• Home
  • Morte de focas reforça que humanos não devem resgatar animais por conta própria

Morte de focas reforça que humanos não devem resgatar animais por conta própria

0 comments

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/WorldAnimalNews
Reprodução/WorldAnimalNews

Em 2015, foram documentadas muitas tragédias relacionadas à interferência humana na vida selvagem.

Uma das mais proeminentes foi a história de um filhote de bisões que teve a morte induzida depois que um pai e um filho o “resgataram” no Parque Nacional de Yellowstone, alegando que o filhote parecia sentir frio e precisar de cuidados, diz o World Animal News.

O Serviço Nacional de Pesca dos Estados Unidos (NOAA) recordou quatro incidentes recentes em Washington e em Oregon em que as pessoas retiraram filhotes de focas do porto da praia, o que resultou na morte de dois animais.

Em um caso, uma pessoa utilizou uma sacola reutilizável para transportar o filhote da praia. Autoridades de animais selvagens do estado decidiram provocar a morte induzida do animal, pois ele foi encontrado em estado letárgico e não exibia reações a estímulos.

Os funcionários do NOAA expressaram preocupação quanto aos filhotes de focas que nascem nesta época do ano e encontram turistas.

Muitas vezes, as focas podem sair da água e permanecer no mesmo lugar por vários dias ou semanas de cada vez. Esse é um comportamento natural para filhotes entre quatro e seis semanas e não indica que eles foram abandonados.

Reprodução/WorldAnimalNews
Reprodução/WorldAnimalNews

Muitas vezes, os seres humanos desconhecem o comportamento natural de outras espécies e tentam “resgatar” os animais por conta própria, essencialmente, interferindo em suas vidas e aumentando o risco dos animais serem abandonados por suas mães.

Os oficiais afirmam que os banhistas devem ficar a 100 jardas de distância da vida marinha e não alimentá-la.

Além disso, tirar selfies com a vida selvagem é estressante para o animal. Tais ações podem ser fatais para os animais, como foi o caso de um jovem golfinho arrancado do mar, na Argentina.

O NOAA também anunciou que seu Departamento de Aplicação da Lei começará em breve a realizar patrulhas de verão em torno das áreas necessárias para proteger a vida marinha dos banhistas e de velejadores.

About the Author

Follow me


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

{"email":"Email address invalid","url":"Website address invalid","required":"Required field missing"}
>