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Elefante explorado como entretenimento é morto após tentativa desesperada de fuga

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: AsiaWire

Um elefante foi covardemente assassinado após pisotear seu explorador até a morte. O elefante de 60 anos, chamado Atork, levou duas horas para morrer depois que a polícia o baleou com armas AK-47.

Sua companheira chorou quando o animal foi mortalmente ferido, segundo testemunhas que presenciaram a cena no leste do Camboja.

Atork e sua parceira Me Krapum tinham fugido após ser libertados de suas correntes depois que turistas disseram que “queriam tirar melhores fotos deles”.

Foto: AsiaWire

O explorador do elefante, Choeung, de 47 anos, foi encontrado morto depois de ser pisoteado e Atork continuou a correr. Ele estava tão desesperado que perseguiu pessoas, destruiu seis residências e provocou danos em uma van da polícia, de acordo com o Daily Mail.

Os oficiais argumentaram recear que ele mataria novamente e por isso “não podia esperar pela chegada de especialistas em vida selvagem” do centro de resgate Phnom Tamao, próximo ao local do assassinato.

A decisão de matar Atork foi dada pelo governador provincial Svay Sam Eang. Foram disparados três tiros de um rifle AK-47 em Atork, atingindo-o na cabeça, no coração e na perna. O chefe da polícia local, Pech Sotheary, alegou: “Nós não queríamos matá-lo, mas não tínhamos escolha”.

Um canhão de água e fogos de artifício também foram usados para assustar o elefante.

Foto: AsiaWire

Coom Saom, adestrador de Me Krapum’s, “Ela ficou perto de Atork quando ele foi morto e lágrimas continuaram caindo. Eu e meus parentes decidimos levá-la para casa, já que tínhamos medo de que ela se tornasse feroz”.

Ele acrescentou que as autoridades locais deveriam carregar tranquilizantes si ao invés de ter que esperar por especialistas na vida selvagem em situações emergenciais.

Inacreditavelmente, a viúva de Choeung Team e sua família foram autorizados a ficar com as presas de Atork.
Sua família é agora considerada responsável pelos danos causados por Atork.

Atork era considerado o recurso mais valioso da família, devido ao lucro obtido com sua exploração em passeios com turistas e em trabalhos agrícolas.

Foto: AsiaWire

Segundo os moradores locais, o elefante e Choeung Team foram enterrados perto um do outro.

Saroeun Naro, sobrinho de Choeung, disse ao Phnom Penh Post que um grupo de turistas – cujas nacionalidades não foram reveladas – pediu a Choeung para liberar as correntes do elefante para que pudessem tirar fotos com o animal.

O chefe do distrito, Long Vibol, revelou que os moradores exploraram seis elefantes nos últimos anos em passeios com turistas.

Jemma Bullock, funcionária do Elephant Livelihood Initiative Environment, contou ao jornal Cambodia Daily que Atork tinha saído com outros dois elefantes e um grupo de turistas naquele dia.

Em setembro de 2016, o explorador Pop Sreang, de 55 anos, também foi pisoteado até a morte em outro distrito quando tentou recuperar um elefante que lutava por sua liberdade.

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  1. Horror horror horror. Deixem estes animais inocentes viver a vida que o seu Criador Supremo lhes deu. Por misericórdia!!!

  2. NESSAS HORAS É QUE VEMOS O QUANTO AINDA ESTAMOS ATRASADOS NO TEMPO…TIPO PRÉ HISTÓRIA. AS PESSOAS NUNCA TEM UM PLANO B NESSAS HORAS. SÓ O PLANO “M” DE MATAR. ONDE FORAM PARAR OS DARDOS TRANQUILIZANTES?? NESSA HORA NUNCA SABEM DE NADA. SÓ QUEREM A MORTE DOS ANIMAIS!! PQP

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