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Saúde: atenção na alimentação dos animais para evitar colesterol

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Divulgação

A obesidade também tem se tornado preocupante no reino animal e é semelhante à humana ao se tratar de causas e consequências. Os cães, por exemplo, correm um risco grande de sofrerem com diabete e colesterol alto. Contudo, diferente dos seres humanos, eles não escolhem o próprio estilo de vida.

De acordo com a veterinária Ana Campos, são os tutores que devem estipular uma alimentação adequada para o animal, como, por exemplo, devem cuidar a quantidade dos alimentos e, ainda, evitar alimentação gordurosa. Também é necessário evitar agrados diários como doces, pães, bolachas, iogurtes, frutas em excessos e petiscos indesejáveis. “Os animais devem ser estimulados para brincadeiras, passeios, evitando assim o sedentarismo”, sugere.

A profissional explica que tanto os cães quanto os gatos podem apresentar aumento de colesterol no sangue, denominado hiperlipidemia. Os animais com hiperlipidemia podem ter dor abdominal, vômitos, diarreia, problemas oculares e convulsões. No caso da diabete, é uma condição que afeta a concentração sanguínea da glicose, um tipo de açúcar. “A diabete ocorre quando o organismo do cão produz uma quantidade insuficiente de insulina ou não a processa corretamente”, comenta.

Quando os cães sofrem de diabete e colesterol alto, segundo a veterinária, podem desenvolver algumas doenças como a pancreatite, AVCs, derrames, hipertensão, convulsões, doenças hepáticas e nos rins.

Além disso, a diabete causa cegueira no animal e qualquer machucado demora para fechar. “Sem contar os danos, muitas vezes fatais, que a doença causa nos rins e coração”, complementa.

Como detectar?
Segundo Ana, para descobrir se o cão tem diabete ou colesterol, por exemplo, é preciso fazer no animal exames periódicos de dosagem sanguínea de colesterol, glicose e triglicérides, principalmente em animais mais velhos e obesos.

Ao se tratar de diabete, a profissional recomenda observar se o cão, ou até mesmo o gato, bebe mais água do que o normal; urina com mais frequência; produz mais urina por dia; tem ‘acidentes’ em casa; apresenta fome sempre, mas mantém ou perde peso e se tem olhos turvos.

Para evitar o colesterol e diabete, a veterinária ressaltar que é importante cuidar da alimentação, proporcionar ração de boa qualidade e evitar exageros. A prática de exercícios também contribui na prevenção da obesidade.

O tratamento para o animal que tem diabete ou colesterol começa com a mudança na alimentação do animal. Em alguns casos mais severos, segundo Ana, o animal deve ser internado e acompanhado por algum médico veterinário a ponto de necessitar, na maioria das vezes, de medicações específicas.

Curiosidade
As raças mais vulneráveis a terem diabete são Poodle, Dachshund, Schnauzer, Beagle, Golden, Retriever, Labrador, Spitz e Samoieda. Contudo isso não significa que as demais raças não desenvolvam a doença. Vale ressaltar que a diabete sempre é uma ameaça aos cães mais velhos, não importa a raça, e às fêmeas com problemas hormonais.

Fonte: Folha do Mate

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