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Menina de 9 anos luta para acabar com cativeiro de animais marinhos

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: The Northern Light
Foto: The Northern Light

O mundo precisa desesperadamente da nossa ajuda. A poluição está cada vez maior, nossas florestas estão acabando e milhares de espécies correm risco de extinção. Essa triste realidade é muitas vezes abafada pelo estresse do cotidiano, e as pessoas decidem ignorar os fatos e viver focadas em suas próprias questões. Isso pode parecer uma solução a curto prazo, porém, precisamos encarar esse problema em algum momento.

As crianças tendem a ver o mundo de uma forma diferente. Elas enxergam os problemas e querem fazer de tudo para ajudar.London Fletcher é um exemplo disso. Com nove anos, ela advoga pela libertação das orcas em cativeiro. Em julho, ela participou da Superpod, uma reunião anual de cientistas, cinegrafistas, ex-treinadores de orcas e diversas pessoas que desejam que essa espécie viva em liberdade na natureza. London se inspirou a lutar pelas baleias após assistir ao documentário “Blackfish”. Ela queria trabalhar em um aquário antes de ver o filme mas, agora, quer se especializar na biologia dos mamíferos, informou o One Green Planet.

A maturidade e a paixão de London chamaram a atenção de especialistas da área. Lori Marino, uma neurocientista conhecida mundialmente pelo seu trabalho sobre a evolução dos cérebros de golfinhos e baleias, elogiou a apresentação da jovem ativista na Superpod. London foi convidada pela pesquisadora marinha Ingrid Visser para passar três semanas na Nova Zelândia estudando no Orca Research Trust. 

London  quer começar um clube em sua escola para receber crianças de sua idade e debater a situação dos mamíferos marinhos. A menina também planeja organizar uma exibição de um documentário sobre orcas chamado “Voiceless” em sua cidade.

É inspirador ver tanta paixão em uma pessoa tão jovem. Animais em cativeiro precisam de toda a ajuda possível e qualquer um de nós pode ajudar. Compartilhar matérias que divulgam esse tipo de problema e não contribuir mais com esta indústria, deixando de frequentar parques marinhos, são ações simples que contribuem com a libertação dessas espécies magníficas.

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