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Saiba o que é a AIDS felina e o que fazer para prevenir

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Divulgação
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A FIV (Feline Immunodeficiency Virus), imunodeficiência felina, conhecida popularmente como AIDS felina, é transmitida através do sangue por meio de um vírus. O contágio pode se dar por meio de arranhões e mordidas (contato direto com sangue de um animal que possui o vírus).

“A mãe dos gatinhos pode passar para os filhotes através da placenta e do aleitamento. O vírus só é transmitido para outros gatos, não passa para os humanos nem para os cães”, informa a médica veterinária Caroline Porto de Medeiros.

Sintomas
Portadores assintomáticos não apresentam sinais clínicos, porém, transmitem a doença. Geralmente apresenta sintomas quando o animal tem uma queda da imunidade, que pode acontecer por diversos motivos, como brigas, cio, ou outras doenças não relacionadas. Com isso o animal tem febre, desidratação, diarreia e até infecção de pele.

“Infelizmente, assim como a AIDS em humanos, não existe vacina e nem cura. É possível fazer o tratamento dos sintomas, mas não da doença”, conta a veterinária.

Como o teste é feito?
“Os testes são feitos em consultório com a retirada do sangue do animal, existe um kit de teste semelhante aos testes de glicose em humanos. Os chamados testes rápidos” relata Caroline.

Também é possível fazer em laboratórios de sorologia, que são encontrados em Criciúma (SC), o próprio pet shop encaminha os exames. Quando o animal possui o vírus a sua expectativa de vida diminui para quatro ou cinco anos. Os animais que não tem raça definida, possuem um sistema imunológico mais forte em relação aos demais animais de raça dita como pura, pois muitos possuem pré-disposição genética para algumas doenças.

Prevenção
É necessário fazer o teste em animais recém chegados, para evitar o contato com o seu gatinho. A castração é indicada para animais que são ou não portadores do vírus, assim evitando o contagio ao fugir de casa ou entrando em brigas. Evitar o contato com animais que já possuem o vírus é essencial.

Existem suplementos que aumentam a quantidade de linfócitos (células de defesa) para ajudar o animal a combater os sinais clínicos.

Fonte: Portal SATC

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