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Organização resgata animais abandonados e doentes em Governador Valadares (MG)

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Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

A ONG resgata animais vítima de acidente e cuida até serem adotados (Foto: Amigo Bicho/Divulgação)

A associação “Amigo do Bicho” de Governador Valadares, em Minas Gerais, dá uma segunda chance a animais maltratados e abandonados, oferecendo tratamento de saúde, carinho e muito amor até que estejam aptos para serem adotados.

Hoje a associação cuida de 47 cães e 12 gatos. A maior parte fica na casa da presidente da organização, pois a entidade ainda não possui sede própria. “Hoje, 47 animais estão comigo; a dificuldade que a gente encontra é em não conseguir abrigar esses animaizinhos, então levo pra minha casa. Estou morando em uma chácara, para dar mais conforto aos animais”, disse Edileuza Dornelas Azevedo. Os outros ficam na casa dos voluntários.

A organização foi criada em 2012. Atualmente ela conta com a ajuda de oito voluntários e se mantêm através de doações. Desde sua criação, cerca de 500 animais foram resgatados e cuidados de forma totalmente gratuita.

A presidente conta que a associação surgiu quando voluntários independentes decidiram se unir e formalizar a criação da organização. “Desde 2008 fazemos esse trabalho, resgatando os animais abandonados e fazendo bazar. Em 2012, conseguimos formalizar essa associação e o trabalho continua, com o tratamento dos animais, aplicação de vacina, banho e vermifugação, por exemplo”, explica.

Ela explica que os animais que possuem problemas de saúde graves recebem carinho e atenção especial. “A maioria que recebeu tratamento estava com câncer, alguns tiveram que passar por quimioterapia, mas nós também recebemos animais saudáveis”.

Pingo foi um dos cãezinhos resgatados das ruas pela associação. Ele foi adotado pela família do pequeno João Pedro, de 9 aninhos. Rogério, pai de João, disse que Pingo precisava de muita atenção e foi amor à primeira vista. “Ele é muito dócil e carinhoso. Hoje, Pingo é o mimo da família, estou muito satisfeito com ele, ninguém aqui em casa vai dormir sem antes passar na casinha dele e ver se está precisando de algo”, diz Rogério Pires.

Pingo foi resgatado pela associação e foi adotado pela família de Rogério (Foto: Rogério Pires/Arquivo Pessoal)

 

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