em Tocantins (Foto: Arquivo Pessoal)

Kamila explicou ao G1 que o registro trará muita facilidade no momento de viajar. “Quando eu viajo com ela, preciso fazer sempre uma declaração assinada por um veterinário. Agora eu tenho a declaração civil. É uma forma segura de identificá-la e saber que é minha, que eu sou a guardiã”, afirma.

Juntamente com a declaração, podem ser anexados documentos como o cartão de vacina do animal e o número identificador de chip de rastreamento. O custo para tal prática fica no valor de R$ 82,17. Parte desta quantia arrecadada será destinada à ONG de Palmas que resgatam e cuidam de animais abandonados.

“O documento tem várias finalidades. As principais estão ligadas a casos de perdas ou furtos. Essa declaração é prova de titularidade do animal. Se alguém encontrar o animal perdido e não quiser devolver, por exemplo. A declaração pode facilitar o transporte em viagens e também em caso de guarda compartilhada”, explicou o escrevente autorizado do cartório, Ferdinando do Couto.

Todo animal doméstico pode fazer seu registro em cartório. Mas já em caso de animais silvestres, os tutores precisam levar também uma autorização do Ibama, que prove a permissão da criação do animal em cativeiro.

 

 

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