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Tutores registram animais domésticos em cartórios de Rio Branco (AC)

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Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Cão se chama “maromba” e foi registrado pelo tutor no Acre (Fonte: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Em Rio Branco, no Acre, os tutores de cães e gatos devem fazer as identidades dos animais em cartórios e alguns já começaram a tirar o documento. A medida foi anunciada em novembro do ano passado com a criação da Lei 2.215, que regulamenta a criação, a guarda, utilização e transporte de animais domésticos na capital do Acre.

A lei também estabelece a proibição de animais domésticos soltos em locais públicos de maneira inadequada. Em situações como essa, os animais devem estar usando focinheira, coleira, guia e peitoral.

Em entrevista ao Acre TV, o oficial de registro público Gustavo Gil, disse que os responsáveis pelos animais devem levar na hora do registro o RG, CPF e comprovante de residência. Ele explica a importância da documentação para reunir o maior número de dados possível dos animais da cidade. Desta forma, caso o animal fuja, é possível usar as características do registro para reuni-lo novamente com seu tutor.

“Todos os dados do animal como espécie, raça, cor, pelagem vão ficar no registro. Se ele tiver microchip, o tutor deve trazer a numeração. Se for um animal com pedigree, essa numeração deve constar também. Então, no registro vão ficar todas as características do animal e o tutor vai conseguir relacionar o animal como seu efetivo guardião”, explicou.

Gabriela procurou cartório para registrar sua gata persa, em Rio Branco (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Em caso de separação judicial, a lei também facilita a guarda. Gabriela Borges é solteira e segundo ela o registro garante a segurança do animal. Tutora de uma gata persa, ela registrou o animal que ganhou até seu sobrenome e passou a se chamar Bibi de Melo Silva Borges.

“O registro é até para facilitar possíveis transportes em viagem. Também para ter uma certidão e pela vaidade de poder fazer um quadrinho com a certidão dela”, diz.

Eduardo Araújo também decidiu registrar seu cão da raça american bully, chamado “Maromba”.  “Eu preferi fazer, documentar até porque é uma questão de segurança minha e para o animal que eu considero como da minha família”, afirma.

 

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