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Contrários a exploração animal, manifestantes se mobilizam em protesto contra vaquejada

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Divulgação
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O levante nacional para a manifestação de repúdio a aprovação da Projeto de Emenda Constitucional (PEC) – 50/16, que regulamenta a realização de vaquejadas no país também será realizado em Cuiabá (MT), no domingo (27). Contrárias aos maus-tratos e exploração animal, dezenas de pessoas vem se mobilizando pelo protesto, nomeado como Manifesto Contra Vaquejada e Rodeios Cuiabá. Pelo Facebook, o evento conclama a população à aderir a causa.

A organizadora do ato na Seade, Wanessa Rodrigues, alega a prática, considerada como atividade cultural por seus defensores, se trata na verdade da perpetuação da cultura de sofrimento animal. Para ela a divulgação e a proposta de um debate mais aberto sobre o assunto são especialmente necessárias no Estado, conhecido mundialmente pela força do agronegócio.

Além deste, outros nove projetos de lei do mesmo tipo tramitam atualmente no Senado e na Câmara Federal. Na página do evento na rede social é explicado que estas e outras atividades consideradas “tradicionais” no Brasil, na verdade se utilizam da tortura animal para promover entretenimento. “Se aprovadas, aberrações como briga de galo, provas de laço, e a farra do boi – já proibidas no Brasil, também passam a ser legais”, informa a página do evento na rede social”, diz trecho da descrição.

De acordo com Wanessa o movimento começa às 16h na Praça Santos Dumont, onde serão confeccionados cartazes informativos , que serão usados para a conscientização da população. “Traga faixas, cartazes fazermos uma manifestação significativa e dinâmica, convide os amigos! Vamos unir toda a sociedade contra a Vaquejada! Vamos nos manifestar para que o Governo saiba que nossa opinião deve ser ouvida.”

A proposta, segundo a página é mostra que esta não é a opinião da maioria dos brasileiros. Para isso, é reforçada a necessidade da adesão social. “Precisamos de todas as pessoas que compreendem que a crueldade praticada nas Vaquejadas não pode se tornar patrimônio cultural.”

O projeto
Em defesa da vaquejada, três projetos (PLS 377/2016, PLS 378/2016 e PLC 24/2016) classificam a atividade como patrimônio cultural brasileiro e uma proposta de emenda à Constituição (PEC 50/2016) assegura sua continuidade, desde que regulamentada em lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos.

Autor da PEC, o senador Otto Alencar (PSD-BA) quer encerrar a controvérsia em torno da vaquejada incluindo no texto constitucional permissão para “as práticas culturais de natureza imaterial que integram o patrimônio cultural brasileiro e comprovadamente não submetam os animais à crueldade”.

Ele também é relator de um dos projetos sobre o tema (PLC 24/2016), que reconhece o rodeio e a vaquejada como manifestações culturais nacionais e patrimônios culturais imateriais.

Fonte: Olhar Direto

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  1. O deputado estadual Gika Lopes pela Bahia, eleito com maioria de votos em Serrinha-Ba, está comemorando antecipadamente, está alardeando que conta com 400 votos dos deputados na câmara para aprovação da PEC que torna a vaquejada legal em todo território nacional. O presidente Temer ficou satisfeito com a manifestação em apoio a vaquejada onde vaqueiros e donos dos “coliseus primitivos” se fizeram presentes em Brasília-DF. O presidente Temer está sendo orientado a sancionar a Lei pelos assessores mais próximos, e pelo ministro Geddel Vieira Lima, é o que comentam por aqui. Os senadores sabem que estão afrontando o Supremo, por isto que estão agindo com muita cautela para não despertar a ira dos Ministros do Supremo. Temos que deixar isto bem claro para os Ministros. Sugiro também uma grande mobilização em Brasília-DF com o dobro de manifestantes jamais vistos reunidos, deste modo o presidente Temer ficará com “mãos atadas”. O Supremo não pode ser desmoralizado, os Ministros sabem disso? Temos que forçar o veto. Sugiro auto-controle e pé ligeiro.

  2. Importante também ter argumentos contra o rabo postiço. Fui falar sobre isso numa página do facebook e recebi críticas negativas. Mas ninguém disse nada sobre como funciona esta cauda. O projeto fala em aprovação sem maus tratos aos animais. Ora, então é da maior importância saber como rebater, temos de provar que não há vaquejada sem maus tratos. Venho procurando informações sobre o assunto e não encontro. Tenho quase certeza que vi uma veterinária falando sobre o rabo postiço num vídeo aqui na ANDA. Mas não sei como encontra-lo. Por favor, se alguém tiver informações respondam aqui,

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