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Policiais matam cão farejador na Nova Zelândia e causam indignação nas redes sociais

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Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Grizz era um cão farejador da polícia (Fonte: Reprodução / Facebook)

Um cão farejador, explorado pela política da Nova Zelândia para encontrar drogas e bombas em aeroportos foi morto nesta sexta-feira, causando indignação da população. Grizz era um filhote de 10 meses que estava acompanhando agentes de segurança quando escapou e invadiu a pista de voo do aeroporto de Auckland, maior cidade do país. Pousos e decolagens foram atrasados, causando muito tumulto no local. Como as tentativas de capturá-lo falharam, os policiais receberam ordens para matá-lo.

O jornal britânico The Guardian divulgou que os funcionários do aeroporto tentaram pegar Grizz por cerca de três horas, e durante todo esse tempo as operações de voos foram canceladas.

De acordo com Lisa Mulitano, porta-voz do aeroporto de Auckland, os funcionários “fizeram tudo que puderam” para capturar o cão e ficaram “muito chateados” com a morte.

Os agentes de segurança do local prometeram investigar as circunstâncias do acidente, mas, enquanto isso, a morte do filhote comoveu internautas. Pelas redes sociais, usuários criticaram a ação dos funcionários do aeroporto.

Organizações de defesa dos animais, como a PETA, também se manifestaram. “Você não merecia morrer, Grizz. Vergonha do aeroporto de Auckland”, postou a ONG em uma rede social.

Reprodução/Facebook

Um abaixo-assinado foi criado na Internet para pressionar as autoridades locais a punir os responsáveis pela morte do cãozinho. Até o momento, a página recebeu mais de mil assinaturas.

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