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Com enchente, 23 animais são abrigados em CCZ de Cruzeiro do Sul (AC)

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Cães estão sendo recolhidos em abrigos montados pela Prefeitura em Cruzeiro do Sul (Foto: Anny Barbosa/G1)

O Centro de Zoonoses de Cruzeiro do Sul está abrigando 23 animais domésticos, entre gatos e cachorros, desabrigados pela enchente do Rio Juruá, que marcou 14,24 metros nesta quinta-feira (2) e já a maior cheia da história da cidade.

A coordenação do grupo explica que os animais são recolhidos dos abrigos montados pela Prefeitura da cidade e o tutor do animal pode retirá-lo após a enchente. A medida, segundo a coordenadora Elmaria Ferreira, é uma forma de proteger para que esses animais não sejam acometidos por alguma doença ou sofram incidentes.

“Estamos indo diariamente aos abrigos para ver se há essa necessidade de retirada. Então, são duas vistorias por dia e o número só aumentam à medida que as famílias chegam”, explica.

Um cadastro foi feito para facilitar a devolução do animal ao seu guardião. “Os tutores fizeram um cadastro assinado e, terminando esse período de cheia, os animais serão devolvidos aos tutores, porque não temos como manter todos os animais que são abandonados”, destaca.

Elmaria diz ainda que o Centro ainda tem suporte para atender cerca de mais 40 animais. “Ainda não resgatamos nenhum que foi abandonado no rio. Estamos apenas focando nos animais que estão no abrigo”, finaliza.

Cachorro resgatado

Um vídeo gravado pela Polícia Militar mostra o resgate de um cachorro de dentro do Rio Juruá, que já passa pela pior cheia da história. Apesar do resgate ter sido na terça-feira (31), as imagens só foram divulgadas na quarta (1) pela corporação. O manancial marcou 14,24 metros na manhã desta quinta (2) e já afeta mais de 8 mil famílias diretamente.

O comandante da Polícia Militar em Cruzeiro do Sul, major Lázaro Moura, explica que a enchente traz grandes prejuízos, não só para as pessoas, mas também para os animais e a natureza de forma geral.

“Essa situação de cheia atinge, não só os seres humanos, mas os animais também que moram nesses locais e muitas vezes os tutores não conseguem os resgatar, e é aí que nosso trabalho começa”, finaliza.

Fonte: G1

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