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Delegado evita comentar caso de zoofilia em Cuiabá (MT) e protetores pedem conclusão da investigação

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Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

À esquerda está o delegado Ginarmaco Paccota no momento da prisão preventiva do suspeito (Foto: Olhar Direto)

O delegado Gianmarco Pacolla, titular da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), evitou comentar sobre a investigação do suspeito Hemerson Fernandes Pedroso, acusado de abusar sexualmente de uma cadela, retirada das ruas, e publicar um vídeo nas redes sociais. O caso gerou comoção dos internautas e críticas de entidades ligadas à causa animal.

O delegado Gianmarco se recusa a comentar o caso mesmo após a criação de um abaixo-assinado na internet que já reúne mais de 2 mil assinaturas pedindo a conclusão das investigações. O documento foi criado por entidades de proteção animal, que também organizaram manifestações pedindo a conclusão das investigações.

Em entrevista ao portal Olhar Direto, Pacolla afirma que comentar irá atrapalhar o inquérito. E, apesar da pressão que o Dema está sofrendo, o delegado não deu prazo para finalizar a investigação do caso. Ele afirma que a apuração tem sido ampla por conta da possibilidade de haver uma rede de zoofilia, envolvendo o suspeito.

Um dos principais pedidos que os manifestantes fazem é que tornem a zoofilia um crime. Atualmente, a prática é considerada apenas crime de maus-tratos, reconhecida na Lei de Crimes Ambientais. Hoje, a pena para tal ação é de três meses a um ano de prisão, além do pagamento de multa. Se zoofilia fosse considerado crime, a pena seria mais alta.

Para isso, os manifestantes informam que o abaixo-assinado será enviado a deputada estadual Janína Riva e que ela irá levar a questão até a bancada federal para pedir a aprovação da medida.

 

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