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Mídias sociais estimulam adoção e promovem direitos animais

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/EveryGreyhound, Facebook
Reprodução/EveryGreyhound, Facebook

As mídias sociais mudam as vidas de milhares de animais em todo o mundo. Como a internet tem provado, a foto de um filhote de gato ou cachorro é irresistível e as organizações de resgate têm utilizado o Facebook, o Twitter e o Instagram para pedir auxílio e incentivar a adoção.

De acordo com Claire Garth do  abrigo Sydney Dogs and Cats Home, o tempo médio que um animal passa no local atualmente é de apenas 10 dias, algo que ela atribui em parte ao uso dessas plataformas.

“As mídias sociais ajudam a falar de animais que precisam de novas casas, você vê um cão de que gosta, visita um abrigo e, antes que perceba, nos despedidos de outro adotante feliz”, explicou ela.

A existência do grupo Every Greyhound sem as mídias sociais seria muito mais complicada, conforme apontou a diretora Angela Russell. Em 2012, a organização criou uma conta no Twitter para encontrar novas famílias para cães galgos.

Reprodução/MagsRescue
Reprodução/MagsRescue, Instagram

Nas redes, o Sydney Dogs and Cats Home mostra os bastidores do abrigo, encoraja as pessoas a fazerem doações e serem voluntárias e, é claro, a adotarem animais.

O Facebook permite que os abrigos contem as histórias dos animais residentes e isso chama ainda mais a atenção do público.

“Às vezes, eu pessoalmente pago para promover a página, e nós sempre obtemos uma boa resposta, mas não utilizamos o dinheiro das doações para isso”, explicou Russell.

Promovendo os direitos animais

Reprodução/SydneyDogsandCats, Instagram
Reprodução/SydneyDogsandCats, Instagram

Embora muitas organizações de adoção não sejam sempre honestas sobre os direitos animais, algumas têm usado suas plataformas para destacar questões fundamentais.

Recentemente, o governo de Nova Gales do Sul (Austrália) proibiu as corridas de galgos após uma série de reportagens que denunciaram os abusos dos cães e o treinamento dos animais com iscas vivas. Agora, após a aprovação da lei, organizações como a Maggie’s Rescue  serão responsáveis por buscar adotantes para os cães  abusados, informou o portal Mashable.

“Definitivamente compartilhamos a notícia sobre o fim das corridas e, como acolhemos tantos  cães que eram explorados nessas competições, esta foi uma grande oportunidade para destacar o assunto e como estes animais podem ser companheiros maravilhosos”, relatou Garth.

Apesar de ocasionalmente existirem comentários mal intencionados, a recompensa é muito maior.

“Isso revolucionou a nossa forma de resgatar. Antes dessas plataformas, cães e gatos em abrigos eram em grande parte invisíveis”, disse Lisa Wright, gerente do Maggie’s Rescue.

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