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Porco é resgatado da morte e recebe o amor de uma nova família

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/HopeSutton
Reprodução/HopeSutton

Hope Sutton sentiu-se mal quando viu a fotografia enviada para o seu celular. Sua filha estava visitando uma loja em Gloucester, na Austrália, e tinha encontrado um porco Hampshire confinado em uma pequena gaiola. O animal estava sujo e tentava desesperadamente chamar a atenção das pessoas.

Com apenas três semanas, o porco estava à venda: não como um animal doméstico, mas por sua carne. A filha de Hope tirou uma foto dele e lhe enviou.

Sutton e sua parceira, Giuliana Vega, correram até a loja. “Ele estava tão angustiado. Uma senhora estava em frente à sua gaiola, perguntando-lhe se ele podia sentir o cheiro da assadeira. Pedimos para levá-lo para fora dali e tentamos acalmá-lo”, relata Sutton.

Em seguida, o casal decidiu adotar o porco e pagou US$ 60 para libertá-lo. Sutton e Vega lhe deram o nome de Sunday, o dia em que o resgataram.

Sutton e sua família tinham dois gatos e um coelho, mas nunca cuidaram de um porco. “Houve um processo de aprendizagem. Naquelas primeiras semanas, descobrimos muito sobre a personalidade de Sunday e seus interesses e desinteresses”, explica.

Reprodução/HopeSutton
Reprodução/HopeSutton

Sunday gosta de chafurdar na lama, trotar ao redor do quintal, escavar a grama e nadar em sua piscina. Ele também adora comer batata doce, abóbora, morangos, manteiga de amendoim e torradas.

Depois que ele se adaptou à nova casa, Sutton ficou preocupada, pois descobriu que o conselho local não permitia a presença de porcos em áreas residenciais. “Percebemos que havia a possibilidade de ficarmos sem ele”, diz ela.

Enquanto muitas pessoas teriam simplesmente colocado o animal para adoção, Sutton e sua família sabiam que só havia uma opção: eles se mudaram para uma fazenda.

“Tivemos muito trabalho e gastos financeiros para a mudança, mas Sunday tinha uma casa onde poderia ser livre, o que era importante para nós”, explica Sutton.

Ela não podia imaginar a vida sem o porco: “É tão especial compartilhar a nossa jornada de vida com um ser senciente tão incrível e saber que ele está livre e vivendo feliz”.

Nota da Redação:  Embora a história de Sunday tenha um final feliz, infelizmente milhões de porcos não têm a mesma que ele e são mortos diariamente em todo o mundo pela indústria da carne. Para impedir que estes animais sejam explorados e mortos devido a hábitos desnecessários, é fundamental optar pelo veganismo que preza pela vida e pelo respeito a todos os seres sencientes.

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  1. Importante mudar leis antigas de ter porcos em zonas residenciais. Lembrar que quando leis assim foram feitas, inclusive no Brasil, ninguém adotava porcos. Pessoas criavam porcos nos quintais em casas centrais, porém para abate. E o cheiro era insuportável. Tinham chiqueiros. Agora a situação é outra. Porcos criados como pets não tem mal cheiro. As precisam ser mudadas.

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