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Superpopulação de animais abandonados preocupa protetores de Itabira (MG)

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Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Fonte: Mariana Reis

Em 2013, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fez um estudo que mostrou que naquele ano a cidade de Itabira, em Minas Gerais, tinha aproximadamente 30 mil cães e 10 mil gatos vivendo nas ruas. Este ano, a estimativa é de que o número tenha subido para 40 mil cães e 15 mil felinos. O problema da superpopulação de animais em situação de rua no município tende a piorar se nenhuma medida for tomada.

Esses índices foram divulgados nesta segunda-feira (03), durante uma audiência pública na Câmara da Itabira. O encontro discutiu medidas para elaborar um Plano Plurianual (PPA) a partir dos conceitos da Medicina Veterinária do Coletivo e Saúde Única. A Associação de Moradores Protetores dos Animais da Região de Itabira (Ampari) requisitou a audiência, a qual contou com a presença de diversas autoridades e profissionais de saúde. O objetivo era discutir sobre o tema e trazer possíveis soluções para a situação que se tornou questão de saúde pública.

O deputado Noraldino Júnior afirmou buscar que a Prefeitura de Itabira tenha uma política pública eficaz. “Não custa caro. Podemos estudar a realidade do município e proponho uma parceria”, disse. O deputado falou também que somente pela educação conseguiremos enfrentar o problema. “Temos que conscientizar a população”, ressaltou.

Fonte: Mariana Reis

O presidente da Ampari, Kelley de Pinho, disse que os fatores que levam à superpopulação são diversos, como a reprodução descontrolada, a saturação de vagas em domicílios e abrigos, fugas, abandono e condições favoráveis à procriação.

Ainda de acordo com o presidente, ações de curto, médio e longo prazo devem ser adotadas para conter o problema, como a castração, regulamentação e aplicação de políticas públicas; regulamentação do comércio de filhotes; projetos para melhorar a conscientização dos tutores; e, ao final, abrigar, tratar e encaminhar os animais, já em situação de rua, para adoção.

Durante a discussão ficou decidido que a Câmara Municipal vai promover reuniões frequentes para discutir políticas públicas em defesa dos animais.

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