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Pesquisa revela que dormir cães na cama é tudo de bom

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Há quem simplesmente ame. Do mesmo modo, existe ainda quem torça o nariz. Mas a verdade é que dormir com o cão na cama é mais comum do que muita gente imagina. Para se ter uma ideia, uma pesquisa divulgada em março de 2016 pela empresa DogHero revelou que três em cada quatro cachorros têm o costume de dormir com seus tutores. Do total de pessoas que permitem que os animais tenham esse hábito, 43% deixam que ele se repita com frequência. Na ocasião, o levantamento foi feito pela internet com 5 mil pessoas.

Mas por que será que tanta gente tem deixado que o companheiro de aventuras esteja tão pertinho também na hora de dormir? Claro que ficar aninhado com o ama que a gente tanto ama é muito gostosinho, mas será que os benefícios param por aí? Fomos conferir.

Os cães reduzem nossas carências

Pessoas que vivem sozinhas, ou mesmo que vivam com familiares e ainda assim sintam carência afetiva, podem ter na companhia dos animais na cama um modo de espantar a solidão, se sentirem bem acompanhadas e recebendo afeto.

Dormir com o cachorro alivia a depressão

Quando a pessoa se sente deprimida, independentemente da razão, dormir com o cão pode fazer com que ela se sinta mais compensada e, desse modo, os sintomas de depressão se aliviam um pouco.

A presença do animal reduz a ansiedade

A ansiedade é um estado emocional resultante da ideia de vulnerabilidade frente ao real. No caso de pessoas que superestimam ameaças, por exemplo, de um ladrão entrar durante a noite ou de se sentir mal, a presença de um cachorro na cama durante ajuda a reduzir a sensação de ansiedade.

Ter o cão na cama pode simplesmente fazer a pessoa mais feliz

É preciso ressaltar que nem todas as vezes que se decide ter um cãozinho na cama é por um motivo patológico. O simples fato de que as pessoas amam animais e partilhar tudo com eles as deixam mais felizes já é um fator importante na decisão de dividir os lençóis.

Fontes: Ana Maria Martins Serra, PHD em psicologia e terapeuta cognitiva comportamental pelo Institute of Psychiatry da Universidade de Londres, diretora clínica e pedagógica do ITC e membro da Sociedade Brasileira de Psicologia e Arnaldo Lichtenstein, médico clínico geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP.

Fonte: UOL Estilo

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