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Pesquisadores que torturam animais admitem fracasso de testes sobre Alzheimer

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: iStock.com/Eponaleah

Depois de uma série de falhas, cientistas estão finalmente percebendo que a maneira que utilizam para tentar desenvolver tratamentos para a doença de Alzheimer não os levou a lugar algum.

Infelizmente, para isso foram necessários incalculáveis vidas de animais, décadas de desperdício de tempo e dinheiro e mais de 100 medicamentos, conforma noticiado pela PETA em seu site.

Durante anos, os pesquisadores torturaram camundongos, cães e outros animais em um esforço para encontrar drogas eficazes para combater o Alzheimer. O problema é que esses animais não sofrem de Alzheimer.

Assim, os experimentadores manipulam o genoma de um animal para provocar o acúmulo de placas amiloides semelhantes às dos cérebros das pessoas com a doença. O resultado: os animais parecem mostrar um alívio dos sintomas que parecem Alzheimer, mas não são.

Foto; Reprodução/PETA

Entretanto, os doentes humanos continuam sofrendo. A taxa de falha para as novas drogas contra o Alzheimer agora é de 99,6%. Um desses medicamentos é o solanezumab, do Eli Lilly. Essa droga foi testada em ratos e macacos, mas revelou-se uma falha miserável em ensaios clínicos.

Agora que os pesquisadores admitem que não fizeram quase nenhum progresso é fundamental ressaltar que, além de degradantes, testes em animais nunca podem replicar formas humanas de demência.

Em vez disso, devem ser adotados métodos de pesquisa superiores e livres de crueldade, que sejam realmente relevantes para a fisiologia humana.

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