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Ativistas fazem ação global para protestar contra transporte de animais vivos

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/CompassioninWorldFarming, Twitter
Reprodução/CompassioninWorldFarming, Twitter

Centenas de ativistas pelos direitos animais se reuniram em frente ao Parlamento do Reino Unido para protestar contra o transporte de longa distância de animais vivos.

Ativistas ao redor do mundo participaram do movimento Animals Are Not Freight (Animais não são mercadorias) em uma ação global realizada no dia 29 de agosto, data que marca o aniversário de 20 anos de uma das piores tragédias relacionadas à exportação de animais vivos. Na época, 70 mil ovelhas morreram no Oceano Índico depois que o navio que as transportava explodiu em chamas e afundou.

Na Praça do Parlamento do Reino Unido, os manifestantes seguravam cartazes que diziam “Animais não são mercadorias” e “Caminhões do inferno”.

Um total de 28 organizações em todo o mundo sediaram reuniões, marchas e palestras  em vários locais como Londres, Paris, Tel Aviv e Sydney.

Reprodução/CompassioninWorldFarming, Twitter
Reprodução/CompassioninWorldFarming, Twitter

O grupo Compassion in World Farming, que liderou a campanha, disse que milhões de animais são transportados por longas distâncias em condições precárias a cada ano, causando níveis terríveis de sofrimento.

Segundo informações do The Huffington Post, a organização de bem-estar animal ressaltou que muitos animais morrem frequentemente antes do final da viagem ou são assassinados de maneira brutal quando chegam ao seu destino.

Keith Taylor MEP, porta-voz do Partido Verde de Animais declarou: “A indústria de exportações de animais vivos é bárbara e deve ser completamente abolida. Apelamos aos governos para alterarem os regulamentos europeus e, assim, proibir esta prática desumana”.

“Estou honrado por conseguir me reunir com tantas organizações dignas para lutar em nome dos animais explorados em fazendas neste dia de ação global. Este comércio cruel está ultrapassado e não deve ter nenhum espaço no mundo de hoje”, acrescentou Philip Lymbery, CEO do Compassion in World Farming.

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